quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

ALIMENTAÇÃO - As cores dos alimentos

As principais propriedades das cores dos alimentos na saúde.
 
A coloração dos alimentos possuem uma justificação que é pelo pigmento encontrado nos mesmo, e esses pigmentos possuem fatores extremamente importantes para o nosso organismo. Porém, esses alimentos possuem diversas propriedades que nos auxiliam no dia a dia como:
 
 A cor Vermelha aumenta o calor, estimula a circulação do sangue libera a adrenalina, traz autoconfiança, iniciativa, força de vontade e dispersa o cansaço físico. Muito indicada em casos de anemia, paralisia, má circulação, depressão, medo, angustia, insegurança, preocupação excessiva, problemas sanguíneos, dentes, problemas de coluna e ossos. Os principais alimentos são: tomate, pimentão vermelho, caqui, maçã, cereja, beterraba, rabanete e groselha. A cor Laranja tem função regeneradora, possui uma ação magnífica na mente onde ajuda a assimilar idéias novas e estimula a energia sexual.
 
Cor Laranja é indicada para depressão, repressões, intolerância, inveja, imaturidade, inflexibilidade e ciúmes, impotência sexual, eliminação de gorduras na corrente sanguínea, diarréia, bronquite, asma e artrite. Os principais alimentos: mamão, cenoura e abóbora.
Cor Amarela é indicada para o stress, tensão, falta de autocontrole, vitimização, sistema nervoso, problemas do fígado, intestino, pele, diabete, veias, vasos, regeneração dos ossos, fortalecimentos dos músculos, cansaço mental e estimula as faculdades mentais. Os principais alimentos: melão, abacaxi, banana, maracujá, pimentão amarelo, limão amarelo e caju.
Cor Verde indicada para problemas emocionais, ataques cardíacos, eliminação de magoas, ressentimentos, ansiedade, egoísmo, calmante, problemas cardíacos, fígado, estômago, bexiga, sistema muscular, gripes, câncer, dores de cabeça, coração, pressão sanguínea e processos infecciosos. Os alimentos são: abacate, uva verde, limão e as hortaliças em folhas.
Cor Preta indicada para irritabilidade, inflexibilidade, nervosismo, agressividade, insatisfação, obsessão, problemas de garganta, tireóide, insônia, gula e problemas ósseos.
 E por último a cor Roxa que atua no desenvolvimento de percepção e equilíbrio espiritual. Indicada para sentimentos de solidão, melancolia, neuroses, problemas mentais, tumores, estômago, áreas genitais femininas, câncer e problemas circulatórios.

COMPORTAMENTO - Otimismo e Pessimismo


Não deixa de ser curioso observar as diferentes reações do ser humano frente a certos obstáculos.
 
Ao adoecer, algumas pessoas só pensam na recuperação; outras sentem que jamais voltarão a ter saúde. Diante de uma situação de risco, os otimistas decidem enfrentá-la, pois acham que as chances de sucesso são boas; os pessimistas recuam, antevendo a catástrofe. Para começar um namoro, o otimista se aproxima de alguém que despertou seu interesse; o pessimista evita o primeiro passo, imaginando uma rejeição inevitável.
 
 

As diferenças não param aí. Se de um lado, há alegria de viver, generosidade, desprendi­mento, do outro há certa tendência ao egoísmo e à tristeza, às vezes disfarçada de falsa euforia. O otimista está sempre cheio de planos e projetos, é inovador, contagiando com sua esperança as pessoas que o cercam. O pessimista é mais comedido nos gastos e nos gestos, costuma ser conservador, só se interessa por coisas que já foram testadas e agradam à maioria.

Quais serão os fatores que impulsionam o ser humano na direção de um comportamento posi­tivo ou negativo em relação à vida? Vale a pena levantar algumas hipóteses. Antes de mais nada, acredito que não se trate de um mero condi­cionamento ou hábito de pensar. Quer dizer, não adianta acordar de manhã com a disposição de mudar e de tomar atitudes positivas. Esse tipo de otimismo será falso, superficial e não levará ao sucesso almejado. Tenho a impressão de que há algo de inato em nosso comportamento. Certas pessoas possuem forte impulso vital. Portadoras de uma energia inesgotável, são movidas por um combustível que falta à maioria dos mortais. Nelas, a alegria de viver é transbordante. Nada as deixa tristes e, em certas situações, parecem levianas porque não dão muito peso a sofrimento algum. Esse fenômeno inato provavelmente está ligado à bioquímica de nossas células cerebrais.

Outro fator que predispõe ao otimismo ou ao pessimismo é a avaliação crítica de nosso pas­sado. Por exemplo, se uma pessoa de 40 anos fizer uma retrospectiva de sua vida e concluir que teve progressos indiscutíveis, haverá bons motivos para o otimismo em relação ao futuro. Se, ao contrário, na hora de somar e subtrair, o saldo for negativo, o pessimismo prevalecerá. Essa autoavaliação não abrange apenas con­quistas de ordem material. O que mais interessa é o sucesso enquanto ser humano. Conseguir domi­nar os impulsos agressivos, ter uma vida senti­mental e sexual satisfatórias, ser tolerante para com as diferenças de opinião são condições que conduzem ao otimismo.

Finalmente, há um terceiro fator, sem dúvida o mais importante de todos, que orienta nossa atitude. Esse fator é a coragem. Pessoas que não têm medo de ousar tendem ao otimismo. Elas não temem o sofrimento e o fracasso. Sabem que o forte não é aquele que sempre acerta, mas aquele que corre o risco de errar e sobrevive à mais dura queda. Os seres humanos mais felizes suportam bem a dor e costumam ter uma rotina mais criativa e alegre. Seu otimismo leva ao sucesso, pois consideram eventuais derrotas um aprendizado que os tornará ainda mais fortes. O oposto acontece com o pessimista. Ele fica para­lisado, não por convicção, mas por medo. Não tem medo porque é pessimista. É pessimista porque tem medo. E assim vai passando pela vida, cada vez mais inseguro e acomodado e — o que é pior — cada vez mais invejoso.

Fonte: Dr. Flávio Gikovate - Médico-psiquiatra, psicoterapeuta, conferencista e escritor.

ÓCULOS DE SOL PARA CRIANÇAS


Saiba a partir de que idade é que estas os devem usar.

Com o verão e o calor, devem aumentar as preocupações dos pais em proteger os seus filhos dos efeitos nocivos do sol.

E, tal como a pele necessita de um creme protetor, os olhos também necessitam de ser protegidos contra as radiações solares.

 

Estima-se que a média de radiação recebida pelos mais pequenos seja três vezes a do adulto e que cerca de 80% da radiação seja recebida antes dos 20 anos.
A longo prazo, os efeitos negativos provocados pelas radiações ultravioletas são, sobretudo, as cataratas e a degenerescência macular relacionada com a idade. «o cristalino da criança transmite mais radiação visível de baixo comprimento de onda (azul) e ultravioleta à retina do que o cristalino do adulto. Cerca de 75% da radiação que chega à retina ocorre antes dos 10 anos e apenas 10% depois dos 25 anos». Estes dados provam que é necessária proteção durante os períodos de vida em que a criança está mais exposta ao sol.

Oftalmologistas e optometristas recomendam, por isso, que as crianças usem óculos de sol  sensivelmente a partir dos três anos, se bem que há especialistas que falem em três meses, sempre que estejam expostos ao sol, sobretudo na praia ou na neve, mas também num passeio pelo parque. «Existem modelos adaptados para crianças que permitem a sua utilização a partir dos três anos.
Antes dessa idade não fará muito sentido porque não é previsível que esteja muito exposta ao sol.

Mas não basta usar óculos escuros. É necessário que estes sejam de boa qualidade, dado que devem filtrar 99 a 100% das radiações UVA e UVB e, se possível, a porção azul da luz visível. Cerca de 30% dos óculos de sol vendidos anualmente são considerados ilegais.
Uma lente escura, que não esteja devidamente tratada, engana o sistema ocular automático, que deveria fechar a pupila na presença de muita luz. Ao contrário, a lente escura dá aos olhos a impressão de que o ambiente está escuro e as pupilas ficam mais abertas, ampliando a área de entrada da luz, podendo causar vários danos, com o passar do tempo.
 

Fonte: Dr. Luís Gouveia Andrade - oftalmologista e Dr. Sergio Penedo - optometrista

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

VIDA SEM ENXAQUECA - Saiba a hora de procurar um médico


A enxaqueca — dor de cabeça que pode vir acompanhada de uma série de sintomas, como náusea, vômito e sensibilidade à luz — atinge entre 2% e 3% da população brasileira. Entre essas pessoas, uma em cada dez sofre com a forma crônica do problema: crises em pelo menos metade dos dias de um mês. A enxaqueca é uma dor de cabeça primária, o que significa que ela não acusa uma doença séria de saúde, mas pode ser incapacitante ou prejudicial ao cotidiano das pessoas.
Não existe cura para a enxaqueca, como explica o neurologista Antônio Galvão, coordenador do departamento de dores da Academia Brasileira de Neurologia. "A única coisa que parece curá-la é a idade. Ainda não se sabe o motivo, mas, na maioria das vezes, as pessoas deixam de apresentar o problema conforme envelhecem, especialmente após os 60 anos", diz. 
Saída — Existem, porém, formas de diminuir a prevalência de crises e de atenuar as dores. "Quando as crises são intensas e o problema se torna crônico, os medicamentos são fundamentais. Em casos menos graves, muitas vezes é possível combater o problema sem a ajuda de remédios”, diz Galvão.
O primeiro passo para prevenir enxaqueca é identificar o fator que desencadeia as crises e evitá-los. Chocolate, vinho tinto e comidas gordurosas são causadores comuns do problema, mas isso não quer dizer que todo mundo precise evitar esses alimentos. "Cada pessoa apresenta um fator desencadeante. Um indivíduo pode ter crises quando come chocolate, mas não sente dor depois de tomar muito vinho, por exemplo”, explica o neurologista. Caso a crise se instale, há práticas aconselháveis para reduzir a dor — fazer compressas de gelo, deitar em um ambiente escuro e consumir (pouca) cafeína são algumas das principais.
Tais medidas evitam o excesso de analgésicos — e isso é benéfico, pois, quanto mais remédios do tipo uma pessoa toma, mais o seu corpo se tornará tolerante e dependente dele. Com isso, o indivíduo deixará de responder aos efeitos do medicamento e pode transformar a enxaqueca em um problema crônico.
Nem sempre é possível evitar ou controlar uma crise de enxaqueca – principalmente se as dores forem muito fortes ou se o problema for crônico (mais de quinze crises por mês). Nesses casos, a medicação é essencial tanto para diminuir o número de crises quanto para minimizar a dor. 




Uma pessoa deve procurar um médico quanto apresenta pelo menos quatro crises de enxaqueca por mês.


Fonte: Dr. Antonio Galvão - neurologista e coordenador do departamento de dores da Academia Brasileira de Neurologia.

VIDA SEM ENXAQUECA - Faça compressa de gelo

A enxaqueca — dor de cabeça que pode vir acompanhada de uma série de sintomas, como náusea, vômito e sensibilidade à luz — atinge entre 2% e 3% da população brasileira. Entre essas pessoas, uma em cada dez sofre com a forma crônica do problema: crises em pelo menos metade dos dias de um mês. A enxaqueca é uma dor de cabeça primária, o que significa que ela não acusa uma doença séria de saúde, mas pode ser incapacitante ou prejudicial ao cotidiano das pessoas.
Não existe cura para a enxaqueca, como explica o neurologista Antônio Galvão, coordenador do departamento de dores da Academia Brasileira de Neurologia. "A única coisa que parece curá-la é a idade. Ainda não se sabe o motivo, mas, na maioria das vezes, as pessoas deixam de apresentar o problema conforme envelhecem, especialmente após os 60 anos", diz. 
Saída — Existem, porém, formas de diminuir a prevalência de crises e de atenuar as dores. "Quando as crises são intensas e o problema se torna crônico, os medicamentos são fundamentais. Em casos menos graves, muitas vezes é possível combater o problema sem a ajuda de remédios”, diz Galvão.
O primeiro passo para prevenir enxaqueca é identificar o fator que desencadeia as crises e evitá-los. Chocolate, vinho tinto e comidas gordurosas são causadores comuns do problema, mas isso não quer dizer que todo mundo precise evitar esses alimentos. "Cada pessoa apresenta um fator desencadeante. Um indivíduo pode ter crises quando come chocolate, mas não sente dor depois de tomar muito vinho, por exemplo”, explica o neurologista. Caso a crise se instale, há práticas aconselháveis para reduzir a dor — fazer compressas de gelo, deitar em um ambiente escuro e consumir (pouca) cafeína são algumas das principais.
Tais medidas evitam o excesso de analgésicos — e isso é benéfico, pois, quanto mais remédios do tipo uma pessoa toma, mais o seu corpo se tornará tolerante e dependente dele. Com isso, o indivíduo deixará de responder aos efeitos do medicamento e pode transformar a enxaqueca em um problema crônico.
O gelo, assim como a cafeína, tem efeito vasoconstritor. Por isso, colocar gelo ou compressas de água gelada na cabeça durante uma crise de enxaqueca ajuda a atenuar as dores.



Fonte: Dr. Antônio Galvão, neurologista e coordenador do departamento de dores da Academia Brasileira de Neurologia.

AUTISMO NA INFÂNCIA

Sintoma do autismo pode ser detectado em recém-nascidos

Pesquisa descobriu que crianças com o distúrbio apresentam, a partir do segundo mês de vida, declínio na capacidade de manter contato visual.

 

Pesquisadores americanos descobriram que é possível identificar um dos sintomas do autismo já nos primeiros meses de vida de um bebê. Segundo o novo estudo, autistas apresentam, já a partir do segundo mês de vida, uma piora na capacidade de manter contato visual com outras pessoas. A pesquisa foi publicada nesta quarta-feira na revista Nature.
 
"Nós observamos um declínio da capacidade de manter o olhar no de outra pessoa com o tempo, e não uma ausência completa de contato visual. Esse achado tem o potencial de mudar de forma dramática as futuras estratégias de intervenção precoce (em crianças com autismo)", diz Ami Klin, diretor do Centro de Autismo Marcus, nos Estados Unidos, e um dos autores do estudo.
 
Declínio — Os pesquisadores acompanharam crianças desde o nascimento até elas completarem 3 anos. Eles perceberam que aquelas que foram diagnosticadas com autismo aos 3 anos apresentaram desde muito pequenas um declínio na capacidade de estabelecer contato visual com outras pessoas. Essa piora aconteceu de forma contínua a partir do segundo mês de vida e prosseguiu até os 2 anos.
 
A pesquisa avaliou 110 crianças. Parte delas apresentava um maior risco de desenvolver autismo, pois tinha um irmão mais velho diagnosticado com o transtorno — o que, segundo os pesquisadores, aumenta em até vinte vezes o risco. O restante das crianças foi considerado com baixo risco de autismo, pois não tinha nenhum parente até terceiro grau com o transtorno.
 
Os pesquisadores realizaram uma série de testes ao longo dos três primeiros anos de vida das crianças. Após a confirmação do diagnóstico de autismo, quando elas completaram três anos, os cientistas revisaram os testes para descobrir o que diferenciava as autistas das outras. 
 
Em comunicado, os autores informaram que pretendem realizar esse estudo com um número maior de crianças para comprovar os resultados.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

VACINAS INFANTIS - O perigo de não vacinar as crianças

É fato científico que as vacinas trazem muito mais benefícios do que os possíveis efeitos adversos.
 
Mas um grupo de pessoas vem optando por não imunizar os filhos para doenças que deixaram de ser comuns, como o sarampo e a difteria.
 
 
 
As vacinas que costumeiramente são mais descartadas são a de sarampo, difteria, hepatite B e da gripe.
 

"Os riscos de a criança desenvolver uma complicação séria em função da vacina são muito menores do que os de ela contrair a doença" . Não há nem comparação. diz o pediatra americano Paul Offit, um dos maiores especialistas no assunto.

"Desde a década de 1970 os casos dessas doenças são muito baixos. Esses pais nunca tiveram de lidar, de temer essas doenças, então deixam de vacinar acreditando que o filho não corre riscos", diz Edécio Cunha Neto, diretor do Laboratório de Investigação Médica de Imunologia Clínica e Alergia da USP. Mas, se para muitos a redução drástica nos casos dessas doenças é motivo para burlar o calendário básico de vacinação, para outros, ela pode significar sérias complicações de saúde.
 

Vacinas causam autismo?

Não existe nenhuma evidência científica que comprove que qualquer vacina possa levar ao desenvolvimento do autismo. O alarde sobre o assunto teve início em 1998, quando o médico britânico Andrew Wakefield publicou um artigo no periódico The Lancet correlacionando a vacina tríplice viral com a doença. A tese foi desmascarada seis anos depois, pelo jornalista Brian Deer, como sendo uma fraude.
 

Por que é preciso vacinar contra doenças com baixa incidência?

Há dois motivos principais. O primeiro, e mais óbvio, é que, apesar de não serem mais muito vistas em países desenvolvidos e em desenvolvimento, doenças como sarampo, difteria, coqueluche e tuberculose ainda não foram extintas. Algumas dessas doenças são bastante frequentes em determinadas regiões – e podem viajar de um país a outro na carona de uma pessoa não imunizada. Isso significa que a criança ainda corre risco de se contaminar. A segunda razão é a chamada imunidade de rebanho. Quando mais de 95% da população está vacinada, aquelas crianças com doenças crônicas que não podem ser imunizadas também ficam protegidas. “Optar por não vacinar o filho é uma escolha que coloca em risco uma criança que já tem a saúde debilitada”, diz Renato Kfouri, presidente da Sociedade Brasileira de Imunização.
 

Quais os reais riscos da vacina?

Nenhuma vacina é totalmente isenta de riscos. Há sempre um pequeno percentual, que varia para cada vacina, de efeitos adversos leves, medianos e sérios. Os casos de sequelas graves, no entanto, ocorrem em frequência baixíssima. “É muito maior o risco de contágio da doença, do que do efeito adverso. A diferença é da ordem de 10.000 vezes”, diz Edécio Cunha Neto, diretor do Laboratório de Investigação Médica de Imunologia Clínica e Alergia da USP.
 

A vacina pode ser substituída por bons hábitos de vida?

Não. Segundo José Cassio de Moraes, professor da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo, uma criança saudável está mais protegida contra agentes externos – e tem mais chances de se recuperar ou de não desenvolver a doença. Mas isso não significa que ela está protegida. Se compararmos, por exemplo, uma criança desnutrida mas vacinada, com outra que está com saúde em estado perfeito mas não foi vacinada, a desnutrida estará mais protegida.
 

Tomar mais de uma vacina ao mesmo tempo sobrecarrega o sistema imunológico?

De acordo com Paul Offit, pediatra americano especializado em vacinas e doenças infecciosas e professor da Universidade da Filadélfia, o sistema imunológico da criança consegue lidar com a quantia de organismos injetados durante o calendário de vacinação. “Quando uma vacina é incluída no calendário de vacinação, uma série de estudos é feita para garantir que ela não trará prejuízos à saúde da criança.” Segundo o especialista, há centenas de estudos que atestam que as vacinas podem ser dadas juntas e de maneira segura. 
 

Crianças gripadas podem ser vacinadas?

Um quadro gripal leve ou um resfriado não são impedimento para a imunização. A vacina não é recomendada, no entanto, para crianças com febre grave. Nesses casos, pode haver prejuízo na resposta imunológica, além de riscos de eventos adversos ou mesmo o agravamento da própria doença – que pode vir a ser confundida como uma  complicação da vacina.
 
 
Fonte: Edécio Cunha Neto, diretor do Laboratório de Investigação Médica de Imunologia Clínica e Alergia da USP