sábado, 7 de setembro de 2013

HOMENS - METROSSEXUAIS

Metrossexuais: Os homens dão espaço para os dias de hoje

Engana-se quem pensa que “metrossexual” é um termo da modernidade, na verdade o termo pode até ser moderno, mas os verdadeiros metrossexuais já existiam há muito tempo, o que não existiam eram tantos cosméticos ao seu dispor.
Óbvio que hoje em dia o número de metrossexuais cresceu e alcançou grandes proporções, pesquisas informam que há homens que gastam cerca de 30% do salário mensal com cosméticos e roupas. Mas o mercado contribuiu muito para isso também, afinal hoje em dia encontra-se uma gama variada de produtos para homens que tratam pele, cabelo e corpo.
 
São chamados metrossexuais os homens que cuidam do corpo e físico além de se preocuparem com o próprio bem-estar e boa forma, porém de maneira que vai além do que estamos acostumados.
Mas mesmo que alguns homens não gostem de ser chamados metrossexuais, eles gostam de se cuidar e para isso não existem rótulos é apenas uma declaração de cuidados para si mesmo
Para quem não considera a caixa de ferramentas o seu único item essencial.
Fonte: Onofre
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HOMENS - BARBA - SÍMBOLO DE MASCULINIDADE

Acessório do homem moderno

A barba, além de ser um símbolo de masculinidade, já pode ser considerada um acessório exclusivo dos homens. Hoje em dia há vários modelos e jeitos diferentes de apresentar um barbear e muitos homens atribuem à barba todo o seu charme.
Homens que gostam de cultivar uma bela barba dividem as opiniões das mulheres, há quem goste e há quem não goste. Antigamente, deixar a barba por fazer era sinal de desleixo e descuido, mas hoje em dia a barba não só é bem aceita como se tornou um padrão de beleza.
Cuidar da barba pode ser uma tarefa difícil, principalmente para quem tem a pele sensível, os pelos podem inflamar, causar foliculite, os produtos usados podem irritar a pele e causar ardência e vermelhidão, por isso é ideal que haja cuidados pré e pós barbear, para manter a saúde da pele e a beleza da barba.
Além desses cuidados, é necessário que os homens levem em consideração seu tipo de rosto antes de deixarem a barba crescer. Em alguns casos a barba pode dar a impressão de inchaço no rosto, em outros deixa o rosto desproporcional.
Você sabe qual o tipo de barba ideal para o seu rosto?
 
  • Rostos quadrados - combinam com costeletas, bigodes e cavanhaques. Esses detalhes preenchem espaços e harmonizam as proporções do rosto para equilibrar seus contornos.
 
  • Rostos triangulares possuem mais ângulos e expressões mais marcadas e definidas. A barba deve ser mais carregada ao redor do queixo, para equilibrar a proporção entre o queixo e maxilar, que costuma ser mais fino, e a testa.
 
  • Rostos ovais combinam com qualquer tipo de barba, nesse caso os pelos podem destacar ou atenuar as regiões do rosto. 
 
  • Rostos redondos apesar de combinarem com qualquer tipo de barba, mas a barba pode aumentar o volume das bochechas, dando a impressão de rosto inchado. Manter as costeletas e limites da barba em forma quadrada equilibra e harmoniza o rosto.
 
  • Se atentando aos pequenos detalhes e mantendo os cuidados, além de charme a barba renderá outros elogios.
 
  • Para quem quer deixar a barba crescer sem se preocupar.
    Fonte:  Onofre
 

HOMENS - COMO VAI A SUA SAÚDE?

Vamos cuidar da saúde?

Quando o assunto é saúde as mulheres são perfeitas “experts”, elas sabem quais exames devem ser feitos, qual médico procurar, quais acompanhamentos fazer e etc. Isso porque desde pequenas são acostumadas a irem a médicos, entenderem o próprio corpo e cuidarem mais da saúde, tanto física quanto estética.
Mas e os homens? Eles estão tão ligados a esses cuidados quanto às mulheres?
Infelizmente nós sabemos que os homens não cuidam tanto da saúde, ou melhor, não mantêm toda rotina de cuidados que as mulheres mantêm. Isso porque os homens são, naturalmente, mais tranquilos que as mulheres e menos presos a regras saudáveis (Alguns homens vão concordar sob protesto, mas sabem que estamos falando a verdade.).
Os homens devem realizar, regularmente, check-ups médicos a fim de manter a boa saúde do corpo e organismo. É claro que ninguém quer viver dentro de um consultório médico, por isso que os check-ups são divididos por faixa etária, dosando assim o que cada homem precisa.
 
  • Quando mais novo:
A partir dos vinte anos os homens devem estar sempre atentos ao colesterol e a hipertensão. Geralmente são problemas que têm seus primeiros sintomas entre os vinte e trinta anos e que podem acarretar problemas maiores se não forem diagnosticados precocemente. A partir dos trinta anos a hipertensão pode diagnosticar doenças renais, por isso vale a pena estudar o histórico genético e familiar. As mesmas regras valem para a obesidade, que pode sinalizar diabetes.
  • Quando mais velho:
É certeza que o quanto antes for detectado o problema mais aumentam as chances de combate-lo com sucesso. Os problemas podem parecer maiores conforme o tempo vai passando, por isso a partir dos quarenta cinquenta anos as atenções devem ser dobradas. O exame tão evitado precisa ser feito: O exame de próstata. Além dos tumores na próstata, os tumores nos testículos também podem interferir na saúde do homem, mas se detectado precocemente podem ser tratados e sanados. A prevenção contra doenças cardiovasculares deve ser feita ingerindo alimentos saudáveis e controlando o colesterol e o peso.
Está na hora de se prevenir contra outros males, são eles:
  • Diabetes: O diabetes pode ser manifestado pelos olhos e dificuldade para enxergar, obesidade e hipertensão.
  • Osteoporose: A osteoporose deve ser prevenida e, se detectada, tratada o quanto antes.
Novamente entra em cena a busca entre o histórico familiar e genético para que as prevenções sejam executadas de maneira mais assertiva.
  • Em qualquer idade:
Em qualquer idade deve ser realizada a prevenção e os exames contra o Câncer de Pele – já falamos sobre isso AQUI – que apesar de parecer, dentre todos os tipos de câncer, o mais fácil de tratar acaba sendo, por esse mesmo motivo, o menos preocupante. Porém mais vale a prevenção precoce do que o tratamento tardio.
Apesar de o check-up masculino não ser um assunto muito comentado, é extremamente importante que os homens tenham a ciência do que precisam acompanhar no seu corpo. Todos esses processos devem ser acompanhados por um médico e/ou especialista, a fim de garantirem tratamento adequado e medidas adequadas.
Para os homens que querem sempre mais da vida.
Fonte: Onofre

VIVER A VIDA A DOIS

O que pode influenciar a vida a dois?

Celebrar o amor pode ser uma das coisas mais proveitosas da vida, o problema surge quando há a impossibilidade desse “hábito” acontecer.
 Vida a dois 1
Muitos fatores, sejam eles internos e/ou externos, podem atrapalhar a “vida a dois” e criar barreiras difíceis de derrubar entre o casal. Para viver o amor diariamente, fuja do que pode atrapalhar a sua sintonia:
Falta de intimidade: Conhecer o seu parceiro e a sua intimidade é o primeiro passo para ter um relacionamento saudável e duradouro. Entender as necessidades do outro é uma forma de demonstrar cuidado e atenção;
Consumo excessivo de Álcool: O alcoolismo pode ser uma doença grave e mesmo que não seja comprovado pode causar problemas no relacionamento. O uso do álcool pode alterar as condições físicas e psicológicas, assim como trazer consequências à saúde, principalmente ao fígado. Além disso, as alterações do álcool no organismo podem comprometer o temperamento e comportamento, causando divergências entre o casal;
Fumar constantemente: Que o ato de fumar faz mal à saúde, todos sabem, porém nem todos sabem o que esse hábito pode causar na rotina de um casal. Além do risco certo de desenvolver problemas como câncer de pulmão, o cigarro pode causar danos à respiração, diminuindo o condicionamento físico do fumante, comprometendo ações como corridas, exercícios físicos e relações sexuais. Outro fator é a alteração do hálito, que passa a ser desagradável e a saúde bucal que fica prejudicada;
Estresse: O estresse é o mal do século, assim como dizem jornais e revistas, porém suas consequências para o casal são inúmeras e, muitas, não têm volta. Quem vive estressado tem a propensão de afastar de si as pessoas mais próximas, além de acarretar problemas para saúde, como os problemas cardiovasculares, por exemplo. Se manter calmo perante as situações rotineiras, dentro de casa ou fora dela, não garante apenas uma vida sem estresse, mas sim um relacionamento saudável;
Alteração hormonal: Com a idade, tanto o homem como a mulher, enfrentam quedas hormonais, naturais do corpo humano. Para a mulher esse período é a menopausa e, para o homem, a andropausa. Durante essa época é normal que ambos tenham dificuldades para se relacionar, mas é imprescindível que saibam a importância de dividir essa etapa com o parceiro e adaptar-se às mudanças que o tempo proporciona;
Disfunção erétil: A maioria dos homens, quando passa por isso, se sente constrangido em pedir ajuda, porém, o que muitos não sabem é que essa é a única forma de se livrar do problema. A disfunção erétil é um problema que está suscetível a todos os homens e pode acontecer com qualquer um, cabe aos homens manterem uma rotina de cuidados com o urologista e, se de repente algo estiver errado, procurar seu médico com urgência.
Há muitos fatores, na convivência a dois, que são tão mais importantes que os citados acima e superam qualquer um deles, basta que a confiança esteja estabelecida e ambos certos do que querem. Um relacionamento a dois deve ser vivido e compartilhado, sem espaço para divergências.
Para quem escolheu viver a dois.
Fonte: Onofre

HOMENS - PELOS - TER OU NÃO?

Característica indispensável ou dispensável para os homens?

A principal diferença entre o corpo feminino e o corpo masculino são as suas características externas, além da anatomia, claro. Homens são acostumados, desde pequenos, a não se preocupar muito com a aparência, sua única preocupação é manter unhas, cabelos e pelos bem aparados. Quando crescem são bombardeados pela ideia que pelo é sinal de masculinidade, quanto mais peludo for, mais másculo.
 Homens Pelos
Já na idade adulta se veem divididos, pois as opiniões das mulheres são divergentes, umas gostam de pelos, outras detestam e não acham que têm a ver com masculinidade.
De repente surge a dúvida:
Depilar ou não depilar?
A depilação, por si só, já apresenta um risco para os homens. Entre todos os motivos para evitar a depilação, o principal é a dor, seguido da estética. Alguns homens ainda acusam que o processo é “coisa de mulher”.
O crescimento dos pelos começa durante a puberdade, fase que atinge homens e mulheres durante a adolescência, e, em algumas áreas, está diretamente ligado ao hormônio testosterona.  Durante a puberdade, acontece a alteração hormonal, a testosterona é o principal hormônio masculino e influencia:
  • O comportamento;
  • O desempenho sexual;
  • Características físicas.
A depilação masculina, além de ser uma questão estética, possui um valor higiênico, uma vez que os pelos podem conter bactérias que liberem odores, como acontece nas axilas e região íntima. Além disso, pelos abafam e sufocam os poros, impedindo que o corpo transpire regularmente, o que causa a sensação de calor ainda mais evidente, por isso é importante mantê-los aparados e devidamente higienizados.
  • “Mas se eu raspar os pelos, logo nascerão em um período mais curto, em maiores quantidades e com fio mais grossos.”
Mito. Os pelos, quando raspados, não nascem maiores ou mais grossos, ou ainda aumentam em quantidade. O que acontece é que quando são raspados, os pelos crescem de onde foram aparados e não desde a raiz, como o pelo ainda não sofreu nenhum agressão externa (como sol, chuva, vento, água e etc.) ele tem a aparência mais grossa e escura, mas conforme o tempo vai passando, ele vai se desgastando e se iguala aos que foram raspados.
Homens lembrem-se que pelos aparados e devidamente higienizados demonstram higiene e cuidado com o próprio bem-estar, por isso cuidar dessa área do corpo tem se tornado cada dia mais comum na vida masculina.

Fonte: Onofre

MAL DA MONTANHA

O mal da montanha (doença das alturas) é um problema provocado pela falta de oxigénio nas grandes altitudes; adota diversas formas, primeiro uma dominante e depois outra.
 

À medida que a altitude aumenta, a pressão atmosférica baixa e o ar, menos denso, tem menos oxigénio. Esta diminuição na quantidade de oxigénio afeta o corpo de várias maneiras: aumentam o ritmo e a profundidade da respiração, alterando o equilíbrio entre os gases pulmonares e o sangue, aumenta a alcalinidade do sangue e altera-se a distribuição de sais como o potássio e o sódio dentro das células. Como resultado, a água distribui-se de forma diferente entre o sangue e os tecidos. Estas alterações são a causa principal do mal da montanha. A grandes altitudes, o sangue contém menos oxigénio, provocando uma coloração azulada na pele, nos lábios e nas unhas (cianose). Em poucas semanas, o corpo responde produzindo mais glóbulos vermelhos, com o objetivo de transportar mais oxigénio para os tecidos.
 
Os efeitos da altitude dependem da altura e da velocidade da subida. Os efeitos são menores a uma altura inferior a 2200 m, mas são mais evidentes e frequentes acima dos 2800 m, depois de uma subida rápida. A maioria das pessoas adapta-se (aclimata-se) às alturas de até 3000 m numa questão de dias, mas aclimatar-se a alturas muito mais elevadas requer muitos dias ou até semanas.
 
Tratamento
 
O mal da montanha agudo ligeiro costuma desaparecer em 1 ou 2 dias, sem outro tratamento para além da ingestão de grande quantidade de líquidos para repor os que se perderam ao suar e ao respirar o ar seco.
 
O ibuprofeno e a ingestão de grande quantidade de líquidos ajudam a aliviar as dores de cabeça. Se a doença for mais grave, costuma ser benéfico administrar acetazolamida, dexametasona ou ambas, alternadamente.
 
Como o edema pulmonar das alturas pode pôr a vida em perigo, o indivíduo afetado deverá ser controlado exaustivamente. Muitas vezes é benéfico ficar acamado e receber oxigénio, mas, se isto não for possível, o doente com esta perturbação deverá ser transferido sem demora para uma altitude inferior. A nifedipina atua de imediato, mas os seus efeitos duram só algumas horas e, por isso, o doente gravemente afetado não deverá ser transferido de imediato para uma altitude inferior.
 
O edema cerebral das alturas, que também pode provocar a morte, é tratado com um corticosteróide como a dexametasona, mas apenas nos casos graves, enquanto se prepara a transferência do doente para uma altitude inferior.
 
Se o edema pulmonar ou o edema cerebral das alturas piorar, qualquer atraso na descida pode provocar a morte do afetado.
 
Depois da descida, as pessoas que manifestem qualquer forma de mal da montanha melhoram rapidamente. Se assim não for, então dever-se-á procurar outra causa para os sintomas.
 
Se não for possível a descida imediata, pode ser utilizado um instrumento que aumenta a pressão e simula uma descida de várias centenas de metros, com o fim de tratar uma pessoa gravemente doente. Este instrumento (uma câmara hiperbárica) é formado por uma bolsa ou por uma tenda de pano muito leve e uma bomba que se faz funcionar manualmente. A pessoa afetada deve ser colocada dentro da referida câmara. Fecha-se esta em seguida e é aumentada a pressão no seu interior com a ajuda da bomba. A pessoa deve permanecer na câmara entre 2 e 3 horas. Este processo é uma boa medida temporária (tão benéfica como administrar oxigénio, de que não se costuma dispor quando se escala uma montanha).
 
 
Fonte: Manual Merck

VITAMINA D, VOCÊ PRECISA?

Ainda trago na memória o gosto insuportável do óleo de fígado de bacalhau que minha mãe me empurrava goela abaixo, antes do almoço. Dizia ela, é para o seu bem, um dia, vai me agradecer.
 
Ao contrário de outras vitaminas, o corpo humano produz cerca de 90% da vitamina D que necessitamos; o restante vem dos alimentos.
 
Sob a ação dos raios ultravioletas, uma molécula precursora existente na pele (7-dihidrocolesterol) transforma-se numa forma inativa da vitamina D, que será convertida em ativa no fígado e nos rins.
 
 
Enquanto uma corrente defende que níveis sanguíneos mais baixos de vitamina D estejam associados a diversas doenças crônicas, outros consideram simplista essa explicação. Para eles, a hipovitaminose é mais comum em pessoas que não tomam sol, portanto fazem menos exercício e levam vida menos saudável. Além disso, como se trata de uma vitamina solúvel em gordura, indivíduos obesos (portanto mais propensos a doenças crônicas) apresentam níveis sanguíneos mais baixos.
 
Depois de examinar centenas de trabalhos, o Institute of Medicine dos Estados Unidos concluiu, em 2010, que “embora haja evidência de que a vitamina D é importante para a saúde dos ossos, não há benefícios que justifiquem seu uso com outras finalidades”.
 
Estão em andamento diversos estudos com milhares de participantes para esclarecer o papel da vitamina D na prevenção de enfermidades crônicas.
 
Enquanto os resultados não são conhecidos, é mais sensato confiar no método natural: expor braços e pernas ao sol durante 5 a 30 minutos (a pele escura sintetiza com mais dificuldade), duas vezes por semana, ou apanhar sol no corpo inteiro a cada dois ou três meses, por tempo suficiente para deixar a pele um pouco mais pigmentada.