sexta-feira, 22 de maio de 2015

Exame que ajuda a diagnosticar incontinência urinária

A incontinência urinária é um problema bastante incômodo e muitas vezes constrangedor, que acaba comprometendo o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas que sofrem com este distúrbio. E elas não são poucas.
A Sociedade Brasileira de Urologia estima que mais de 10 milhões de pessoas no Brasil enfrentem esta condição em alguma fase da vida.

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O público feminino é o principal afetado. Trinta e cinco por cento das mulheres desenvolvem incontinência urinária, em graus variados, após a menopausa. Mas a idade não é o único fator desencadeante. As gestantes, por exemplo, também são impactadas: estima-se que 40% delas apresentem episódios variados durante a gravidez e nos dias após o parto.

Causas
Além da menopausa e dos partos, outros fatores contribuem para o surgimento da incontinência urinária, como obesidade, obstrução do trato urinário, doenças neurológicas, infecções urinárias, excesso de esforço, tumores, tosse crônica e enfraquecimento nos músculos da região pélvica.

Diagnóstico
Uma forma bastante eficaz de se detectar a incontinência urinária é por meio do exame de urodinâmica, que mede o enchimento e o esvaziamento vesical (fluxo urinário e o enchimento da bexiga), avaliando a capacidade de armazenamento vesical, tipo de perda de urina a partir da pressão de perda e também o esvaziamento vesical através do fluxo urinado.
Além da incontinência urinária, o estudo urodinâmico é de grande importância para identificar anormalidades funcionais do trato urinário inferior, como a obstrução infravesical. A avaliação ainda ajuda a identificar anormalidades estruturais como prolapsos associados à incontinência urinária de esforço, fístulas vesico-vaginais e divertículos uretrais.

Como é realizado?
Feito com equipamentos computadorizados e indolor, o estudo urodinâmico é realizado no próprio Centro de Medicina Especializado, onde também são realizadas as consultas médicas e o acompanhamento com fisioterapeuta, caso seja necessário. O exame compreende três fases:
  • Urofluxometria: etapa não invasiva, sem contato com aparelhos. Os pacientes são instruídos a urinar normalmente com a bexiga confortavelmente cheia, com privacidade e conforto máximos;
  • Cistometria: utiliza-se sonda vesical de dupla via, uma para enchimento vesical e outra para medida da pressão intravesical. Uma sonda retal é utilizada para medir a pressão abdominal. As sondas são introduzidas com gel anestésico, o que torna o exame indolor. Durante o enchimento vesical, a paciente realiza manobras de esforço para avaliar a perda de urina;
  • Estudo miccional: já sem a sonda de enchimento vesical, a paciente volta para sua posição habitual de micção e urina da forma como faria em sua própria casa.

Não há necessidade de preparo. A paciente deve chegar ao exame com a bexiga cheia, meia hora antes do agendado. É fundamental que se tenha realizado um exame de urina 1 e urocultura para garantir que não exista infecção urinária, pois isso pode afetar o resultado do exame

Fonte: Dra. Claudia Palos é uroginecologista da Clínica da Mulher do Hospital Nove de Julho.

Saiba como identificar e tratar a candidíase

Candida é um tipo de fungo comum à flora de todo o corpo humano, onde habita de forma equilibrada, especialmente nas regiões vulvovaginal e intestinal. Entretanto, quando ocorre algum desequilíbrio desta flora que protege o organismo, a Candida se prolifera em excesso podendo irritar pele e mucosas, causando a candidíase.

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Os sintomas mais comuns são prurido, inchaço vulvar, inflamação, escoriações (resultantes do ato de coçar), dor durante a relação sexual e ao urinar, infecções secundárias e corrimento denso, mas sem odor.
Este é um problema comum entre mulheres e costuma ser mais frequente nos períodos caracterizados pelo aumento da produção do hormônio estrogênio: período pré-menstrual, na gravidez e durante tratamento com hormônios. Isso ocorre porque o estrogênio faz com que o conteúdo vaginal fique mais ácido. Apesar de comum, apenas 10% dos casos de candidíase são recorrentes.
Algumas situações tipicamente favorecem a proliferação da Candida:

  • Duchas vaginais, sabonetes íntimos de uso diário, protetores diários de calcinha, roupas sintéticas apertadas, biquínis molhados.
  • Uso de antibióticos, em especial os de amplo espectro, que acabam por alterar a flora vaginal, diminuindo o número de lactobacilos vaginais e consequentemente alterando o pH vaginal
  • Infecções locais
  • Atividade sexual intensa
  • Diabetes descompensado
  • Baixa imunidade, situações de stress

Diagnóstico e tratamento
O diagnóstico é feito principalmente pelo quadro clínico. Algumas ocasiões exigem exames mais específicos, como é o caso de alergias e eczemas que podem apresentar sintomas semelhantes.
Como a candidíase não é considerada uma doença sexualmente transmissível, o parceiro somente é tratado se apresentar os sintomas. O tratamento consiste em afastar os fatores de risco para evitar a reincidência, por isso, é preciso suspender as relações sexuais para restabelecimento da pele e da mucosa durante o tratamento.
Além disso, são ministrados medicamentos antifúngicos por via oral e/ou cremes para tratamento local. O tempo de tratamento varia conforme a gravidade dos sintomas. Nos casos de infecções que tendem a se repetir várias vezes ao ano, que são mais raros, o médico pode optar pelo uso de antifúgico oral por um tempo mais prolongado.
Porém, tanto o diagnóstico como a determinação do melhor tratamento depende da avaliação de um especialista. Por isso, evite se automedicar e, ao aparecerem os primeiros sinais, busque ajuda médica.

Fonte: Dra. Maria Carolina Madi, ginecologista da Clínica da Mulher do H9J.

9 dicas para se proteger contra doenças respiratórias

Todos os anos a situação se repete: basta que a temperatura baixe e o tempo fique mais seco para que ácaros, vírus, fungos e bactérias entrem em ação causando doenças comuns ao outono/inverno. E o sistema respiratório é o principal alvo: casos de asma, sinusite e rinite alérgica são muito mais comuns neste período.

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Estima-se que cerca de 10% dos brasileiros apresentem quadros variados de asma, enquanto 30% sofram com rinite alérgica. Sintomas como espirro, coriza, congestão nasal e dores de cabeça podem facilmente ser confundidos com os de um resfriado, dificultando o diagnóstico e tratamento adequado, essencial para se evitar infecções oportunistas.
Isso porque o tempo seco aumenta a poluição no ar e deixa o muco mais espesso, fazendo com que vírus e bactérias permaneçam mais tempo no organismo e se proliferem. Além disso, quando está desidratada, a mucosa nasal não cumpre devidamente o papel de filtrar o ar e impedir a entrada de micro-organismos.
Um fator agravante é o aumento da poluição, intensificada pelo tempo seco, que pode causar ainda mais irritação ao nariz, pele e olhos. Evitar a exposição ao ar poluído e aos agentes infecciosos e alergênicos é impossível, mas algumas medidas ajudam a reduzir o contato, diminuindo os riscos de doenças respiratórias e, ao mesmo tempo, aliviar o mal-estar causado pela baixa umidade.
Confira abaixo nove dicas para se cuidar bem nesta estação.
  1. Beba bastante água: o ideal é ingerir dois litros de água por dia para manter o organismo hidratado e as vias respiratórias devidamente umedecidas;
  2. Faça limpeza nasal com solução fisiológica ao menos duas vezes ao dia;
  3. Troque a roupa de cama a cada semana;
  4. Evite usar tapete em casa; em caso de ambientes acarpetados e móveis estofados, faça limpeza com soluções bactericidas;
  5. Guarde brinquedos de pelúcia em embalagens a vácuo depois de devida higienização;
  6. Evite ambientes fechados e aglomerações;
  7. Mantenha a casa limpa – de preferência com aspirador de pó e panos úmidos – e os ambientes sempre arejados de forma a permitir ventilação e entrada de luz solar, o que evita a formação de fungos;
  8. Evite fumar, principalmente em ambientes fechados;
  9. Pratique atividades físicas preferencialmente antes das 10h e após as 16h quando o tempo está menos seco.
E atenção: caso os sintomas apareçam, é importante se consultar com um médico para se fazer um diagnóstico preciso e seguir o tratamento mais adequado.

Fonte: Dr. Alexandre Kawassaki -  pneumologista do Hospital 9 de Julho.

Como evitar lesões ao usar salto alto

No Brasil, é quase unanimidade: mulheres e homens concordam que saltos altos são sinônimos de beleza e elegância para a silhueta feminina. Mas são as mulheres as que mais sofrem com eles – e elas já perceberam que o conforto não é um dos atributos do calçado.
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Apesar de não ser prioridade na hora da compra, o conforto precisa, sim, ser levado em consideração. Sabemos que a brasileira é muito vaidosa e não vive sem o salto, mas vale ficar atenta: se aos 30 anos, a mulher que o utiliza com frequência começar a sentir uma dorzinha chata e não der a devida atenção, aos 50 ela pode acabar com uma lesão permanente.
Para evitar este problema, não é necessário parar de usar salto, mas é importante entender como é o formato do pé e escolher o calçado mais confortável o seu biótipo.
Conheça abaixo os principais tipos de pé e suas lesões mais comuns:
Pés planos: quando pessoas com este tipo de pisada usam salto, a carga fica na parte de dentro do pé e tornozelo, sobrecarregando a musculatura nestas regiões. Por vezes, o uso de uma palmilha é suficiente para corrigir a pisada, mas nem sempre é possível utilizá-la com um salto.
O uso de saltos mais largos, com meia pata na frente arredondada, ou seja, que permitam um equilíbrio maior entre a parte frontal e traseira do calçado, costuma ser uma boa opção. A estrutura interna do sapato, chamada de “alma”, deve ser rígida para neutralizar o perfil mais flexível da pisada e manter uma boa relação biomecânica.
Sinal de alerta: a dor mais comum neste tipo de pé é na região interna do tornozelo e pé, devido a uma fraqueza muscular. O desconforto pode evoluir com a queda do arco do pé, piorando o aspecto plano e, em casos mais graves, pode haver o rompimento do tendão.
Pés cavos: são mais arqueados e rígidos do que os planos, sobrecarregando sua parte lateral externa. No salto, ele fica muito mais predisposto a entorses, tanto pela parte mecânica, quanto por causa da ativação muscular e rigidez.
Sinal de alerta: dor na parte da frente do pé, principalmente na parte de fora, ou seja, quarto ou quinto dedo. Este pé fica mais predisposto a fraturas por estresse nesta região. Saltos que deixam o pé inclinado para dentro podem prejudicar a pisada, facilitando o desequilíbrio e lesões.
Deformidades do antepé: Nem todas as mulheres têm predisposição a joanetes ou dedão rígido, algumas das lesões permanentes mais comuns. Porém, anos de falta de cuidado podem desencadear o problema. Mulheres com predisposição, que já têm casos na família, precisam de atenção redobrada. Hoje as cirurgias evoluíram muito e a recuperação não é mais traumática e demorada, mas, se podemos evitar, por que correr o risco, não é?

Fonte: Dra. Fernanda Catena é ortopedista especialista em pés, do Centro de Ortopedia do Hospital 9 de Julho.

Pneumonia: conheça os sintomas e tratamento

As temperaturas amenas e a baixa umidade, quando associadas à maior permanência de pessoas em ambientes fechados, contribuem para o aumento de casos de doenças respiratórias. Uma das mais graves é a pneumonia, geralmente causada pela bactéria pneumococo (Streptococcus pneumoniae), mas que também pode ser causada por fungos, vírus ou ainda outras bactérias.

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A pneumonia é caracterizada pela infecção dos alvéolos pulmonares, estruturas responsáveis pela oxigenação do sangue. A transmissão dos agentes infecciosos não é tão intensa quando comparada à da gripe, mas, uma vez em contato, a doença pode ser transmitida. A probabilidade aumenta quando o corpo está debilitado, como nos casos de gripe e resfriado.

Sintomas
Alguns dos sintomas da pneumonia são muito semelhantes aos da gripe, como tosse, dor no peito, dores musculares e febre alta. Em geral os sintomas são insidiosos, mas podem ter início súbito.
Outras características típicas da doença são falta de ar, dificuldade de respirar e, principalmente, aumento na expectoração e alteração na coloração do muco, que pode variar entre verde, amarelado ou ainda acinzentado.

Fatores de risco
Crianças, idosos e pessoas com baixa imunidade formam o grupo de risco, pois neles a doença pode ter consequências mais graves, o que resulta em altas taxas de internação e mortalidade. A vacina antipneumocócica já faz parte do calendário de imunização de crianças de até 2 anos e também é indicada para maiores de 60 anos e portadores de doenças crônicas que predisponham ao surgimento da pneumonia.

Tratamento
Devido à gravidade da doença, o tratamento deve ser levado muito a sério e precisa ser iniciado o quanto antes, neste caso o diagnóstico precoce é importante, por isso é preciso procurar ajuda médica logo ao surgirem os sintomas. Em alguns casos, a internação é necessária, em outros, o tratamento pode ser feito em casa, com prescrição de medicamentos, repouso e hidratação.

Fonte: Dr. Alexandre Kawassaki - pneumologista do Hospital 9 de Julho.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

CUIDADOS PARA OS DIAS MAIS FRIOS

Com a chegada do outono, as temperaturas começam a baixar e, como consequência, aumenta a incidência de doenças respiratórias, como a rinite, gripes e resfriados. Também há a necessidade de proteger a pele que tende a ficar mais ressecada. A boa notícia é que é possível se prevenir e atravessar essa temporada com tranquilidade e saúde.  



Para respirar aliviado

Além de temperaturas mais baixas, no outono também começa a cair a umidade do ar. O tempo mais seco favorece o aparecimento das doenças respiratórias, como rinite, gripes e resfriados. “As pessoas ficam mais tempo em lugares fechados, o que amplia o risco de desencadear as gripes e ficar mais em contato com os desencadeadores das alergias respiratórias”, afirma a médica Ana Paula Moschione Castro, diretora da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai). O ar seco também contribui para ressecamento da mucosa do nariz, que funciona como uma proteção natural para barrar agentes irritantes.

Para se proteger, Ana Paula indica medidas simples, como manter a casa sempre arejada. “Com o frio, a tendência é fechar tudo, o que deve ser evitado”, diz ela. Prefira programas em lugares abertos e ao ar livre, com pouca aglomeração de pessoas, também é uma boa ideia.

Outra medida recomendada por Ana Paula é manter sempre à mão o soro fisiológico para aplicar no nariz, que ajuda a manter a mucosa sempre limpa e hidratada. Os umidificadores de ar também são aliados para combater o ar seco dentro de casa.

Também devemos manter a atenção redobrada com a pele, alerta Maurício Pupo, farmacêutico e professor de cosmetologia. “Suamos menos e a produção das glândulas sebáceas também diminui e, por isso, é comum que a pele fique mais ressecada. Outro problema é que nessa época as pessoas tomam banhos mais quentes, por isso, removem a gordura natural da pele”, explica Maurício.

A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) ressalta que, com o clima mais frio e seco, a pele fica com o aspecto esbranquiçado, sinalizando desidratação. Para evitar essa condição, invista em hidratações profundas, em uma alimentação saudável e beba bastante água.

Recomenda-se também o uso de sabonetes suaves e à base de glicerina para manter a hidratação, pois agridem menos a camada de proteção da pele.

Ainda no chuveiro e com a pele molhada, aplique óleos corporais e hidratantes próprios para uso durante o banho, pois são produtos que hidratam facilmente e deixam a pele macia e sedosa.

Caso precise de um reforço na hidratação, use após o banho, cremes hidratantes corporais a base de óleo manteiga de karitê, que formam uma camada protetora sobre a pele.

Em relação ao rosto, aplique o protetor solar pela manhã e reaplique pela tarde, se necessário. Além de proteger a pele contra os raios ultravioleta, também garante a hidratação necessária para a face.

Para evitar lábios rachados e ressecados, o ideal é usar produtos como manteiga de cacau ou batons hidratantes a base de cera de carnaúba. Batons com protetor solar também são bem-vindos, uma vez que o sol também pode ressecar a pele dos lábios.

O couro cabeludo também pede atenção especial nessa época do ano, pois também sente a queda da secreção sebácea. “Esse fator associado a banhos mais quentes pode levar ao aparecimento da caspa”, explica Maurício. Para combatê-la, o indicado é usar xampus próprios para esse fim associados à aplicação de máscaras hidratantes.

Siga as dicas e converse com o seu médico sobre o tratamento mais adequado para as suas necessidades.


Fontes: Dra. Ana Paula Moschione Castro, diretora da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), Maurício Pupo, farmacêutico e professor de cosmetologia.
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terça-feira, 28 de abril de 2015

7 frutas para aproveitar o melhor do outono

Engana-se quem pensa que as frutas são a cara do verão: veja como manter a saúde em dia nos meses mais frios do ano.

O consumo de frutas frescas como hábito saudável é geralmente associado à primavera e ao verão, por isso, a qualidade da alimentação de algumas pessoas costuma diminuir bastante nos meses mais frios. Somada a isso, está a velha desculpa de que no outono e no inverno a fome, especialmente por doces e alimentos calóricos, aumenta.

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O resultado? Meses de alimentação balanceada e saudável são deixados de lado. Além de uns quilinhos a mais, este hábito pode comprometer a boa saúde conquistada nos meses mais quentes.

Mas este é apenas o cenário menos animador. A boa notícia é que é possível, sim, aproveitar as temperaturas mais amenas para cuidar bem da saúde. Engana-se quem pensa que o outono não oferece boas opções para uma alimentação saudável. E para comprovar, listamos sete opções saborosas e saudáveis das melhores frutas da estação.

Abacate

Se você evitava esta fruta pelo alto teor de gordura, não se preocupe. O abacate é rico em gordura boa que aumenta o colesterol bom e ajuda a combater o ruim. Esta propriedade ainda confere mais viço e elasticidade à pele. Outras vantagens da fruta, que pode ser consumida como sobremesa ou parte da salada, são a alta concentração de ferro e magnésio, além de vitamina C.

Banana

Fruta símbolo do Brasil, a banana é também a mais consumida pelos brasileiros. Fonte de potássio, é excelente para a saúde dos músculos e do coração. Além disso, seu alto valor calórico funciona como uma saudável fonte de energia.

Caqui

Esta é uma das preferidas da estação. Seu sabor doce agrada a diversos paladares e cai muito bem como uma sobremesa bastante saudável. Apesar de doce, é pouco calórico e fonte de ferro, cálcio e vitaminas A, B1, B2 e C. Suas principais vantagens são a saúde da pele e dos olhos.

Carambola

Esta fruta altamente refrescante e hidratante é também bastante diurética e por isso deve ser evitada apenas por pessoas que têm problemas renais. Se este não é seu caso, aproveite o alto teor de vitaminas A, C e do complexo B.

Figo

Fonte de zinco e fibras, o figo contém alto teor de antocianidina, substância de poder antioxidante presente em alimentos de coloração roxa. Porém a fruta deve ser consumida com moderação devido ao alto índice glicêmico. Além disso, prefira a variedade orgânica, já que as produzidas em larga escala têm alta concentração de agrotóxicos em sua casca.

Goiaba

Seja na variedade vermelha ou branca, a goiaba possui alta concentração de cálcio, fósforo e ferro, além de muita fibra. E o melhor: contém pouco açúcar e gordura. A fruta é ideal para cuidar da saúde dos dentes e dos ossos, além de ser benéfica para o coração.

Tangerina

Riquíssimo em vitamina C e vitamina A, o suco de tangerina é um ótimo aliado contra gripes e resfriados e costuma fazer muito sucesso nesta época do ano. Mas, assim como a laranja, é preciso ser consumido com moderação devido ao alto teor de açúcar.

Bom apetite!

Fonte: Alta Medicina Diagnóstica