quinta-feira, 24 de outubro de 2013

ALIMENTAÇÃO - A PIRÂMIDE DA ENERGIA

A pirâmide da energia hoje aplicada em muitos países, inclusive no Brasil, é um roteiro para uma boa alimentação. Ensina, em linhas gerais, a selecionar uma grande variedade de alimentos para que se obtenha os nutrientes adequados e se consuma a quantidade certa de calorias para manter o peso saudável.
 
 
Alguns tópicos da pirâmide
 
Cada grupo de alimentos mostrado na pirâmide tem um limite de porções a serem consumidas. O número de porções diárias mais adequado para você vai depender da sua idade, gênero, relação entre altura e peso, além do seu nível de atividade física.
Vamos ver agora alguns pontos adicionais para lhe ajudar a perder peso e prevenir muitas doenças:
 
Escolha uma dieta pobre em gorduras, principalmente as saturadas, e colesterol.
  • Prefira uma dieta rica em verduras e legumes, frutas e grãos.
  • Use açúcar e sal com moderação.
  • Se você gosta de bebidas alcoólicas, modere o consumo.
  • Combine comidas saudáveis com exercícios físicos regulares.
  • Siga os conselhos de seu médico ou nutricionista.
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Fonte: Metlife

ALIMENTAÇÃO - CORTE A GORDURA

Alimentos pobres em gordura não precisam ser chatos de comer.

 

 

Veja algumas ideias para selecionar alimentos saborosos, mas não gordurosos:

 

1 - Escolha sempre carnes magras e alimentos frescos, pobres em gordura.
2 - Separe a gordura da carne e remova a pele do frango.
3 - Prefira óleos vegetais insaturados e margarinas preparadas com esses tipos de óleos.
4 - Limite o uso de produtos que contenham pedaços de gordura saturada ou sejam preparados com esse tipo de gordura.
5 - Não consuma mais que três ou quatro gemas de ovo por semana.
6 - Verifique a tabela "Informação nutricional", que consta dos rótulos ou embalagens, para saber a quantidade e o tipo de gordura que o produto contém. Geralmente essa tabela também mostra as necessidades mínimas diárias de determinados nutrientes e orienta sobre os alimentos mais adequados para sua dieta.
7 - Preste atenção ao tamanho das porções que você come. Compare o tamanho das porções que você consome regularmente com a tabela de necessidades mínimas diárias.
 
Fonte: Metlife

CRIANÇAS - QUANDO SÃO FUMANTES PASSIVOS

     
O tabagismo é hoje a principal causa de morte evitável, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Ainda assim, cerca de um terço da população mundial adulta é fumante, ou seja, 1, 2 bilhão de pessoas. E seu vício afeta também as pessoas ao redor.
 
O ar poluído pela fumaça do cigarro tem três vezes mais nicotina, monóxido de carbono e até 50 vezes mais substâncias cancerígenas do que a fumaça tragada pelo fumante ativo. Por conta desse veneno, os fumantes passivos ocupam o terceiro lugar na lista de mortes evitáveis da OMS, atrás do consumo excessivo de álcool.
 
 
As crianças são as maiores vítimas - porque sofrem com os efeitos do cigarro antes mesmo de nascer. "De todos os fumantes passivos, 700 milhões são crianças. Isso corresponde à metade das crianças do mundo", afirma Dr. Joaquim Rodrigues, pneumologista pediátrico e coordenador do Centro de Doenças Respiratórias da Pediatria do Einstein.

Maiores vítimas: as crianças

Fumar perto de crianças é prejudicial tanto para a saúde física delas quanto para a psicológica. Inconscientemente, os pais estão informando o filho que fumar é normal e adequado.

A chamada 'pandemia tabágica' é considerada uma doença pediátrica, já que o cigarro se torna um hábito ainda na adolescência. A principal faixa de risco está entre 15 e 18 anos, mas há casos de crianças de 10 ou 12 anos que já fumam.

Como crianças e adolescentes não têm os centros nervosos totalmente desenvolvidos: a defesa contra os componentes do cigarro é menor, o que os torna dependentes mais depressa.

Doenças respiratórias

O fumo passivo é a maior causa das doenças respiratórias nas crianças. Os bebês de mães fumantes nascem abaixo do peso normal, têm os brônquios menores e as vias aéreas estreitas, o que os torna predispostos a serem bebês chiadores, ou seja, com constante chiado no peito, respiração rápida e forçada.

Inconscientemente, os pais estão informando o filho que fumar é normal e adequado.
 
Esses bebês também têm mais chances de desenvolver problemas respiratórios crônicos, como bronquiolite (infecção dos bronquíolos em crianças de até 1 ano), bronquite e asma. E mais: também têm risco cinco vezes maior de morrerem subitamente sem causa aparente, a chamada Síndrome da Morte Súbita Infantil.

Outras doenças respiratórias estão entre as mais frequentes a atingirem os fumantes passivos, em especial as crianças. São elas: bronquite catarral, pneumonia, broncopneumonia, intensificação de acessos de asma, amidalite, infecções do ouvido médio (otite) e sinusite.

O câncer de pulmão é a mais perigosa doença respiratória que acomete fumantes ativos e passivos. Estudos comprovam que os últimos têm 50% mais chances de desenvolver a doença que os não fumantes. É importante lembrar que os efeitos do cigarro não afetam apenas o pulmão, mas todo o aparelho respiratório. Por isso, há risco de a pessoa desenvolver câncer em outros órgãos também.


Fonte: Dr. Joaquim Rodrigues, pneumologista pediátrico e coordenador do Centro de Doenças Respiratórias da pediatria do Einstein.
 

terça-feira, 22 de outubro de 2013

PLANO DE SAÚDE - ESTATUTO DO IDOSO

Planos de saúde e o Estatuto do Idoso
 
Poder Judiciário vem reconhecendo como ilegais os aumentos dos convênios médicos em razão da mudança de idade de clientes com mais de 60 anos
Por: Julius Conforti
Pós-graduado em Direito Processual Civil, Membro da American Health Lawyers Association e advogado da Araújo, Conforti e Jonhsson Advogados Associados, é colunista convidado do Portal Terceira Idade

 

foto colunas
 
s serviços de assistência médica no Brasil estão cada vez mais caros. Neste ano, o reajuste autorizado pela ANS, a Agência Nacional de Saúde Suplementar, foi de 9,04%.

Os aumentos anuais, que são aplicados aos contratos individuais firmados após o ano de 1999, têm o teto fixado pela agência, mas sempre em patamares superiores à inflação e aos ganhos dos trabalhadores e aposentados. O mesmo acontece com os consumidores que possuem planos coletivos, empresariais ou por adesão, cujos reajustes, que não são controlados pela ANS, podem chegar a mais de 40%.

Mas a situação é ainda pior quando analisamos os aumentos decorrentes de mudança de faixa etária. Embora a agência, em conformidade com o Estatuto do Idoso, proíba, desde 2004, que os convênios médicos aumentem o valor das mensalidades, em razão da mudança de idade dos clientes com mais de 60 anos, há ainda um grande número de consumidores idosos que continuam sofrendo com os reajustes.

Isto acontece porque as operadoras de saúde entendem que somente os contratos assinados após a vigência do Estatuto do Idoso, em janeiro de 2004, ou aqueles que foram adaptados aos termos da Lei 9656/98 após essa data, é que não estão sujeitos à incidência dos aumentos decorrentes da alteração de idade.

Assim, desde a criação do Estatuto, muitas ações judiciais começaram a existir, de modo que fosse declarada a sua aplicação a todos os contratos de assistência médica privada, independentemente do ano de contratação.

O Poder Judiciário, de modo acertado, vem reconhecendo que, dado o relevante interesse social envolvido, o Estatuto do Idoso deve ser aplicado a todos os contratos e considerando, consequentemente, ilegais os aumentos para os clientes com mais de 60 anos.

Observados os prazos prescricionais, os consumidores têm obtido o direito de receber as quantias pagas a mais, em razão desse tipo de reajuste.

PLANOS DE SAÚDE - REDUÇÃO DA REDE MÉDICA

A maioria dos planos de saúde descredencia hospitais, médicos e laboratórios de forma indiscriminada.
 
Sem o rigor necessário, a agência reguladora (ANS) autoriza os descredenciamentos, permitindo que menos hospitais e laboratórios estejam à disposição dos usuários
Autor - Julius Conforti
Pós-graduado em Direito Processual Civil, Membro da American Health Lawyers Association e advogado da Araújo, Conforti e Jonhsson Advogados Associados, é colunista convidado do Portal Terceira Idade


scolher um plano de saúde nem sempre é fácil. Analisar o impacto financeiro que o valor das mensalidades trará para orçamento doméstico e se a rede credenciada oferecida pelo produto escolhido é de boa qualidade são alguns dos elementos fundamentais para a contratação.

Porém, mesmo se cercando de muitos cuidados, não existem garantias efetivas de que a rede, que integrava a categoria do plano inicialmente, será mantida ao longo dos anos. Isto porque, a maioria das operadoras de saúde descredencia hospitais e laboratórios de forma indiscriminada, prática que compromete a qualidade do atendimento. 


De acordo com a Lei 9656/98, que dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde, os convênios médicos até podem descredenciar prestadores de serviços, desde que obtenham prévia autorização da ANS (Agência Nacional de Saúde).

Já em relação ao descredenciamento de médicos, a lei nada dispõe. O problema, dada a reincidência com que esse tipo de prática acontece, é que a agência reguladora parece não ser muito rigorosa em autorizar os descredenciamentos, permitindo que menos hospitais e laboratórios estejam à disposição dos usuários. A legislação permite, também, que os convênios substituam os prestadores de serviços devendo, para tanto, apenas comunicar os clientes com trinta dias de antecedência.

Embora a lei determine que a substituição deva ser feita por um prestador de qualidade equivalente a daquele que não fará mais parte da rede de atendimento, na prática, isso não acontece. Frequentemente, hospitais de primeira linha e de referência no tratamento de determinadas patologias são substituídos por entidades hospitalares mais simples, o que demonstra que nestes casos, infelizmente, a ANS também é bastante flexível com as operadoras de saúde.

Em todas as hipóteses, os tratamentos em curso devem ser mantidos nas entidades hospitalares onde foram iniciados até que estejam concluídos. Os entendimentos judiciais a respeito do tema, em sua grande maioria, reconhecem que toda e qualquer alteração da rede credenciada deve ser previamente comunicada aos consumidores e, se houver provas de que os hospitais remanescentes ou aqueles que passaram a estar disponíveis aos clientes não têm a mesma qualidade dos inicialmente contratados, as operadoras de saúde devem arcar com os custos dos tratamentos nos prestadores que foram indevidamente descredenciados.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

COMPORTAMENTO - PAVOR A PALHAÇO

Isso é normal ocorrer na criança?

O medo na infância é natural e faz parte do desenvolvimento da criança. Cada pequeno tem suas fantasias e seus medos que, normalmente, são transitórios. Basta ter a segurança e apoio de um adulto que seja confiável à criança.
 
Digo isso porque certamente você já notou que a presença de um palhaço às vezes causa reação adversa nas crianças. Ao invés de alegria, ele causa espanto nas crianças, que não consegue traduzir o que o nobre folião tenta transmitir a elas.
 
 
 
O palhaço pode ser interpretado como um “ser estranho” para a criança entre 4 e 6 anos de idade. Para esses pequenos, o palhaço não é uma pessoa e sim uma “coisa” anormal, que tem o rosto todo pintado, roupas espalhafatosas, e atitudes diferentes de tudo que já conheceu.
 
Por ser tão controverso no imaginário do queridinho da família, o palhaço é uma das figuras que mais amedrontam, assim como o Papai Noel, já que o pequeno pode ligar o palhaço a um bicho-papão, entre outros seres “invasores”.
 
É importante ressaltar que crianças sentem mais medo porque conhecem menos. Diante de tudo o que é desconhecido e novo, um certo temor aparece. Essa apreensão passa ela começa a conhecer melhor esse tal “ser diferente”.
 
Como ver um palhaço sem receio? - Contar histórias, não forçar a criança a enfrentar um palhaço ou um Papai Noel são atitudes que contam muito na hora da criança superar esse receio. Se a criança chorar ao fica no colo de um animador infantil, tire a do colo.
 
Conforme vão conhecendo o que são essas figuras, conseguem identificá-las como figuras humanas. Consequentemente, vão perdendo o medo e passarão a dar boas risadas dos personagens.
 
A criança está começando a encher sua caixinha de experiências, vivenciando a vida e tudo o que é diferente oferece perigo e por isso dá medo. E o adulto entra com a participação de mostrar para a criança que aquela experiência nova não é perigosa e por isso não precisa sentir medo.
 
São fases - Cada fase tem os seus medos e a criança sempre troca um medo por outro. Até um ano de idade, os pequenos têm medo de perder a mamãe. Quando a mãe sai do alcance da visão da criança esta fica apavorada achando que a mamãe desapareceu para sempre.
 
Os bebês não têm a chamada “permanência de objeto”, quando sabemos que quando uma pessoa vai ao banheiro ela não desaparece, ela ainda existe. Para os bebês, a pessoa simplesmente desaparece e não existe mais, por isso ficam com medo.
 
As crianças acima de dois anos têm medo de fatores climáticos ou animais, tem medo do que é concreto e não do abstrato. Tente explicar o que acontece num dia de vento e leve-a para brincar na chuva. Não fale que todo cachorro morde, assim a criança ficará com medo só de olhar para um.
 
Explique que tem cachorros bravos e deixe-a passar a mão num bem mansinho.
 
Os pais também passam medo aos filhos. A dura realidade dos dias de hoje como violência e sequestros fazem com que os pais apavorados passem insegurança para os seus filhos que, vivendo nesse ambiente, não conseguem enfrentar os medos que aparecem na sua vida.
 
Temos que ensinar os filhos a lidar com toda essa realidade intranquila, mas oferecendo meios para as crianças lidarem com os problemas e medos e não somente apavorá-los.
 
Os pais devem passar muito amor e segurança para que a criança perceba que seus medos são pura fantasia e não fazem parte da realidade e que podem encará-los. O palhaço está ali para divertir e o Papai Noel para festejar o natal.
 
Todos os medos são normais e naturais desde que não interfira no dia-a-dia da criança, como alimento, sono e convívio social. Se algo parecido acontece, o melhor é buscar ajuda profissional. 
 
Dicas
Os pais são os super-heróis das crianças e por isso podem fazer com que qualquer medo da criança seja superado. Não force a criança a curtir a uma festa animada por palhaço. Se ela não curtir, procure outra animação.
 
Contar histórias antes de dormir, deixar uma luz acesa no quarto e não desvalorizar o medo da criança são atitudes que ajudam a criança.
 
Não deixe seu filho dormir no seu quarto quando estiver com medo, somente tente explicar que seu medo não te motivo e fique com a criança no próprio quarto.
 
 
Fonte: Guia do Bebê

SAÚDE INFANTIL - ROUQUIDÃO EM CRIANÇAS

Quando os pais devem se preocupar?

A rouquidão não é um problema que acomete somente adultos, principalmente os profissionais da voz, como professores e cantores. Esse padrão é um dos sintomas da disfonia (alteração da voz) que mais afeta as crianças.
 
Os alvos mais frequentes da rouquidão são as crianças de 5 a 10 anos, provavelmente por estarem ampliando o círculo de relacionamento ao entrar na escola, sendo o uso da voz mais solicitado. A proporção entre os sexos é de 3 meninos para 1 menina.
 
 
 
Mas por que são os meninos os principais alvos? Não existe uma comprovação científica para isso, mas esse fato se deve provavelmente por uma exigência social de um comportamento mais agressivo dos meninos e pelo fato de serem maioria em esportes que exigem um esforço maior da voz, como futebol e caratê.
 
Lembre-se do goleiro de um time que berra para ser ouvido pelo atacante do seu time do outro lado do campo. Já o atacante não perderá a oportunidade de gritar sempre que marca um gol. Outro exemplo: o menino que quer ser o líder da turma e que costuma sentar-se estrategicamente no fundo da sala de aula, ou melhor, na turma do “fundão”. Haja voz para comandar a classe lá de trás.
 
Os nódulos vocais são a causa mais comum da rouquidão em crianças, representando 70% dos casos. Esses nódulos aparecem pelo esforço das pregas vocais que ficam na laringe (uma das partes internas do pescoço).
 
Para respirarmos, os músculos das pregas vocais ficam separados para o ar fluir do nariz para os pulmões e voltar. Quando falamos, esses músculos se encostam para vibrarem e produzirem o som (voz). Caso essa junção e vibração sejam muito intensas, a prega vocal se irritará e formará o que chamamos de nódulo vocal, antigamente conhecido como calo vocal.
 
A fonoaudióloga Jamile Elias explica as causas e consequências desse problema. “Esses nódulos não deixam os músculos da prega vocal se encostarem por inteiro e haverá um escape de ar, a rouquidão.
 
Para compensar a rouquidão, a criança tencionará ainda mais os músculos na tentativa de acoplá-los e aumentará a intensidade da voz, esforçando e irritando as pregas vocais, persistindo a rouquidão”, informou Jamile.
 
Características - A grande parte das crianças com disfonia já instalada são muito agitadas, falam bastante, gritam o tempo todo e não conseguem controlar sua intensidade vocal. O ambiente familiar também pode ajudar no abuso vocal da criança. Os pais são os modelos da criança e se estes discutem numa intensidade de voz alta, gritam ou falam alto em casa, as crianças seguem.
 
Outra causa da rouquidão são as alergias como bronquite, infecções na garganta ou aquelas que fazem a criança tossir e pigarrear. Esses fatores também exigem demais das pregas vocais, fazendo com que a criança não use a voz de forma adequada.
 
Atenção, pai e mãe - Como as crianças não têm noção da importância dos cuidados com a voz (elas querem é brincar), o envolvimento dos pais e outros membros da família é fundamental para que hábitos saudáveis para a voz sejam estabelecidos.
 
A criança deve tomar alguns cuidados para que a rouquidão seja evitada. Não imitar vozes com esforço, não pigarrar e/ou tossir excessivamente, beber muitos líquidos, não tomar muita bebida gelada e/ou sorvetes, assim como alimentos muito quentes, evitar ficar exposto à poeira/mofo e não tomar leite e seus derivados como iogurte e chocolate antes de atividades que exijam o uso intenso da voz.
 
Antes de atividades que exijam o uso da voz é bom comer uma maçã que, além de hidratar, faz com que as pregas vocais fiquem mais leves e não precisem de tanto esforço para vibrarem.
 
A voz é a reflexão física do pensamento, possui uma característica individual e única do ser humano: a personalidade. Por isso, qualquer rouquidão que dure mais do que 15 dias deve ser avaliada por um otorrinolaringologista ou fonoaudiólogo.
 
Dicas
Seu filho não é cantor (quem sabe futuramente), mas mesmo assim ofereça pelo menos dois litros de água por dia. Isso ajuda a hidratar e limpar as pregas vocais. Uma maçãzinha também ajuda na hidratação.
 
Ajude a criança a conhecer melhor a sua voz e a importância que tem na expressão dos seus sentimentos.
 
Lembre-se que o modelo do seu filho é você. A criança é como uma esponja: absorve tudo o que os pais apresentarem no seu caminho. Portanto, se você gritar sempre, ele também gritará. Em contrapartida, se você fizer um bom uso da voz, ele também fará.
 
 
Fonte: Guia do Bebê e Jamile Elias - fonoaudióloga