terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Cuide do seu fígado!

Alimentos para a limpeza do fígado

fígado é um órgão muito importante para a saúde de todo organismo, sendo a sua principal função filtrar as toxinas da corrente sanguínea e eliminar as substâncias prejudicais ao corpo. Quando o fígado não está funcionando corretamente, acarreta  diversas dificuldades: além de causar azias fortes, dores estomacais, também pode prejudicar a perda de peso.
Os hábitos modernos de vida, como: alimentação rica em gorduras, consumo excessivo de café, álcool, açúcares e o sedentarismo são umas das principais causas responsáveis por doenças hepáticas. Até mesmo o estresse por conta do excesso de trabalho e o ar poluído das grandes metrópoles dificultam as funções do fígado.
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Existem algumas soluções naturais que podem auxiliar o trabalho do fígado e ajudar na eliminação das toxinas do organismo. Vamos conferir!

Alimentos prejudiciais ao fígado

Café e bebidas alcoólicas: um cafezinho pela manhã não faz mal a ninguém, mas as pessoas  acabam exagerando no consumo. A bebida alcoólica é outro fator prejudicial que dificulta as funções do fígado. Exagerou no álcool naquela festa no final de semana? Dedique-se na limpeza e desintoxicação num período aproximado de uma semana.

Alimentos que ajudam na limpeza do fígado

Alho

O alho é rico em selênio e alicina, substâncias importantes para a limpeza do fígado.

Toranja

A toranja é uma fruta com alta quantidade de vitamina C e antioxidantes potentes na hora da eliminação das toxinas do fígado. A dica é consumir um copo de suco de toranja diariamente, pois a fruta irá ajudar a eliminar as substâncias prejudiciais ao organismo. As toxinas, quando acumuladas no corpo, são substâncias perigosas que além de atrapalhar as funções do fígado são responsáveis pela formação de células cancerígenas.

Beterraba e cenoura

Ambos os alimentos são riquíssimos em flavonoides e betacaroteno, substâncias responsáveis por ativar as funções do fígado. A beterraba e a cenoura também são alimentos que podem ser ingeridos diariamente, ou ao menos uma vez na semana. Experimente acrescentar a cenoura ralada no preparo de saladas, uma deliciosa e saudável opção.

Chá verde

O chá verde mais uma vez está presente entre os alimentos saudáveis para o organismo. Esta poderosa erva é também rica em catequinas, substâncias importantes para auxiliar nas funções do fígado. O chá verde, sem dúvida, é uma bebida que deve ser inserida na dieta diária devido a todos os benefícios proporcionados ao organismo. Porém cuidado com as contra-indicações.

Folhas verde escuras

As folhas verde escuras muitas vezes são utilizadas em sucos desintoxicantes, não é verdade? E não é por acaso. Estes alimentos são ótimos quando o assunto é limpeza do fígado. São responsáveis por absorver as toxinas presentes na corrente sanguínea. Opte pelo consumo cru, em saladas e sucos, pois assim irá aproveitar por completo as vitaminas presentes.

Abacate

O abacate, embora um alimento um tanto calórico, possui vitaminas importantes para o organismo. Também pode ser uma excelente opção para a limpeza do fígado, pois possui uma substância chamada glutationa, imbatível para auxiliar o fígado na eliminação das substâncias prejudiciais.

Fonte: Lar Natural

Alimentação saudável nas ceias: é possível!

As tradicionais ceias de Natal e Ano Novo com mesas cheias de calorias são uma alegria momentânea e arrependimento certo! 

Muitas vezes o exagero na comida somado ao maior consumo de álcool trazem gordurinhas difíceis de perder, além de sobrecarregar o organismo.



Confira algumas dicas de Simone Spadaro, nutricionista da Beneficência Portuguesa de São Paulo, para participar das refeições comemorativas de forma prazerosa e consciente:

- Controle as porções: Não é preciso fugir de todas as guloseimas, afinal, é período de festas, e precisamos comemorar. Para manter o controle, o ideal é fazer pequenas refeições ao longo do dia da ceia, como um iogurte desnatado, frutas e alimentos integrais. Isso ajudará no controle da compulsão alimentar por alimentos calóricos e gordurosos. Ao montar o prato, vale abusar das saladas e escolher pequenas quantidades de cada alimento preferencial, sem privação, nem exageros.

- Faça escolhas inteligentes: uma boa ceia é rica em oleaginosas, carnes proteicas e frutas típicas da estação que fazem muito bem à saúde. Que tal aproveitar os benefícios desses alimentos? Ao desfrutar dos petiscos e aperitivos, opte pelas versões sem sal de castanha de caju e do Pará, nozes, avelãs, amendoim, entre outras. Uma dose de 50 a 60 gramas por dia fornece gorduras boas que protegem o coração.

- Consuma carnes com sabor e sem culpa: optar pelo tradicional chester – carne magra por natureza – é uma decisão saudável e deliciosa. Procure driblar as peles de aves e, se possível, resistir às versões defumadas, fritas, à pururuca, ou mesmo pratos principais excessivamente salgados, como o bacalhau.

- Fique atento ao teor de açúcar: embora sejam abundantes na época, frutas cristalizadas e passas concentram alto teor de açúcares. Da mesma forma, panetones recheados, tortas e refrigerantes podem ser armadilhas. Entretanto, como recurso para adoçar a noite, é possível recorrer às frutas da estação em forma de sucos ou nas versões in natura.

- Desvie do álcool em excesso: tradicionalmente, as refeições solenes costumam ser regadas a drinques – cervejas, champanhe, vinhos, entre outros tipos de bebidas alcoólicas. Além de arriscado para os motoristas da rodada, o álcool em excesso pode causar desidratação. Nesse caso, a receita para não prejudicar o organismo é beber com moderação, intercalar ou substituir o consumo com a ingestão de sucos e, principalmente, ingerir bastante água.

Pós-festa? Detox!

As dietas detox auxiliam na eliminação de toxinas acumulados pelo excesso cometido entre Natal e Ano Novo, como abuso de gorduras e álcool. Em geral, as receitas são baseadas no consumo de frutas, hortaliças, sucos e chás com fibras e propriedades diuréticas e termogênicas. 

Mas é preciso ter cautela na hora de aderir à prática: uma dieta detox rígida, na qual apenas a ingestão de líquidos é permitida, tem tempo médio de 1 a 2 dias.


Fonte: http://www.conversasdecozinha.com.br/2014/12/alimentacao-saudavel-nas-ceias-e.html

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Aprenda como melhorar a sua digestão.

Você sabia que a má digestão pode atrapalhar a sua vida? Além da sensação de sono e peso no estômago, outros problemas podem decorrer da falta de cuidado com a alimentação e hábitos no dia a dia.


1 -O que é a digestão?

Digestão é a transformação de alimentos complexos em outros mais simples, de tal modo que os nutrientes possam ser absorvidos e utilizados pelo nosso organismo. O processo tem tempo variado de acordo com o tipo e a quantidade de alimento ingerido. O esvaziamento gástrico, contudo, tende também a ser bastante variável, normalmente leva de 1 a 2 h.

 2 - Quais alimentos ajudam a pessoa a ter uma boa digestão?

Normalmente as gorduras são os alimentos que mais retardam o esvaziamento gástrico. Assim, refeições gordurosas tendem a ser mais "indigestas".

 3 - Quais alimentos devem ser evitados?

Alimentos ricos em gorduras, bebidas com gás, irritantes gástricos como café e bebidas alcoólicas.

 4 - Por que a pessoa sente sonolência e sensação de peso no estômago quando tem má digestão?

A sonolênicia tem a ver com o processo de digestão como um todo, dependendo também do tipo de alimento, normalmente existe o que chamamos de alcalose pós-prandial que pode dar sono.  Alimentos muito ricos em triptofano (queijo, amendoim, ovo, etc) tendem também a dar mais sono já que este aminoácido é um percursor da serotonina.

 5 - Quais são os sintomas da má digestão?

Empachamento pós- prandial, saciedade precoce, distensão abdominal, dor epigástrica.

 6 - O mau funcionamento do intestino está ligado à má digestão?

Eventualmente sim, se houver alguma patologia que interfira na motilidade intestinal ou que interfira na luz intestinal dificultando a passagem do bolo alimentar. 

 7 - Pessoas com maus hábitos alimentares e má digestão podem desenvolver doenças?

 São várias as patologias associadas a maus hábitos alimentares. Por exemplo, indivíduos com costume de ingerirem grandes quantidades de gorduras e proteínas e poucas verduras, frutas ou legumes, tendem a ter risco maior para tumores gastrointestinais. Por outro lado, pessoas que ingerem fibras em excesso, tendem a ter mais gases e distensão abdominal. A alimentação desbalanceada leva a mudança do nossa microbiota intestinal, o que pode levar a um sem número de afecções intestinais e extra- intestinais.

8 - Bebidas gaseificadas e alcoólicas atrapalham a digestão?

Normalmente podem dar desconforto em indivíduos já propensos, que tem alguma doença de base. O consumo de álcool em pequenas quantidades é bem tolerado pelo nosso organismo.

 9 - As pessoas devem evitar consumir líquido durante as refeições? Por quê?

O consumo de excesso de liquido às refeições vai distender mais ainda o estômago o que pode agravar sintomas dispépticos gástricos em indivíduos principalmente com alterações de acomodação do estômago. Em pacientes com doença do refluxo, esse hábito tende também a agravar os sintomas.


Fonte:  Dr. Ricardo C. Barbuti - gastroenterologista  

Gagueira tem cura

A gagueira é uma disfunção na fluência e na temporização da fala: a pessoa tem dificuldade de ligar as palavras e frases dentro do tempo usual de cada som pronunciado.



A pessoa gaga se esforça muito para conseguir pronunciar as palavras, podendo repetir sílabas, pronunciar alguns sons em um tempo maior que o comum e interromper palavras no meio da frase. Esse problema atinge principalmente pessoas do sexo masculino e pode ter várias causas, por fatores genéticos, orgânicos, sociais e psicológicos.

Portadores da disfunção não costumam apresentar problemas de inteligência, e muitos artistas famosos e grandes oradores eram ou são gagos, como: Isaac Newton, Aristóteles, Rei Jorge VI, os atores Bruce Willis, Murilo Benício, Julia Roberts e Marylin Monroe.

A partir do primeiro ano de idade, quando a criança começa a tentar falar, a gagueira já pode ser identificada e tratada. Porém, nessa fase inicial de aquisição da linguagem, é normal ter dificuldade para pronunciar as palavras corretamente, e nem sempre isso é um sinal do distúrbio: “Se a criança apresentar gagueira quando começar a falar, os pais devem observar por pelo menos seis meses. Se a gagueira não desaparecer, um fonoaudiólogo deve ser consultado para efetuar o diagnóstico e iniciar o tratamento adequado”.

Segundo a psicóloga, a fase de gagueira durante o desenvolvimento da fala pode acontecer em razão do amadurecimento da linguagem da criança ou mesmo por ser exposta a situações de estresse, que acabam afetando sua fluência e ritmo de linguagem.

Mesmo os adultos, quando são expostos a situações de forte impacto emocional, podem gaguejar, como ao falar em público ou ser surpreendido com uma pergunta embaraçosa.

Caso isso ocorra com a criança, os pais devem resistir à tentação de chamar sua atenção negativamente, o que reforça a dificuldade de linguagem e gera mais pressão e impacto psicológico - e contribuiu para aumentar a incidência da gagueira.

Caso a situação não seja pontual, um psicólogo e fonoaudiólogo devem ser consultados, porque a criança pode não estar lidando bem com o estresse e, nesse caso, é necessário investigar o que a está atrapalhando emocionalmente e afetando sua linguagem. “Assim, se já houver algum comprometimento da linguagem em progresso, poderá ser tratado precocemente, evitando sofrimento e exposição, já que a criança gaga pode sofrer na relação com os amiguinhos em razão da sua dificuldade”, explica Rita

Introversão, timidez, insegurança, baixa autoestima, dificuldades de aprendizado e no relacionamento interpessoal são algumas das possíveis consequências da gagueira no desenvolvimento humano, variando conforme a frequência e intensidade da gagueira, do suporte emocional que a pessoa recebe de sua família e das expectativas de sua própria personalidade.

 A linguagem é uma habilidade muito importante para o desenvolvimento. Quando a dificuldade de fala é significativa, deve ser tratada o quanto antes, para que o impacto negativo seja reduzido e a pessoa encontre formas de superar barreiras e contornar a sua dificuldade. 

Fonte: Rita Calegari - psicóloga do Hospital São Camilo de São Paulo

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Crianças devem evitar o uso de salto alto.

A moda está presente cada vez mais no universo infantil. E, com isso, os saltos altos aos pés das meninas muito mais cedo. As crianças estão se tornando adultas mais cedo, e o retrato disso são as unhas pintadas, o uso de maquiagens, os cabelos sempre arrumados e os sapatos de salto. 

Problemas podem refletir no pé e na coluna.

Crianças devem evitar o uso de salto alto

Será que essa é uma boa escolha para a sua filha? Segundo os médicos, o fator mais preocupante é o uso antecipado do salto alto. Pode parecer inofensivo, pois o salto dos sapatos infantis geralmente é mais baixo, no entanto, continua sendo prejudicial ao desenvolvimento da musculatura da criança.

Principais problemas

Os problemas mais prejudiciais ocorrem no pé e na coluna. Como as meninas estão em fase de crescimento, a tendência é de que os músculos e os ligamentos da panturrilha encurtem, pois com o uso do salto alto, o pé fica inclinado para baixo, jogando todo o peso do corpo para frente.

Os efeitos negativos do salto também refletem na coluna. Ao usar um sapato com salto, a responsabilidade de manter o corpo estável fica toda sobre a coluna, e a região lombar acaba aumentando sua curva. Depois de um tempo, esse hábito começa a gerar desconfortos, dores, lordose e mudança na postura.

Por isso, as mamães devem estar atentas e não comprar salto alto para as pequenas. Se essas complicações acontecem nos adultos que já têm a estrutura óssea formada, imagine o que ocorre com as crianças, que ainda estão com o corpo em formação.

Quando minha filha pode começar usar salto?

O ideal para a menina começar a usar salto (não muito alto) é após a primeira menstruação. De acordo com ortopedistas, nessa fase, já houve um amadurecimento do esqueleto, as cartilagens de crescimento já não são mais tão sensíveis, dando mais equilíbrio e condição para a criança usar o sapato.

Prefira os saltos mais baixos, assim corre menos riscos das agressões nos pés e na coluna. Evite também as plataformas, mesmo tendo uma base uniforme, esse modelo de sapato tende a ser mais alto, facilitando torções e quedas.


Fonte: Unimed

Transporte de crianças em bicicletas.

A bicicleta está se tornando um tipo de transporte bastante viável como opção de deixar o carro na garagem. Por causa disso, muitos pais também estão usando a “magrela” como forma de passear com os filhos ou mesmo levar eles para a escola.
Dica simples ajuda a evitar acidentes!
Transporte de crianças em bicicletas
Neste caso, existem cuidados que podem fazer com que a bicicleta seja tão segura quanto qualquer outro veículo para transportar crianças. Primeiramente, é indicado que os adultos providenciem uma cadeirinha específica para ser colocada na bike. Ela pode ser encontrada em lojas de artigos para ciclistas.
O tipo de cadeirinha a ser utilizada varia de acordo com a idade e o peso da criança. Assim, é necessário conversar com os vendedores e descobrir o melhor modelo para transportar o seu filho naquele momento.
Além disso, os pais devem sempre se certificar de que os pequenos passageiros estão usando corretamente a presilha que prende os pés à bicicleta, o cinto de segurança e um capacete. Caso tenha que transportar duas crianças em uma mesma “magrela”, é indicado que o adulto coloque uma cadeirinha na frente e outra atrás.
A cadeirinha pode evitar acidentes como lesões de membros inferiores e superiores das crianças. Em alguns casos, os pés ou as pernas podem se enroscar na corrente ou nos raios das rodas, por exemplo. Também há o perigo de a criança cair da bicicleta em movimento caso não use a cadeirinha.

Fonte: Unimed

Como lidar com o medo na infância.

O medo exerceu um papel fundamental na perpetuação do homem. Aliás, o medo existe na maioria das espécies e ele tem sua importância para a sobrevivência, causando um tipo de alerta para possíveis predadores.

Os medos que sentimos na vida adulta são consequência dos medos armazenados durante a infância. Muitas vezes são inconscientes e podem durar por muito tempo se nada for feito.

Como lidar com o medo na infância

Na infância, ele se manifesta bem cedo, principalmente quando a criança começa a compreender as coisas, se comunicar e interagir com outras pessoas. É o medo do escuro, medo de cair, medo de algum desenho ou personagem, medo de gritos ou pessoas que falam alto, insegurança para brincar... A lista é grande se continuarmos, mas o que importa mesmo são o apoio e a atenção dados nesta primeira fase da vida, afinal, o medo exagerado pode causar problemas de autoestima, confiança e socialização para a criança.

Por isso, ajude seu filho a controlar e entender melhor sobre o medo que ele sente. Comece sendo honesto, pois mentir ou fingir para melhorar a situação só poderá piorar o medo e ainda afetar a relação de confiança entre vocês. Mas atenção, não adianta nada dizer para a criança “não tenha medo do escuro, porque não há nada de diferente quando apagamos as luzes” e achar que pelo fato da criança ter compreendido o que foi dito, ela não sentirá mais medo.

Esse processo pode ser longo, deve ser observado e trabalhado diariamente pelos pais. Além da explicação verbal, pare uns minutos do seu dia e ouça o que seu filho tem a dizer sobre esse medo. Pergunte o que ele sente, o que ele acha que está acontecendo e o que desperta esse sentimento. Na maioria dos casos as crianças dizem os motivos: assistiu a um filme em que havia uma cena que o traumatizou, ouviu algum barulho estranho quando estava no quarto escuro, ou mesmo o medo de barulhos altos, como gritaria, por exemplo.

Depois de entender finalmente o motivo do medo do seu filho, você pode usar o lúdico para mostrar que não há o que temer! Seja assistindo um filme, contando uma história, dando exemplo de quando você era criança, são exemplos que funcionam. Nessas horas é importante usar da criatividade para tentar diminuir ou converter esse quadro.

Outra ferramenta muito efetiva contra o medo é o experimentar. Depois de explicar direitinho para seu filho o porquê ele não deve ter medo, você pode convencê-lo a fazerem uma experiência juntos. Novamente, não é só levar a criança até um quarto escuro para provar seu argumento. Muito pelo contrário, só depois de um tempo de incentivos é que você pode ir junto com a criança, apontando a direção e entrando de cabeça nessa experiência com ela, para provar que realmente, não há motivos para sentir medo.

Fonte: Unimed