quinta-feira, 31 de outubro de 2013

COMPORTAMENTO - OTIMISMO MELHORA A SAÚDE

É possível «aprender» a ser otimista? A resposta é: claro que sim! Se até hoje só tem conseguido ver o lado negativo de tudo o que lhe acontece na vida ensina-o a ver o copo «meio cheio» em vez de «meio vazio».

Siga este plano prático de 10 passos e torne-se mais otimista. Mas, antes de continuar a ler, lembre-se que a chave do otimismo está, acima de tudo, dentro de si.

1. Decida-se e comprometa-se
O primeiro passo é decidir, conscientemente, que quer ser mais otimista. Não basta pensar nisso de vez em quando. Assuma o «compromisso» na sua agenda, diário, ou blogue: «A partir de hoje...»
2. Seja firme na mudança

Não é fácil mudar de um dia para o outro. Normalmente acomodamo-nos a velhos hábitos que, embora possam ser prejudiciais, já nos acompanham desde sempre, pelo que é necessária persistência para substituí-los por novas atitudes mais positivas. Escreva o que quer mudar em concreto e não vacile.

3. Pense positivo
Substituir pensamentos negativos por pensamentos positivos é a regra essencial. Pense: «Eu vou conseguir.», «Não há-de ser grave.», «Vai correr tudo bem.» Diz a especialista que «ao mudarmos a qualidade dos nossos pensamentos, conseguiremos mudar a qualidade das nossas vidas».
4. Valorize o lado bom

Há sempre um lado positivo em tudo o que lhe acontece e é nessa perspetiva que deve enfrentar os seus problemas.
«Ao mudar o foco da sua atenção para o lado positivo de cada situação, estará a desenvolver uma visão mais positiva da vida, o que contribuirá para gerar em si um maior bem-estar, aumentando a sua auto-confiança, e a sua determinação para avançar rumo aos objetivos.»

5. Entusiasmes
A linguagem veicula sentimentos, e a verbalização dos aspectos negativos só os torna mais fortes. Não se queixe do frio, do trânsito, do stress. Não há qualquer utilidade nisso e só a fará sentir-se pior. Em vez disso, pense em formas de contornar o problema e sorria.

6. Rodeie-se de boas pessoas
Construa e mantenha relações pessoais gratificantes e dotadas de boa-disposição com pessoas que tenham uma atitude optimista. Se não têm ajude-as a mudar. A especialista considera que «estas relações são fundamentais, principalmente nos momentos mais difíceis».
 Mantenha uma comunicação positiva – use uma linguagem alegre e entusiástica, incentive e valorize os outros mas seja também a sua própria fonte de motivação», recomenda a especialista.
7. Mexa-se

Diz a especialista que «fazer exercício físico contribui para melhorar o seu estado de ânimo e a sua energia, favorecendo o seu bem-estar geral». Por isso não se acanhe: caminhe, salte, corra, dance... Acima de tudo, divirta-se!

8. Você é quem manda
Você é o autor do seu próprio “filme” e não uma mero espectador. Defina metas e lute por alcançá-las. «Foque-se no que quer ter, em vez de se queixar do que não tem. Ao definirmos objectivos que nos entusiasmam sentimo-nos mais confiantes e desencadeamos acções que nos levam a alcançá-los.»

9. Faça rir os outros
Desenvolva o seu sentido de humor e não tenha receio de dar uma boa gargalhada. Aprenda, também, a rir das coisas menos boas. «Sorria mais, ria mais, brinque mais e verá como se sentirá melhor consigo e com os outros.»

10. Seja solidário
Participe em acções de solidariedade ou de apoio voluntário a algum grupo ou população mais necessitada. «Ao contribuir para a felicidade dos outros estará a contribuir para a sua própria felicidade.». Ajude.

Fontes:  Ana Catarina Alberto com Maria do Carmo Oliveira (psicóloga, especialista em Psicologia Positiva e fundadora do Clube do Optimismo). Portugal

OS RISCOS DO USO DO PIERCING

Os riscos de um piercing

Análise de diversas pesquisas mapeia os principais perigos dos furos.
 
Ninguém está fazendo campanha contra a cultura de pregar peças de metal no corpo, mas vale ter em mente o estado de saúde e o local onde será instalado o piercing antes de ir ao estúdio. Uma revisão publicada pela Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, aponta que 20% dos furos geram infecções e sangramentos. O trabalho ainda acusa as áreas de maior risco — a boca e os genitais. "O ideal é procurar um médico antes de fazer o piercing para que, se necessário, ele prescreva remédios capazes de prevenir o ataque das bactérias e possíveis queloides", orienta o dermatologista Moisés Albuquerque, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. E, se estiver com a imunidade em baixa, aguardar um período mais seguro.
 
 
Moda ou furada?

Por que o piercing pode virar problema:
 

Língua e gengiva

A boca abriga um grande número de bactérias. O artigo de metal pode gerar infecções sérias e até estimular a periodontite.
 

Mamilo

É uma região sensível que, devido ao atrito com a roupa, tende a demorar para cicatrizar e produzir secreções.
 

Umbigo

Zona mais úmida e de difícil higiene, propicia infecções constantes, inclusive por fungos.
 

Genitais

Áreas muito úmidas e colonizadas por microorganismos. Piercings ali causam infecções graves, a ponto de afetar a fertilidade.
 
 
Fonte: Dr. Moisés Albuquerque, dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

GELEIA REAL - CONHEÇA SEUS BENEFÍCIOS

 A Geleia Real apresenta ação biocatalisadora nos processos de regeneração de células no corpo humano, dada sua composição e quantidades de proteínas, carboidratos, vitaminas, hormônios, enzimas e substâncias minerais (WIESE, 1995).
 
 

                  
Utilizada a várias gerações na Europa e Leste Europeu no auxílio a tratamentos de quimioterapia, arteriosclerose, úlceras duodenais e estomacais, doenças do fígado, atraso no desenvolvimento físico e mental de crianças, casos de enfraquecimento geral do organismo após doenças ou como consequência do envelhecimento .

Tem ação preventiva contra o envelhecimento prematuro e é eficaz nos casos de anemia provavelmente por proporcionar o aumento dos eritrócitos. Existem dados de pesquisa segundo os quais a geleia real atua aumentando o consumo de oxigênio dos tecidos, o que é de grande interesse em doenças neurológicas devido à idade, quando a oxigenação do cérebro é reduzida. A presença de hormônios sexuais estimula a atividade sexual. É consumida por pessoas neurastênicas, depressivas, impotentes e astênicas (esgotadas) por sua propriedade euforizante.

Alguns pacientes submetidos a tratamentos quimioterápicos utilizam a Geleia Real, pois ajuda a reduzir de forma importante os indesejados sintomas característicos da quimioterapia.


                  
  • Pacientes submetidos a tratamentos quimioterápicos
  • Revitalizante
  • Aumenta a capacidade física, intelectual e sexual
  • Prevenção do envelhecimento precoce
  • Anemia
  • Estados de convalescença
  • Auxiliar no combate a queda de cabelo
  • Doenças neurofísicas devido à idade
  • Auxiliar no tratamento de problemas cardiovasculares e hepáticos
  • Reumatismo
  • Arteriosclerose
  • Esgotamento nervoso
  • Normalização do apetite e equilíbrio das funções gástricas



A Geléia Real é constituída, em média, por 66% de água, 13% de carboidratos, 12% de proteínas, 5% de lipídeos, 3% de vitaminas, enzimas e coenzimas e 1% de sais minerais. Dos 21 aminoácidos encontrados na geleia real, destacam-se: leucina, lisina, valina, arginina, isoleucina e fenilalanina. Observam-se também os seguintes minerais, por ordem decrescente de quantidade: enxofre, magnésio, ferro, zinco, cobre, arsênico, lítio, cobalto, níquel, manganês e cromo.

Dentre as vitaminas, ressaltam as seguintes: tiamina (vitamina B1), riboflavina (vitamina B2), piridoxina (vitamina B6), niacina, biotina (complexo B), inositol, ácido fólico, e pequenas doses das vitaminas C e D.

Existem outros componentes, como um fator antibacteriano, ativo contra as bactérias Escherichia coli e Salmonela, acetilcolina, grãos de pólen e hormônio gonadotrófico.
 
                  
Em geral de 0,5 a 1,00 g diariamente após o café da manhã, colocando embaixo da língua com espátula anexa (½ espátula corresponde a 0,5 g aproximadamente). Pode ser ingerida com um pouco de líquido (cerca de 50ml) como sucos, água e outros.

Em caso de doenças em geral ou convalescença sugerimos de 0,25g a 0,5g três vezes ao dia após as refeições.

Importante:
  • Não pode ser diluída em líquidos quentes como chá, café, leite, etc.
  • Armazenar em geladeira ou freezer e manter sempre no mesmo local.
  • Uma vez congelada a geleia real não deve ser descongelada
 

PÓLEN DE ABELHAS- CONHEÇA SEUS BENEFÍCIOS


É considerado um dos alimentos mais nutritivos da natureza pois são ricos em proteínas (40% e contém mais amino ácidos do que ovo, carne, etc), amino ácidos, vitaminas do complexo B e enzimas. Cada colher de chá cheia contém mais de 2.5 bilhões de grãos de pólen de flores.

Os componentes principais do pólen são proteínas e aminoácido, lipídeos (gorduras, óleos e derivados) e açúcares. Todos os aminoácidos essenciais aos humanos (fenilalanina, leucina, valina, isoleucina, arginina, histidina, lisina, metionine, treonina e triptofano) podem ser encontrados. Muitas enzimas, altos teores de vitaminas (B1, B2, B3, B5, B6, B12, A, P, E e C) e alguns minerais (K, Na, Ca, Mg, P, S, traços de Fe, Zn, I, Al, Mn, B, Cl, Cu e outros) também estão presentes. Possui em média 20 vezes mais caroteno (provitamina A) que a principal fonte natural, a cenoura.


 
Indicações:   
  • Stress;
  • Depressão;
  • Anemia;
  • Fadiga física e mental;
  • Níveis altos de colesterol;
  • Hipertrofia prostática;
  • Disfunções sexuais;
  • Suporte em casos de atraso no desenvolvimento físico e mental;
  • Auxiliar na formação de massa muscular;
  • Combate o envelhecimento precoce.
 
      Com sua larga variedade de substâncias benéficas interage com o organismo melhorando a absorção e uso dos nutrientes provenientes da nutrição regular. Os seus próprios nutrientes também auxiliam diretamente o restabelecimento do equilíbrio orgânico, sendo um ótimo complemento alimentar para pessoas que têm uma dieta desequilibrada ou deficiente.
 
      Várias décadas de observações em países europeus Ocidentais e alguns testes clínicos mostraram que o pólen é efetivo no tratamento de problemas de próstata, variando de infecções e inchaços até câncer (Denis, 1966 e Perguntar-Upmark, 1967).
 
      O pólen normaliza o intestino, aumenta o apetite e a capacidade de trabalho, auxilia o combate ao estresse e as debilidades físicas e mentais. Tem sido usado no tratamento de anemia perniciosa e pressão baixa. Pesquisas demonstraram que as propriedades rejuvenescedoras atribuídas ao mel, na realidade são devidas à presença de pólen no mesmo.
 
      Resumindo, o Pólen é um excelente complemento alimentar que funciona como um verdadeiro alimento para a saúde, uma vez que, além de fornecer nutrientes auxilia o organismo no combate e prevenção de doenças.
  
Restrições:
 
  • Pessoas sensíveis ao pólen não devem fazer uso do produto. Em caso de reação alérgica suspender a uso. Porém, fique atento, a qualquer sintoma de olhos inchados, coceiras, pare imediatamente e procure auxílio medico.   
Efeitos colaterais: 
  • Não há relatos concretos, mas deve-se atentar para a ocorrência de reações alérgicas.
  
Recomendações de uso: 
  • Como tratamento, recomenda-se o uso contínuo por três meses.
  • Adultos: 10 a 20 gramas ao dia.
  • Crianças (até 5 anos): 4 a 8 gramas ao dia.
  • Observação: 1 colher de café (rasa) equivale a 4 gramas e 1 colher de sobremesa (rasa) equivale à 8 gramas.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

OFTALMOLOGIA - OLHOS SAUDÁVEIS NO INVERNO

Cuide da saúde dos olhos no inverno

 

A estação favorece o aparecimento da conjuntivite e os raios ultravioletas (UVA) se mantêm constantes, podendo causar problemas na retina. Saiba mais.

O inverno é um período que exige atenção redobrada para a saúde dos olhos. Neste período, a incidência dos raios ultravioletas se mantém constante e a falta de chuvas intensifica o clima seco, aumentando a poluição do ar e causando um desconforto visual.
 
 
 
Para a oftalmologista Marcia Beatriz Tartarella, diretora da Sociedade de Oftalmologia Pediátrica da Latino América, a ausência do sol não deve estimular a pessoa a deixar os óculos protetores em casa.
 
“A radiação UVA é constante, independe da quantidade de nuvens no céu. Usar óculos de sol ou lentes fotossensíveis é importante, porque a maioria das lentes de óculos de grau não vem com filtro solar”, alerta a médica.
 
Os danos causados pelos raios UVA são cumulativos. “Eles podem causar problemas na retina, como uma alteração na mácula (área central da retina) e aparecimento da catarata”, explica a oftalmologista.
 
Outro problema bastante frequente no inverno é o chamado olho seco. “Se o ambiente está mais seco e chove menos, além de ser poluído, os olhos sofrem mais, ocasionando a síndrome dos olhos secos”, explica Márcia, ressaltando que ficar à frente de uma tela de computador por horas seguidas favorece o aparecimento da síndrome. “A presença de secreção, dor, vermelhidão e ardor apontam para esse problema”.
 
Piscar faz com que haja uma distribuição melhor das lágrimas, contribuindo para aliviar o desconforto. A persistência, porém, indica que a pessoa deve procurar um oftalmologista.
 
“Na maioria das vezes, receitamos colírios lubrificantes, ou pomadas hidratantes para serem usadas antes de dormir”, explica Márcia.
 
Outro perigo é o contágio da conjuntivite alérgica. “Os ambientes fechados propiciam a propagação do vírus”, alerta a médica.
 
 
Fonte: Dra. Marcia Beatriz Tartarella, oftalmologista e diretora da Sociedade de Oftalmologia Pediátrica da Latino América

BROMIDROSE (CHULÉ) - LIVRE-SE DESTE MAL

Chulé: como se livrar desse mal. Entenda o que causa o cheiro ruim nos pés, siga as dicas para eliminá-lo e nunca mais tenha vergonha de tirar os sapatos em público.

 
Só de pensar no mau cheiro que os pés exalarão, há quem não tenha coragem de tirar os sapatos em locais públicos (um restaurante japonês, por exemplo) ou mesmo de dar uma relaxadinha nos calçados durante o expediente. O culpado por todo esse desconforto é o chulé – ou, se preferir chamar pelo nome técnico, a bromidrose.
 


Como cuidar dos pés no inverno   
           
O que causa o chulé é a combinação de suor com bactérias nos pés. “Isoladamente, o suor é composto por água e eletrólitos [sais minerais], e não tem cheiro. É natural em todo ser humano, todo mundo sua. O problema ocorre quando há bactérias no local, porque elas encontram na umidade o ambiente ideal para se proliferarem e produzirem aquele odor ruim”, explica a dermatologista Márcia Grieco, do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos.

Bolhas nos pés: pode estourar? 
                          
É preciso entender, portanto, de onde vêm essas bactérias. Sua principal fonte está na má higienização dos pés. Quando os espaços entre os dedos não são lavados ou a secagem pós-banho não é feita adequadamente, as bactérias se acumulam nessa área e começam a agir, gerando chulé.
 
Aliado a isso, o hábito de manter os pés fechados em sapatos também beneficia o crescimento bacteriano. “Se os calçados forem de materiais sintéticos, como plástico ou borracha, a situação piora. Eles estimulam a sudorese, retêm completamente a umidade e viram colônias de bactérias”, diz o podólogo Aires Charão, da Clínica Quiropé.
 
Mas mesmo pés muito bem asseados e refrescados podem se tornar vítimas de chulé: isso acontece quando surgem frieiras nos dedos ou micoses nas unhas. Márcia afirma que “essas condições levam aos pés fungos e bactérias que só desaparecerão com a eliminação das infecções. Durante o tratamento, é normal algum cheiro forte se manifestar”.

Saiba como proteger seus pés dos fungos                           
 
Confira dez dicas da dermatologista e do podólogo para evitar ou eliminar o chulé e fique tranquilo nas próximas vezes em que for tirar os sapatos em público.
 
1. Dê atenção à lavagem dos pés
Assim como todo o corpo, os pés devem ser lavados com esponja ou bucha e sabonete. Os espaços entre os dedos precisam de uma dose extra de atenção, pois é lá que as bactérias gostam de se alojar. Esfregue bem todos os vãos.
 
2. Seque os pés muito bem depois do banho
Use dois pedaços de papel higiênico (um para o pé esquerdo e um para o direito) para enxugar os espaços entre os dedos – a toalha não absorve a umidade tanto quanto ele e, de toda forma, normalmente está úmida quando chega a vez de secar os pés. Uma secagem bem feita é meio caminho andado para evitar o alojamento e a proliferação das bactérias.
 
3. Use talco antisséptico para os pés
Para garantir que os pés fiquem realmente bem enxutos, passe talco antisséptico nos pés após a secagem com papel higiênico. Ele absorverá qualquer vestígio de umidade que possa ter sobrado nos vãos entre os dedos.
 
4. Permita que os pés “respirem”
Sempre que possível, tire os sapatos fechados e deixe os pés se refrescarem. Em casa, use chinelos ou sapatos arejados e confortáveis de pano ou de couro. Estes são os melhores materiais para a evaporação do suor dos pés.
 
5. Prefira as meias de algodão
O algodão permite que o suor dos pés evapore com mais facilidade e, assim, as bactérias que possam estar nos pés não tenham tempo de agir e criar chulé. Meias de nylon, por outro lado, tendem a reter o suor, criando o cenário ideal para a proliferação bacteriana. Evite-as o máximo que puder.
 
6. Não reutilize meias sem lavá-las
Depois de usadas, as meias carregam bactérias pelo menos do lado de fora (no caso de pés que tenham sido bem asseados e secos). Se elas não forem lavadas, as causadoras do mau cheiro se espalham pelo tecido e podem chegar, no próximo uso, aos espaços entre os dedos. É lá que o suor tende a se concentrar. Resultado: chulé.
 
7. Esterilize suas meias
É mais simples do que você imagina: passe as meias, pelo avesso, com ferro quente. Isso matará qualquer vestígio de bactéria que possa ter sobrado após a lavagem.
 
8. Não use o mesmo par de sapatos em dias seguidos
Não importa se é inverno ou verão, os sapatos ficam quentes e um pouco úmidos depois do uso e levam cerca de 24 horas para estarem realmente secos novamente. Se forem recolocados nos pés em um período mais curto que isso, levarão umidade aos dedos e propiciarão o ciclo já conhecido: bactérias no ambiente de que mais gostam para a proliferação e consequente produção do mau cheiro. Deixe os calçados descansarem em locais arejados e, de preferência, ensolarados.
 
9. Escolha sapatos que não “sufoquem” os pés
Couro e tecidos (na superfície, no forro, na palmilha e no solado) são os melhores materiais para os sapatos no que diz respeito a evitar chulé, pois eles permitem que o suor evapore com mais facilidade. E quanto mais aberto ou com frestas o modelo, melhor. Evite calçados muito fechados e de materiais sintéticos, como borracha e plástico. Eles estimulam a sudorese e retêm toda a umidade dos pés, dando as condições ideais para o surgimento de odores ruins.
 
10. Ao notar alterações na pele dos pés ou micose nas unhas, procure um médico
Frieiras e micoses levam fungos e bactérias aos pés. Nesse cenário, é normal ser gerado algum chulé enquanto as infecções não forem eliminadas, e o tratamento adequado só poderá ser recomendado por um médico após consulta individual. Portanto, nada de apelar para um remédio usado por um amigo ou parente para algo parecido. Cada caso é um caso.             
  

TERCEIRA IDADE - EXAMES IMPORTANTES

Exames para a terceira idade - Confira a lista de exames para um check-up completo

Para ficar com a saúde em dia, a palavra-chave é prevenção. Os cuidados devem ser constantes em qualquer fase da vida, mas é fato que a terceira idade exige mais atenção. “Hoje, a expectativa de vida é alta. Se não prevenir doenças aos 60 anos, a pessoa passará mais 20 anos doente”, explica Rossana Maria Russo Funari, geriatra do Hospital Edmundo Vasconcelos, de São Paulo. O colesterol alto – um mal comum entre os idosos e associado a um maior risco cardíaco – é um bom exemplo. Se descoberto cedo, os próximos anos podem ser vivenciados de maneira tranquila, controlando a taxa de gordura no sangue e a alimentação.
 
 
E quando é hora de passar do clínico geral para o geriatra? Segundo os especialistas, para a mulher, o ideal seria consultá-lo logo que a menopausa aparecer, por volta dos 55 anos; já para os homens, a indicação é a partir dos 60. A ida ao consultório deve ser anual ou, se houver algum problema, realizada três vezes por ano.
 
“O geriatra deve orientar na prevenção de quedas, cobrar a visita ao ginecologista e outras especialidades, observar se a carteira de vacinação está em dia e ficar atento à Alimentação do idoso”, afirma Funari.
 
Para um check-up completo nessa fase da vida, a presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Silvia Ferreira, indica a relação de exames que devem ser realizados.
 
Hemograma: por meio do exame de sangue o médico pode identificar diversos aspectos da saúde. É possível ver se o paciente está anêmico ou se o número de glóbulos brancos está dentro do normal. Também é importante que ele possa verificar a creatinina, para averiguar as funções do rim; as transaminases, que darão indícios sobre as funções do fígado, e a albumina – proteína que revela se o paciente está ou não bem nutrido.
 
Mas é também através desse exame rápido e simples que o médico consegue avaliar índices importantes como o colesterol (tanto o LDL, o colesterol ruim, quanto o HDL, conhecido como bom colesterol) e o perfil lipídico, que revela se há ou não risco para aterosclerose, AVC ou hipertensão arterial.
 
TSH: a medição do nível de hormônio da tireoide é importante para verificar se há alguma alteração significativa em seu funcionamento.
 
Mamografia: o exame é indicado a partir dos 35 anos, ou a partir dos 30 em mulheres com casos de câncer de mama na família. Ele deve ser realizado a cada cinco anos até os 70 anos.
 
Densiometria óssea: deve ser feito tanto por homens quanto por mulheres, só que em idades diferentes. Para elas, a indicação é logo após a menopausa e para eles acima dos 60 anos. A finalidade é evitar a osteoporose e também possíveis complicações decorrentes de quedas, que afetam 30% dos idosos e podem até levar à morte.
 
Colonoscopia: recomendado a partir dos 50 anos e até os 85. Pacientes com casos de câncer na família devem repetir o exame de cinco em cinco anos, os demais devem repetir a cada 10 anos. O objetivo é rastrear câncer de colorretal. Um único exame de reto e da última parte do cólon (partes do intestino) em pessoas entre os 55 e os 64 anos permite reduzir a mortalidade por câncer colorretal em 43%
 
Raio-X de tórax: imprescindível para quem é fumante, a fim de avaliar os pulmões. O médico consegue rastrear câncer nesses órgãos, além disso, esse exame também pode identificar o inicio de uma pneumonia, doença perigosa na terceira idade.
 
Eletrocardiograma: Ferreira indica que o eletrocardiograma seja realizado logo que o paciente passe a consultar com o geriatra. “Assim, o médico terá exames para comparação se houver alteração no futuro”, afirma. A saúde cardíaca deve ser acompanhada de perto pelo profissional, mas é sempre recomendado ir a um cardiologista.
 
Exames ginecológicos: papanicolaou e exame de toque devem fazer parte da lista até os 70 anos. “Muitas mulheres não querem fazer porque não tem mais vida sexual ativa. É preciso ficar claro que algumas infecções independem disso e que esse é um exame importante”, ressalta Funari.

Toque retal: apesar de ainda ser temido por muitos homens, esse exame detecta anomalias importantes na próstata, como um câncer.

PSA (sigla para Antígeno Prostático Específico): outro indicativo essencial para a saúde masculina. O índice desse antígeno é classificado como o mais eficaz na detecção do câncer de próstata, um dos mais letais para o público masculino.
 
25-hidroxi vitamina D: “A vitamina D tem sido considerada essencial para a boa saúde, principalmente dos idosos”, afirma Ferreira. Estudos têm comprovado a importância dessa vitamina na prevenção de doenças como a osteoporose. A vitamina D é produzida pelo corpo naturalmente depois da exposição ao sol. A geriatra, no entanto, pondera que este não é um exame essencial.
 
“Ainda não está disponível na rede de saúde pública, por exemplo. Mas se ele puder ser realizado, melhor.”
 
Fonte: Dra. Rossana Maria Russo Funari, geriatra do Hospital Edmundo Vasconcelos, de São Paulo e Dra.  Silvia Ferreira, da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia.