terça-feira, 3 de dezembro de 2013

SAÚDE INFANTIL - Maquiagens Infantis

Um requisito essencial para a maquiagem infantil é ter baixo poder de fixação e ser facilmente removida da pele com água. Cada tonalidade de blushes e rouges deve ser testada antes de ser comercializada, para se avaliar o potencial de irritação, sensibilização e toxicidade oral. Além disso, a Anvisa permite que as maquiagens contenham substâncias que possuam gosto ruim (amargo) para evitar que a criança leve o produto à boca.
 
 

Atenção: maquiagens para boneca e outras comercializadas como brinquedos não podem ser utilizadas em crianças, pois não são formuladas com ingredientes próprios para a pele infantil e nem propiciam a segurança necessária.
 
Fonte: Anvisa

SAÚDE INFANTIL - Fixadores de Cabelo

Os fixadores de cabelo infantis podem ser coloridos, perfumados, ter fotoprotetor e efeito luminoso. No ato do registro, devem ser apresentados testes que comprovem a sua segurança. São indicados para crianças a partir de três anos de idade e devem ser aplicados exclusivamente por um adulto.
 
 
Embalagens 
 
As embalagens de cosméticos infantis devem apresentar sistemas e válvulas de dosagem que permitam a liberação de pequenas quantidades do produto e não devem ter pontas cortantes ou perigosas. Além disso, elas devem ser isentas de substâncias tóxicas e não podem ser apresentadas na forma de aerosol.
 
Atenção: Os pais devem supervisionar o uso de produtos cosméticos pelas crianças. Caso surjam coceiras, irritações ou alergias, suspenda o uso do produto e procure orientação médica.
 
Fonte: Anvisa

SAÚDE INFANTIL - Batons e Brilhos Labiais

Os batons e brilhos labiais devem colorir os lábios temporariamente. Como nos demais produtos infantis, a fórmula deve ser composta por ingredientes seguros. Antes de comercializar esses produtos, a empresa deve comprovar a segurança de cada tonalidade junto à Anvisa.
 

O rótulo deve possuir indicações de segurança específicas incluindo a indicação da faixa etária de uso do produto. Em crianças pequenas, um adulto deve aplicar e supervisionar o uso do produto.
 
Fonte: Anvisa
 
 
 
 
 


 





SAÚDE INFANTIL - Esmaltes Infantis

Esmaltes permitidos para crianças são aqueles à base de água e que saem sem necessidade do uso de acetona ou removedor. Por não possuírem solvente, o cheiro dos esmaltes infantis é bem diferente do presente nos esmaltes para adultos.
 
 
Os esmaltes também podem possuir substâncias de gosto amargo, para evitar a ingestão acidental por parte das crianças, e cada tonalidade deve ser testada a fim de se avaliar o seu potencial de irritação, sensibilização e toxicidade oral.  O rótulo deve possuir orientações e advertências de uso.
 
Fonte: Anvisa
 
 
 
 
 
 
 
 
 

SAÚDE INFANTIL - Protetores Solares

É importante o uso do protetor solar diariamente nas crianças para se evitar queimaduras solares. Mas atenção, antes de aplicar o protetor em crianças com menos de seis meses de idade, um médico deve ser consultado e os banhos de sol devem ser restritos ao tempo e aos horários indicados pelo pediatra.
 
O fator de proteção solar (FPS) do produto a ser utilizado nas crianças deve ser no mínimo 15, de acordo com o fototipo de pele ou conforme recomendação médica. Quanto maior o valor de FPS do produto, maior a proteção proporcionada.

O protetor solar deve ser reaplicado a cada duas horas. Em praia ou piscina, mesmo que o produto seja resistente à água, os pais devem reaplicá-lo na criança após sua entrada na água ou depois de muita transpiração. Mesmo com esses cuidados, a exposição solar deve ser evitada no período das 10h às 16h.
 
Fonte: Anvisa

SAÚDE INFANTIL - Sabonetes Xampus e Condicionadores Infantis

Sabonetes Xampus e Condicionadores Infantis
 
Cabelo de criança também merece cuidado especial. Para isso, lave-o com um xampu infantil a fim de limpá-lo e tirar-lhe os resíduos. Caso seja necessário o uso de condicionador, o produto deve ser aplicado por um adulto para que não corra o risco de excessos de creme nos cabelos.
 
 
 
Crianças devem usar sabonetes infantis, mais apropriados à sua pele delicada. Em caso de contato com os olhos, os produtos devem ser imediatamente retirados, enxaguando-se o rosto e os cabelos das crianças. Em crianças alérgicas, os cuidados no uso desses produtos devem ser redobrados.
 
Fonte: Anvisa
 
 
 
 
 
 
 
 
 

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

SAÚDE INFANTIL - Cólica do recém-nascido

O seu bebê (menor do que 100 dias) têm períodos de agitação regulares, todos os dias e parece que você não pode fazer nada para confortá-la?
Isso é muito comum, especialmente entre a tarde e a meia-noite, justamente quando você também está se sentindo cansada dos trabalhos do dia. Esse período de mau humor pode ser como uma tortura, especialmente se você tiver outras crianças ou trabalho a fazer, mas felizmente eles não duram por muito tempo. A permanência desta agitação dura de cerca de três horas por dia por seis semanas e então declina para uma ou duas horas por dia até o 3º ou 4º meses, quando desaparece.
Acalmando o bebê após poucas horas, o resto do dia é relativamente tranquilo, não há razão para alarme.
O que fazer
Se o choro do nenê não pára, mas se intensifica e persiste ao longo da tarde ou da noite, pode ser causado por cólicas do recém nascido. Cerca de um quinto de todos os bebês desenvolverem cólica, geralmente entre a segunda e quarta semanas. Eles choram inconsolavelmente, muitas vezes gritando, agitando as pernas e braços. Seus estômagos pode estar  distendido com gases. O choro pode ocorrer a qualquer hora, embora freqüentemente piorem no início da noite.
Infelizmente, não há explicação definitiva sobre por que isso acontece. Na maioria das vezes, a cólica significa simplesmente que a criança é extraordinariamente sensível à estimulação ou também por ter  um sistema nervoso imaturo.  Conforme ela amadurece, essa incapacidade de consolar-se marcado pelo choro constante vai melhorar, e geralmente, para por volta dos três ou quatro meses, mas pode durar até seis meses de idade.
Às vezes, os bebês em aleitamento materno, a cólica é um sinal de sensibilidade a um alimento na dieta da mãe, especialmente à cafeína. O desconforto pode ser causado mais raramente pela sensibilidade à proteína do leite de vaca.
Cólica também pode sinalizar um problema médico, como uma hérnia ou algum tipo de doença, por isso converse com seu pediatra tentando caracterizar o melhor possível os sintomas.
Embora não se tenha muito que fazer a não ser esperar pela melhora, existem várias coisas que talvez valesse a pena tentar:
Primeiro, é claro, consultar o seu pediatra para se certificar de que o choro não está relacionado a qualquer condição médica séria que necessitem de tratamento. Em alguns casos ele poderá receitar algum medicamento.
Pergunte a ele qual das seguintes medidas seriam mais úteis.
1)           Se você está amamentando, você pode tentar eliminar os produtos lácteos, a cafeína, de sua própria dieta.  
2)           Se você está alimentando com fórmula para bebê, fale com seu pediatra sobre uma fórmula de hidrolisado de proteína.
3)           Se a sensibilidade aos alimentos está causando o desconforto, as cólicas devem diminuir dentro de alguns dias após estas mudanças.
4)           Não alimente seu bebê a todo o momento, o que pode ser desconfortável. Em geral, tente esperar pelo menos 2-2 horas e meia desde o início de uma alimentação ao no início da próxima.
5)           Caminhada com seu bebê em um carrinho de bebê para acalmá-lo.
6)            O contato corporal e movimento irão tranqüilizá-lo, mesmo se o desconforto persistir. Balance um pouco ou cante suavemente, pois movimentos rítmicos constante e um som calmante podem ajudá-la adormecer.
7)           Introduzir uma chupeta. Enquanto alguns bebês amamentados podem recusá-la, poderá fornecer alívio imediato para os outros.
8)           Deite o bebê da barriga para baixo em seus joelhos e esfregue suas costas ou faça massagem em seu abdômen. A pressão contra a sua barriga pode ajudar a confortá-la.
9)           Enrole  ela em um fino cobertor grande para que ela se sinta segura e aquecida.
10)        Quando você se sente tensa e ansiosa, procure se afastar do bebê, mesmo por uma ou duas horas,  pois vai ajudar você a manter uma atitude positiva e menos irritada.
 
Autor: José Luiz Setúbal
Fonte: Cuidando do seu bebê e da criança pequena: Birth to Age 5
 (Copyright © 2009 Academia Americana de Pediatria)