terça-feira, 28 de abril de 2015

Depressão Masculina

No caso dos homens, eles tendem a se retrair e buscar o isolamento. Por isso, a ajuda dos familiares é essencial na detecção da doença e no apoio ao tratamento. O total de homens que sofrem deste mal não é pequeno: estima-se que eles representem um terço dos casos diagnosticados.

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Abaixo listamos alguns dos sinais que podem ser identificados entre os homens – mesmo que eles tendam a esconder os sintomas.

Fadiga

Pessoas em depressão passam por uma série de alterações físicas e emocionais e uma delas é o cansaço físico que, na maioria das vezes, é reportado como uma consequência da rotina de trabalho.

Alterações no sono

Muitas vezes confundidas como uma preocupação excessiva com o trabalho – à vezes até pelo próprio paciente – o excesso ou falta de sono podem indicar um quadro depressivo. É preciso prestar atenção a indivíduos que passam a dormir mais do que o usual e ainda assim apresentam sinais de cansaço.

Irritação e estresse

Ao invés de demonstrarem tristeza, homens tendem a transformar a depressão em raiva, porém de forma inconsciente. Esta irritabilidade costuma ser mais comum no ambiente familiar com episódios cada vez mais frequentes e por motivos pouco significativos.

Hostilidade

Da mesma forma que a crescente irritação, alguns episódios de hostilidade, como estresse no trânsito, podem indicar um quadro depressivo. Eles resultam da pressão que o paciente se auto impõe.

Dificuldade de concentração

Este é um sinal mais facilmente notado entre colegas de trabalho, já que a dificuldade de concentração costuma diminuir a produtividade. Para o paciente, este problema se apresenta como um ciclo vicioso: ele passa a ser mais um motivo de preocupação que pode agravar alterações de sono e humor, o que, por sua vez, tendem a piorar a capacidade de concentração.

Aumento no consumo de bebidas

Homens são mais propensos a buscar conforto em bebida alcoólica, por isso é preciso se atentar às pequenas variações como o consumo em um dia a mais na semana ou o aumento do consumo em um mesmo dia. Além disso, estes momentos costumam melhorar o humor: por isso há sinais de que algo vai errado quando eles estão mais felizes apenas ao ingerirem uma taça ou duas de vinho.

O apoio familiar é muito importante para incentivar o paciente a buscar e dar continuidade ao tratamento. Com acompanhamento profissional, os quadros acima descritos poderão ser resolvidos de forma bastante eficaz.

Fonte: Alta Medicina Diagnósticos

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Dores na coluna

Estresse e sedentarismo são algumas das principais causas de dores na coluna.

Dores nas costas são uma queixa muito comum que pode ter origens que vão de noites mal dormidas e má postura a problemas mais graves como, por exemplo, doenças que atingem os rins e ovários. Em geral, dores deste tipo costumam ser passageiras. Caso persistam, consultar um especialista é fundamental.

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Dentre as causas mais comuns de dores nas costas estão o estresse, o sedentarismo e a postura inadequada. O estresse causa tensão muscular que reduz a circulação sanguínea para os tecidos e acaba provocando dor, especialmente na região da lombar e do pescoço. Já a falta de exercícios físicos dificulta o fortalecimento muscular, prejudica a flexibilidade e acaba fazendo mal à coluna.

Existem muitos tipos de tratamentos voltados para dores nas costas, o que tem feito da automedicação um hábito cada vez mais comum. Antiinflamatórios, analgésicos e relaxantes musculares podem até diminuir a dor, entretanto, se não forem consumidos da maneira correta, podem mascarar a origem do problema e até agravá-lo com o passar do tempo, representando um grande risco para a saúde.

Confira algumas dicas para evitar dores nas costas:

1. Sente corretamente. O ideal é manter a coluna encostada na cadeira, os pés apoiados no chão e os joelhos acima do nível do quadril. Caso seja necessário, utilize um apoio para os pés.

2. Dobre os joelhos e fique de cócoras sempre que tiver que pegar algo no chão. Assim, o impacto na sua coluna será bem melhor.

3. Durma de lado – é a posição em que a coluna fica mais alinhada. E invista em um bom travesseiro que seja exatamente da altura do sem ombro, assim, não haverá nenhum desvio.

4. Divida bolsas e sacolas entre os dois lados do seu corpo. Assim, nenhum deles é sobrecarregado pelo peso.

5. Pratique exercícios físicos regularmente e procure dar preferência a atividades que fortaleçam a região abdominal. Pilates, Yoga e danças em geral são ótimos para isso! Para quem sofre com dores, o acompanhamento de um especialista é fundamental para evitar complicações.

6. Respire mais. Sempre que estiver estressado e notar que os músculos do seu pescoço estão mais contraídos, tente fechar os olhos e relaxar por alguns instantes. Pode parecer pouco, mas fará uma grande diferença no final do dia.

Fonte: Delboni Auriemo

Doença Celíaca

Cresce diagnóstico da doença em adultos.

A população brasileira tem cerca de 1% de portadores da doença celíaca, também chamada de intolerância ao glúten, proteína presente no trigo, na cevada, na aveia e no centeio. Entre os mais atingidos estão as mulheres e o diagnóstico da doença em adultos vem crescendo nos últimos anos.
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Segundo um estudo realizado pela Associação dos Celíacos do Brasil, com cerca de 500 associados, em 28,7% dos participantes os exames confirmaram a doença, sendo a maioria do sexo feminino – proporção de 2 mulheres para 1 homem. A idade média do diagnóstico foi a faixa dos 16 anos para o sexo masculino e 26,7 para o sexo feminino. Estes resultados apontam para uma tendência de diagnóstico da doença celíaca em idades mais avançadas, especialmente entre as mulheres, e sugerem a necessidade de mais esclarecimentos para o público e classe médica quanto ao seu correto diagnóstico.
Ao ingerir um alimento com glúten, o celíaco desenvolve uma reação imunológica no intestino delgado que causa a destruição das vilosidades da mucosa, dobras responsáveis pela absorção de nutrientes, vitaminas, sais minerais e água. 
Sintomas - Os sintomas da doença celíaca são diarreia crônica acompanhada de distensão abdominal, perda de peso, alteração do humor e anemia. A doença nem sempre é facilmente diagnosticada, já que os sintomas podem aparecer de forma branda ou agressiva e, por se tratarem de reações comuns a outras doenças.
A retirada dessa proteína da dieta pode melhorar o quadro e/ou contribuir para o desaparecimento dos sintomas. O consumo de alimentos que contenham glúten por paciente que ainda não foi diagnosticado com a doença celíaca pode desencadear um processo inflamatório. Por isso, os sintomas não podem ser desprezados.
Como o diagnóstico nos casos com poucos sintomas é considerado difícil, a investigação da doença deve ser criteriosa. É preciso se submeter a exames precisos para que haja comprovação suficiente. Entre os métodos de diagnóstico, estão a sorologia para antitransglutaminase IgA, anticorpo antiendomísio IgA e anticorpo antigliadina, além de biópsia do intestino.

Fonte: Delboni Auriemo

Saúde dos Diabéticos

Antes de viajar, faça uma lista de tudo que é indispensável para o seu cuidado pessoal.


É possível viver bem com diabetes e ter dias de descanso ou férias muito tranquilos.  Pensando no bem estar deles, a Dra. Yolanda Schrank elaborou algumas dicas para os diabéticos passarem dias agradáveis sem nenhum contratempo ou stress durante a viagem.

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Para os diabéticos que vão dirigir:

- É muito importante fazer um teste de glicemia antes de pegar estrada para saber como está sua dose de glicose no sangue e corrigi-lo caso necessário;

- Não se esqueça de levar seu glicosimetro, as tiras reagentes, o lancetador e alguns saches de álcool para realizar os testes durante a viagem;
- O ideal seria, para cada três ou quatro horas de viagem, parar e fazer o teste de glicemia. Aproveite esta parada para esticar as pernas e fazer uma curta caminhada;
- Mantenha por perto um suprimento de lanches para não atrasar sua rotina alimentar. Dê preferência aos carboidratos e proteínas;
- Caso você sinta algum sintoma de hipoglicemia, saia imediatamente da estrada e espere até que os níveis de açúcar em seu sangue voltem ao normal e você esteja seguro de voltar à estrada.
Já para os que vão de avião:

- O ideal é fazer um plano de viagem para o tempo da sua insulina, lanches, exercícios e refeições não sair do controle;
- Converse com o seu médico sobre o fuso horário a ser enfrentado, o tempo de viagem e algumas peculiaridades da região escolhida para a viagem;
- Leve com você um relatório do seu médico explicando que você tem diabetes e que estará com medicamentos e insumos como: insulina, seringas, canetas de aplicações de insulina contigo para controle da doença. Por fim, peça ao seu médico para destacar o CID (Código Internacional de Doenças);
- Tenha na bolsa de mãos a receita dos seus medicamentos e cópias duplicadas da receita e do relatório do seu médico. Além de glicosimetro, tiras reagentes, lancetador, lancetas, álcool sache, pilhas extras para o glicosimetro, bolachas, barras de cereal, saches de glicose;
- Sua lista de medicações deve estar com você junto com o seu passaporte, isso pode ajudar na hora de passar pela alfândega;
- Leve os medicamentos e material reserva, de preferência o dobro do que estima usar;
- Lembre-se de beber muita água;
- Se possível, evite ficar sentado por longos períodos. Dê preferência a um assento no corredor para você poder esticar as pernas e sempre que possível, caminhe pelo corredor.
E por fim, lembre-se: respeitar os sinais e limites do seu corpo é a melhor maneira de evitar indisposições e problemas de saúde.

Boa viagem a todos!

Fonte: Delboni Auriemo

Vitaminas para a pele

Algumas ajudam na coagulação do sangue outras auxiliam na produção do famoso colágeno. Entenda a importância delas para a beleza e juventude da pele.

Apenas os cuidados comuns, como passar protetor solar a cada três horas, pode não ser o suficiente para deixar a pele jovem e saudável, afinal, assim como nosso sistema interno a pele também precisa de nutrição, principalmente quem já teve histórico de problemas dermatológicos, como acne, espinhas e cravos. Dentre todos os nutrientes, as vitaminas são as que mais ganham destaque, já que o consumo de algumas delas deixam a pele mais saudável e protegida da ação do tempo.

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Confira algumas das vitaminas que podem ajudar a deixar sua pele jovem e com vida:

Vitamina A ou Retinol: consagrado como um dos mais poderosos anti-envelhecimento do mundoExistem mais de 700 estudos comprovando que os ácidos retinóicos são eficazes nos tratamentos estéticos.  A vitamina ajuda na saúde da pele, pois tem ação antioxidante e auxilia na restauração de danos sofridos pela pele.
Principais fontes naturais: Pode ser encontrada em alimentos como: abacate, brócolis, cenoura, espinafre e outros legumes verdes.  
Vitamina B2 ou riboflavina: A ausência desta vitamina pode provocar lesões na pele, dermatite entre outras inflamações. Também pode ser responsável pela fraqueza das unhas e do cabelo. Além disso, a vitamina promove uma renovação celular mais acelerada, deixando a pele firme e saudável, o que combate rugas e marcas de expressão no rosto.
Principais fontes naturais: a maior fonte de vitamina B2 que encontramos em elementos naturais é o leite. Derivados do leite como queijo e iogurte, também são boas fontes de B2.
Porém as pessoas quem são intolerantes ou alérgicas a lactose, outras boas fontes da vitamina B2 são: fígado e folhas verdes.
Vitamina C: Famosa na prevenção de gripe e resfriado, a vitamina C também traz benefícios às células da pele. Um estudo divulgado no American Journal of Clinical Nutrition examinou as relações entre a ingestão de nutrientes e o envelhecimento da pele de quatro mil mulheres, com idade entre 40 e 74 anos. Foi verificado que a ingestão de vitamina C estava associada a uma menor probabilidade do aparecimento de rugas e ressecamento da pele. Isso acontece porque a vitamina é um antioxidante natural que ajuda na formação do colágeno, principal responsável pela elasticidade e firmeza da pele.
Principais fontes naturais: A vitamina C pode ser encontrada em frutas cítricas, como laranja, limão, abacaxi e morango, além de vegetais, como repolho, cebola e pimentão. Já em verduras podemos encontrar em alfaces, agrião, espinafre e couve.
Vitamina E: tem o poder de proteger as células do organismo, pois é uma vitamina antioxidante que facilita no processo da absorção cutânea e reforça a defesa contra os raios. Além de prevenir o envelhecimento celular, participar na formação dosglóbulos vermelhos e ajuda na prevenção de doenças como o câncer.
Principais fontes naturais: são, na sua maioria, alimentos de origem vegetal, como cereais integrais, óleos vegetais e sementes. Porém, a gema do ovo, o fígado e a gordura que envolve a carne também são ricos nesta vitamina.
Vitamina K (aka fitonadiona)a vitamina auxilia no clareamento de manchas amarronzadas nas pálpebras, as famosas olheiras. Vasos capilares frágeis que permitem que o sangue vaze para dentro da pele são considerados uma das causas de olheiras, e a vitamina K pode ajudar no controle desta infiltração por conta da coagulação do sangue.
Principais fontes naturais: podemos encontrar a vitaminas nas folhas do nabo, brócolis, couve, alfaces e espinafres. Também encontramos em outras fontes como sementes de soja, fígado de vaca de chá verde.

Fonte: Delboni Auriemo

Saúde da Criança - Exames até os dez anos de idade

Conheça os principais exames que devem ser feitos desde o nascimento.

Muitas pessoas, em vez de fazer exames preventivos regularmente, só procuram o médico quando estão muito incomodadas com alguma questão de saúde. A maioria das doenças mais incidentes na população poderia ser evitada, ou ter seus sintomas controlados, com mudanças simples no cotidiano.

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Existem três variações de práticas preventivas: A primária é evitar ou remover o fator de risco, como fazer exercícios físicos, dietas adequadas, vacinação e sexo seguro. Na secundária a ênfase está no check-up. A combinação de exames com a avaliação médica aumenta a chance de detecção precoce de doenças. A terceira é quando já existe algum problema e os médicos buscam formas de evitar seu avanço, garantindo mais qualidade de vida ao paciente.
Hoje começamos uma série de posts no blog e no Facebook sobre os exames mais importantes que devemos fazer ao longo da vida. Abaixo, você vai conhecer quais exames são indicados para crianças, desde o nascimento até os dez anos de idade:
- Tipagem sanguínea: Exame de sangue que identifica o tipo sanguíneo e o fator Rh.
- Teste do pezinho: Colhido a partir do 3º dia de nascimento, o teste do pezinho visa a avaliação de risco do recém-nascido para algumas doenças que podem trazer prejuízo para o seu desenvolvimento futuro. Atualmente existem várias subdivisões de exames com as mais variadas denominações, como Plus, Completo, Ampliado, Máster e etc.
- Vacina contra hepatite B: A vacinação contra a hepatite B já pode ser feita durante o período neonatal, após as primeiras 12h de vida. São dadas três doses intramusculares. A segunda dose dada um mês após a primeira e a 3ª dose com seis meses após a 1ª dose, sendo que o intervalo mínimo entre a 2ª e a 3ª dose deve ser de dois meses.
- Teste do ouvido: O teste do ouvido é realizado com o intuito de se descobrir o nascimento de crianças que tenham algum tipo de deficiência auditiva e permitir que se tomem atitudes de forma mais rápida para que o prejuízo no desenvolvimento cognitivo e de linguagem seja o menor possível. É um exame totalmente indolor, realizado durante o sono do recém-nascido, e logo nos primeiros dias de vida.
- Teste do olhinho: O teste do olhinho, ao contrário do teste do pezinho e da orelhinha, ainda não é obrigatório e pouco conhecido. É feito através da avaliação da retina do bebê por oftalmoscópio, para verificar a possibilidade de alguma doença oftalmológica do recém-nascido.
Análises clínicas e diagnóstico por imagem em geral: De acordo com a necessidade ou a indicação médica.

Fonte: Delboni Auriemo

Saúde Infantil - Teste da linguinha

Teste da linguinha passa a ser obrigatório para recém-nascidos em todo país.

Um procedimento simples que verifica se o bebê terá dificuldades para amamentar, mastigar e até falar.
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Uma nova lei federal (Lei 13.002/2014) obriga hospitais e maternidades das redes publica e privada a fazer o chamado teste da linguinha em recém-nascidos. O objetivo do exame é detectar se existe alguma alteração no frênulo da lingua, membrana que liga a língua à parte inferior da boca, também conhecida como freio lingual. A alteração pode gerar a popular língua presa. Através  da avaliação é possível identificar se o frênulo lingual limita os movimentos da língua, que são importantes para sugar, mastigar, deglutir e falar.
A lei pode ser considerada um avanço em alguns aspectos, porém é preciso considerar alguns pontos em relação ao tratamento. Existem graus diferentes de língua presa e, por isso, o tratamento varia de acordo com o problema apresentado pelo bebe. Contudo, o diagnóstico do teste não significa que o bebê terá necessariamente que ser submetido a um procedimento para correção do problema.
A avaliação do frênulo da língua deve ser feita por profissional da saúde experiente e deve seguir um protocolo bem definido que deve consistir da avaliação de informações importantes, desde a historia clinica do bebe, antecedentes familiares, questionamentos sobre a amamentação, além do exame físico constituído por avaliação morfofuncional da língua e avaliação das funções orofaciais. Uma avaliação bem realizada é fundamental para decisões sobre futuras condutas.
O procedimento para tratamento, quando realizado em recém-nascidos é bem simples e indolor. Porém, quanto maior a idade a criança, mais dor e cuidados pós-operatórios ela poderá ter, já que a pele (ou membrana) que constitui o freio da língua vai engrossando e ficando resistente com o tempo.
Um profissional da saúde deve ser responsável pela avaliação inicial do frênulo lingual. Caso exista alguma variação expressiva, uma avaliação fonoaudiologia é indicada durante a internação do recém-nascido. Ela é necessária, pois avalia também os aspectos funcionais da amamentação, fundamental para decisões sobre futuras condutas.

Fonte: Delboni Auriemo