terça-feira, 27 de janeiro de 2015

O que você mais gosta de passar no pão?

Margarina, manteiga e creme vegetal. Para grande parte dos brasileiros, estes três tipos de alimentos são os preferidos para passar no pão durante o café da manhã.
O que você mais gosta de passar no pão?
Esta afirmação tem como base uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), que apontou ainda, a margarina como a favorita entre todas as alternativas — ela é consumida com o pão por 32,2% da população.
Mas qual seria a melhor opção para o corpo? Dentre os três tipos de alimentos citados, o creme vegetal seria o mais saudável. Ele contém componentes naturais (os fitosteróis) que atuam reduzindo os níveis de colesterol ruim no sangue. Além disso, o teor de gordura deste tipo de alimento é menor quando comparado à manteiga e à margarina, sendo um auxílio na dieta.
Outras opções
Requeijão, mel, geleia e maionese são outras opções comumente encontradas na mesa de café da manhã dos brasileiros. No entanto, é preciso ficar atento ao consumo exagerado de alguns alimentos, que podem ser menos saudáveis do que se imagina.
Maionese: o consumo deste alimento deve ser moderado, especialmente para quem sofre de hipertensão. No caso, tanto a versão normal quanto a light apresentam uma maior quantidade de sódio.
Requeijão: assim como a maionese, o requeijão deve ser consumido com moderação e em pequena quantidade. Ele é uma das opções mais calóricas para se passar no pão e ainda possui uma grande concentração de sódio.
Geleia: diabéticos ou pessoas que querem controlar a ingestão de calorias em sua dieta devem evitar as geleias, que possuem uma grande adição de açúcar em suas composições (o que é minimizado com as geleias diet, mas, mesmo assim, deve-se ingerir este tipo de alimento de forma comedida).
Ricota: de todas as opções listadas, a ricota é a mais saudável. Ela possui poucas calorias, pouco sódio e ainda é fonte de cálcio. 
Mel: mel também é outra opção bem saudável, mas para aproveitar bem os seus benefícios, deve ser consumido com moderação. Quando consumido em excesso pode contribuir para o aumento de peso.

Fonte: Unimed Londrina

Chega de inchaço no corpo!

O inchaço pode ter várias causas, mas uma coisa é unânime: ele incomoda muito! Se você chega em casa no fim do dia com os pés, tornozelos, pernas, barriga e braços inchados é melhor ficar atento.
Na maioria dos casos o inchaço aparece em decorrência à retenção de líquidos e/ou maus hábitos alimentares. Sabe aquela barriguinha indesejada, que fica um pouco dura às vezes, e incomoda até não querer mais? Saiba que isso pode ser acúmulo de gases no corpo.
Pequenas mudanças que você poderá testar durante essa semana, se você notar a diferença, já sabe o que fazer: adote melhores hábitos para sua saúde.
Beba mais água e diminua o consumo de bebidas gasosas: A retenção de líquido acontece quando o corpo começa a estocar água, pois percebe que não está recebendo a quantidade ideal para o bom funcionamento do organismo. Por isso, ingira ao menos 2L de água por dia. Tente ir se acostumando aos poucos com essa quantidade de água.
Os refrigerantes e água com gás também prejudicam quem sofre com inchaço: Os gases presentes nestas bebidas dilatam o estômago, trazendo uma falsa sensação de saciedade, como se estivéssemos estufados. Evite o consumo, principalmente nas refeições.
Diminua o consumo de alimentos que causam gases: repolho, ovo, couve-flor, couve-manteiga, couve de bruxelas, brócolis, batata doce, feijão, leite e alimentos ricos em açúcar refinado.
Diminua o consumo de sódio, pois ele é um grande vilão do combate ao inchaço: Ele contribui para o acúmulo de líquidos no organismo, além colaborar para o aumento da pressão arterial se consumido em excesso.
Adicione mais fibras nas refeições diárias: Sozinhas as fibras podem ter o efeito inverso: causar uma constipação acompanhada de inchaço. Por isso, sempre que for consumir mais fibras, consuma mais água junto. Isso porque a água hidrata as fibras, o que faz com que elas funcionem direitinho no intestino. Aposte nessa combinação!
Tome mais chá! Essa dica básica da vovó é muito eficaz para quem quer eliminar de vez o inchaço. Os chás ricos em cafeína dão vontade de urinar com mais frequência, ajudando a eliminar o excesso de líquido e toxinas no organismo. Para esta finalidade, consuma chá branco, verde, cavalinha, cabelo de milho, alfafa, hibisco, quebra-pedra ou dente-de-leão.
Para prepará-los é bem simples: basta colocar a água para esquentar, quando começar a levantar fervura, desligue o fogo e adicione as ervas da sua preferência. Após isso, faça a imersão e aguarde de 5 a 10 minutos. Em seguida você decide se prefere consumi-lo quente ou esperar esfriar na geladeira. Não tem erro!
Agora que você já sabe como amenizar os incômodos do inchaço em seu corpo, faça o teste!
Fonte: Unimed Londrina

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Os benefícios do alecrim na sua saúde

Originário do Mediterrâneo, o alecrim geralmente é utilizado na culinária para temperar alimentos como carnes, legumes e molhos. Porém, as propriedades bioativas o tornam uma erva benéfica à saúde, podendo ser utilizada no combate a diversas enfermidades.
As propriedades do alecrim podem ser obtidas por meio de chá, óleo aromático, tinturas ou em compressas. É também chamada de erva da alegria, pois seus óleos essenciais favorecem a produção de neurotransmissores responsáveis pelo bem-estar. Na sequência, veja 11 benefícios do alecrim para a saúde:
Pressão arterial: Entre os diversos nutrientes contidos na erva estão o potássio, magnésio, cálcio, fósforo e várias vitaminas, que quando em contato com o organismo, estimulam substâncias que auxiliam na circulação sanguínea, equilibrando a pressão arterial.
Problemas respiratórios: Por ser estimulante, o alecrim é indicado para controle de tosse, gripe e crises de asma.
Alívio da dor: O óleo essencial de alecrim ajuda a aliviar a dor da enxaqueca. Também pode ser aplicado para tratamento natural de artrite, dores musculares e outras dores como, articulares e musculares.
Ação digestiva: O chá do alecrim tem ação diurética, alivia os sintomas da má digestão, reduz os gases intestinais e auxilia na limpeza do fígado.
Auxilia a menstruação: por meio do chá, o alecrim facilita a menstruação e alivia as cólicas menstruais.
Memória: Conhecido por relaxar os nervos e acalmar os músculos, o alecrim aumenta o fluxo sanguíneo estimulando o cérebro e a memória.
Combate o stress: Por conter ácido carnósico, um ácido com propriedades antioxidantes essencial para o sistema nervoso, ajuda a lidar com situações de stress.
Cabelo: O alecrim ainda é indicado como fortificante do couro cabeludo, anticaspa e também contra a queda de cabelo.
Reduz o mau hálito: A tintura diluída em água serve para bochechos contra o mau hálito, aftas, estomatites e gengivites.
Tratamento de hemorroidas: O consumo da tintura do alecrim, por dez dias, pode ser eficaz no tratamento via oral de hemorroidas inflamadas.
Antienvelhecimento: Alecrim é um ingrediente popular em antienvelhecimento da pele, pois ajuda a reduzir o inchaço, estimula a regeneração celular, aumenta a firmeza e melhora o tônus da pele em geral.
Fonte: Pensamentoverde

sábado, 24 de janeiro de 2015

Medicamentos que afetam os rins

Os rins são os principais responsáveis pela filtração e eliminação de substâncias tóxicas do sangue. Entretanto, alguns medicamentos usados frequentemente na prática médica podem causar lesão nesses órgãos se forem administrados de modo inapropriado.

Além da lesão direta das drogas nefrotóxicas – aquelas que apresentam potencial risco de prejudicar os rins -, existe também um grupo de drogas que são seguras em pessoas sadias, mas que se tornam perigosas em pacientes com doenças renais, fazendo com que haja piora do quadro.
“Muitos desses medicamentos são extremamente comuns e vendidos sem prescrição. Por isso, é importante sempre seguir a recomendação do médico”, alerta o Dr. Cesar Camara, urologista do Instituto da Próstata e Doenças Urinárias.

Conheça abaixo quais são as principais drogas nefrotóxicas.

Anti-inflamatórios
Os grandes vilões para os rins são os anti-inflamatórios não esteroides (AINES). O principal efeito é a redução da filtração renal, ou seja, da capacidade dos rins em filtrar o sangue. 
Pessoas sadias toleram essa alteração sem maiores complicações. O problema ocorre naqueles que têm insuficiência renal (principalmente em fases avançadas) e já apresentam a filtração renal de base diminuída. Esse grupo apresenta grande risco de falência renal aguda e, muitas vezes, necessita de hemodiálise de urgência. O risco cresce a partir do terceiro dia de uso. O anti-inflamatório é, portanto, uma droga contraindicada em pacientes com insuficiência renal.
Outra lesão relacionada aos anti-inflamatórios é a nefrite intersticial, uma espécie de reação alérgica localizada no rim. A nefrite intersticial pode ser causada por várias drogas além dos anti-inflamatórios e se apresenta principalmente como uma insuficiência renal aguda, com rápida elevação da creatinina. No caso da nefrite intersticial por anti-inflamatórios, é apresentada uma característica especial: a presença concomitante de proteinúria e síndrome nefrótica.
É importante esclarecer que a nefrite intersticial não é uma reação comum, principalmente se levarmos em conta a quantidade de pessoas que tomam anti-inflamatórios no mundo.
Um terceiro tipo de lesão, mais incomum ainda, é o induzido por uso crônico de anti-inflamatórios. Para pessoas com rins saudáveis desenvolverem lesão renal pelo uso prolongado de AINES, são necessários no mínimo 5.000 comprimidos ao longo da vida. Isso equivale a sete anos consecutivos de uso de anti-inflamatórios diariamente, em um regime de doze em doze horas.
O AAS (aspirina) também é um anti-inflamatório e deve ser usado com cautela em pacientes com doenças renais.

Antibióticos
Os antibióticos também são causa de nefrite intersticial. Neste caso, a proteinúria é pequena, mas outros sintomas, como febre e manchas vermelhas pelo corpo associadas à insuficiência renal aguda, ocorrem com maior frequência.
Vários antibióticos podem causar nefrite intersticial, principalmente as penicilinas, rifampicina, ciprofloxacino e trimetoprim/sulfametoxazol (Bactrim®).
Alguns dos medicamentos são nefrotóxicos por natureza e devem ser evitados em doentes renais crônicos. São eles:
  • - Aminoglicosídeos: Gentamicina, Amicacina, Estreptomicina, Tobramicina e Neomicina
  • - Anfotericina B
  • - Pentamidina


Analgésicos
A lesão renal pelo uso prolongado de analgésicos era muito comum até a década de 80, e caiu vertiginosamente após a retirada da Fenacetina do mercado. Hoje as lesões relacionadas aos analgésicos são causadas pelo uso diário e prolongado do Paracetamol (acetaminofeno), principalmente se associado ao ácido acetilsalicílico (AAS). São lesões raras, mas que existem.
A Dipirona é muito pouco usada na Europa e nos EUA, por isso, existem poucos estudos sobre seu grau de toxicidade renal.

Contraste de Exame Radiológico
Doentes com insuficiência renal devem evitar contrastes radiológicos sempre que possível. Se o exame for imprescindível, deve-se realizar uma preparação do paciente para minimizar os efeitos. Os principais exames que usam contrastes nefrotóxicos são:
  • - Tomografia computadorizada
  • - Cateterismo cardíaco
  • - Urografia excretora
  • - Angiografia
  • - Ressonância magnética


Outras drogas
  • - LÍTIO: usada principalmente no distúrbio bipolar (antigo distúrbio maníaco-depressivo)
  • - ACICLOVIR: antiviral
  • - INDINAVIR: antirretroviral usado na SIDA (AIDS)
  • - CICLOSPORINA: imunossupressor usado em transplantes e doenças autoimunes
  • - TACROLIMUS: igual à ciclosporina
  • - CICLOFOSFAMIDA: imunossupressor usado em doenças autoimunes e algumas neoplasias

Existem cada vez mais relatos sobre casos de lesão renal induzidos pelas chamadas ervas chinesas tradicionais. Já são mais de 150 casos de pessoas que usavam essas ervas para emagrecer e desenvolveram insuficiência renal aguda com necessidade de hemodiálise.
Poucos são os procedimentos médicos isentos de riscos. A automedicação é perigosa e é importante conhecer os principais efeitos colaterais para poder detectá-los precocemente. Não é a toa que grande parte dos médicos passa por uma formação de pelo menos 10 anos, de forma a garantir a correta aplicação e os cuidados ao prescreverem os remédios aos pacientes.

Fonte: Dr. Cesar Camara, urologista do Instituto da Próstata e Doenças Urinárias do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

Você sabe gerenciar o estresse?

O estresse é algo que todos nós temos, sobre o qual todos nós conversamos e, muitas vezes, até procuramos de certo modo combatê-lo. As alterações emocionais são responsáveis em muitas situações pelo estresse elevado e causam danos à qualidade de vida, mas controlar as emoções negativas não é uma tarefa simples.


“Infelizmente, há uma grande tendência a banalizar o grau de seriedade ou importância do manejo adequado do estresse. É comum encontrarmos pessoas que acreditem que, para reduzi-lo, basta não ficar nervoso ou ansioso”, diz Cinthia Alves, psicóloga e Wellness Coach, que desenvolve o trabalho de Gerenciamento do Estresse no Centro de Atenção à Saúde do Colaborador do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.
O estresse elevado ou crônico é responsável pela manifestação de sintomas desconfortáveis e pelo desencadeamento de doenças gástricas, intestinais, cutâneas, respiratórias, cardiovasculares e psiquiátricas. Além disso, influencia vínculos e relacionamentos afetivos, profissionais e familiares, interação social, autoconfiança e autoestima.
Então, o que precisamos fazer para lidar com o estresse? Cinthia explica que não há uma receita pronta e que sirva para todos, mas dá algumas dicas:
·  Reconheça seus sintomas e avalie os possíveis prejuízos acarretados em sua vida.
·   Devemos compreender e nos responsabilizar pelas nossas próprias escolhas e buscar a satisfação das reais necessidades que temos. A rotina atribulada, o excesso de compromissos e responsabilidades e a administração inadequada do tempo acabam nos colocando em condições vulneráveis ao desencadeamento do estresse crônico.
·  O autocuidado também tem influência positiva neste processo: praticar atividades físicas, manter uma alimentação saudável, meditar, fazer psicoterapia, desenvolver a espiritualidade, autoestima, autoconfiança e ter clareza de valores e objetivos de vida.
Ao lidar com o estresse, devemos considerar que ele ocorre a partir da fisiologia natural do organismo frente a contextos em que se entende ser necessária uma adaptação. E para modificar as reações frente a determinados eventos, é necessário adquirir novas formas de pensar e agir, conhecendo melhor a si mesmo, identificando limites, fraquezas, qualidades e, acima de tudo, valores, ou seja, o que realmente traz satisfação.
“Nossas crenças e valores são a mola propulsora de nossas opções e decisões diárias. É essa a razão do trabalho do Coach: despertar nas pessoas o que de melhor elas possuam, para que identifiquem e busquem seus sonhos e idéias, afinal ‘sonhos são metas com prazos’”, afirma Cinthia.
Lidar com isso está ao alcance de todos. Ao fazer uma escolha, pense no quão coerente ela é com seus valores e reais necessidades. Deste modo, a satisfação e a segurança nos deixam mais preparados diante dos eventos vulneráveis da vida.

Fonte: Cinthia Alves, psicóloga e Wellness Coach, que desenvolve o trabalho de Gerenciamento do Estresse no Centro de Atenção à Saúde do Colaborador do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Saúde dos Olhos - Conjuntivite

Conjuntivite é um processo inflamatório da membrana transparente (conjuntiva) que recobre toda a região branca do olho e a superfície interna das pálpebras. As principais causas podem ser:


• Conjuntivite Infecciosa: é transmitida, mais freqüentemente, por vírus ou bactérias e pode ser contagiosa. O contágio se dá pelo contato. Assim, estar em ambientes fechados com pessoas contaminadas, uso de objetos contaminados, contato direto com pessoas contaminadas ou até mesmo pela água da piscina são formas de se contrair a conjuntivite infecciosa.
 
 • Conjuntivite Alérgica: é aquela que ocorre em pessoas predispostas aalergias (como quem tem rinite ou bronquite, por exemplo) e geralmente ocorre nos dois olhos. Esse tipo de conjuntivite não é contagiosa, apesar de que pode começar em um olho e depois se apresentar no outro. Pode ter períodos de melhoras e reincidências, sendo importante a descoberta de seu agente.
 
• Conjuntivite Tóxica: é causada por contato direto com algum agentetóxico, como colírios, produtos de limpeza, fumaça de cigarro, poluição do ar, sabão, sabonetes, spray, maquiagens, cloro e tintas para cabelo.

Sintomas de ConjuntiviteUm ou mais sintomas podem se combinar: sensação de areia, coceira, olhos vermelhos, fotofobia (sensibilidade à luz), inchaço nas pálpebras e secreção nos olhos.
 
Tratamento de Conjuntivitetratamento depende da causa. Medicamentos (pomadas ou colírios) podem ser recomendados para combater a infecção, aliviar os sintomas e o desconforto. Algumas recomendações podem ajudar:
 
  • • Lavar as mãos com frequência;
  • • Não colocar as mãos nos olhos para evitar a recontaminação;
  • • Evitar coçar os olhos para diminuir a irritação da região;
  • • Lavar as mãos antes e depois da aplicação do medicamento;
  • • Não encostar o frasco do medicamento nos olhos;
  • • Suspender o uso de lentes de contato.

Fonte: Lotten Eyes

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

ALÍVIO NA PONTA DA AGULHA

Prática milenar da medicina chinesa, a acupuntura oferece diversos benefícios à saúde

Um dos tratamentos médicos mais antigos do mundo, a acupuntura é uma técnica baseada na estimulação de mais de mil pontos do corpo por meio de agulhas. De acordo com a medicina chinesa, esse procedimento atua nos canais de energia, buscando um reequilíbrio do organismo.

A medicina ocidental está recorrendo cada vez mais a essa técnica oriental milenar como auxílio a diversos tratamentos, prevenção de doenças e promoção do bem-estar. “Segundo as pesquisas mais modernas, a aplicação das agulhas estimula a produção de substâncias químicas que atuam no nosso sistema nervoso central e periférico, contribuindo para a melhoria da saúde”, explica o médico Evaldo Martins Leite, presidente da Associação Brasileira de Acupuntura (ABA).

Veja alguns benefícios que a acupuntura pode trazer:

Tratamento de dores – pode atuar como tratamento auxiliar para diversos tipos de dores. A razão é que ela estimula a liberação de substâncias com ação analgésica, anti-inflamatória e relaxante muscular. Vale lembrar que a técnica pode amenizar dores, sem causar os efeitos colaterais causados por alguns remédios.

É uma aliada contra prisão de ventre – Alguns pontos da acupuntura estimulam o sistema digestivo a funcionar melhor e prevenir a prisão de ventre.

Suaviza sintomas da menopausa – As agulhas estimulam a região do cérebro ligada a funções hormonais, amenizando sintomas como o calor, a ansiedade e os distúrbios de sono, que geralmente atingem as mulheres durante a menopausa.

Alivia os sintomas da TPM – O tratamento estimula pontos que equilibram o sistema nervoso, os hormônios e o funcionamento do fígado para combater sintomas relacionados à TPM (tensão pré-menstrual), como alterações de humor, retenção de líquido e dores de cabeça.

Auxilia no tratamento de depressão e ansiedade – Com a estimulação das agulhas, são liberadas substâncias relacionadas à sensação de alegria e bem-estar, como a serotonina e a endorfina.

Antes de consultar um acupunturista, busque referências a respeito do profissional e indicações de pessoas nas quais você confia.

Fontes: Dr. Evaldo Martins Leite, presidente da Associação Brasileira de Acupuntura (ABA) e .S2 Publicom