segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Fibras para as crianças

Um dos principais meios para garantir que o organismo da criança esteja funcionando da melhor forma é a incorporação de fibras naturais na dieta.

A fibra desempenha um papel importante no apoio a um sistema digestivo saudável, e acredita-se que consumi-la em quantidades adequadas reduz o risco de doenças digestivas, certos tipos de câncer, diabetes, doenças cardíacas e obesidade na idade adulta. Alimentos com um alto teor de fibras devem conter pelo menos cinco gramas de fibra por porção, de acordo com a Organização Mundial da Saúde.

Colorful fiber-rich potatoes, beans, carrots and radishes in a market stall.

Seguem algumas simples substituições que você pode fazer para aumentar a quantidade de fibra na dieta de seu filho:

PÃO INTEGRAL
Se seus filhos preferem pães mais macios, tente fazer seu próprio pão. Use farinha de trigo integral e acrescente semente de linhaça moída ou sementes de chia para uma dose extra de fibra.

MACARRÃO INTEGRAL
Substitua macarrão branco por macarrão integral em suas receitas favoritas. Se seus filhos preferem o sabor de macarrão brancos, acrescente legumes, como ervilha ou cenoura ao macarrão para um reforço extra de fibra.

CEREAL
Procure palavras como farelo, trigo integral ou granola. Evite cereais brancos processados, acrescente frutas para dar sabor e fibras extras.

FRUTAS FRESCAS E VERDURAS
Escolha frutas frescas, como melão, banana, abacaxi e laranja. Ervilha, brócolis e batatas (com a casca) são alguns dos vegetais mais ricos em fibra.

FEIJÃO 
Use feijão como uma alternativa rica em proteína à carne nos pratos favoritos do seu filho.


Fonte: Lab. Abbott

Estratégias na hora da refeição

Crianças que não comem bem ou têm dificuldade alimentar precisam de pais que utilizem suas habilidades para introduzir novos alimentos e hábitos alimentares saudáveis.


A young girl grimaces when offered a piece of food.


O impulso de selecionar a comida normalmente ocorre quando a criança começa a comer sozinha – quando ela sente que tem controle sobre o que coloca em sua boca. Pode parecer uma batalha sem fim, mas não se estresse. Há formas de fazer seu filho seletivo experimentar novos alimentos.


DICAS PARA GERENCIAR CRIANÇAS QUE NÃO COMEM BEM OU COM DIFICULDADE ALIMENTAR.


FAÇA SER DIVERTIDO

Utilize um cortador de biscoitos para fazer formas divertidas em maçãs e pepinos, sirva no almoço e no jantar. Outra ideia é oferecer alimentos em uma variedade de cores diferentes.


TENTE UMA NOVA TEXTURA

Quando as crianças não querem comer certos alimentos, normalmente é porque não gostam da textura. Se seu filho se recusa a comer alimentos macios, tente fatias de maçã em vez de geleia de maçã ou batata assada em vez de purê de batata.


OFEREÇA OPÇÕES

Introduza sempre novos alimentos, mesmo que seu filho já os tenha recusado anteriormente. Normalmente é preciso oferecer às crianças novos alimentos várias vezes até que queiram experimentá-los.


PERSONALIZE OS UTENSÍLIOS

Se seu filho ficar mais contente comendo em um prato colorido ou utilizando uma colher especial, é possível que esteja mais aberto a comer o que está na sua frente.


SIRVA COM DIVERSÃO

Utilize formas divertidas para encorajar as crianças a comer frutas e verduras.


MUDE O CENÁRIO

Planeje um piquenique no quintal ou faça uma festinha na hora do lanche da tarde. Tornar a hora da refeição divertida pode encorajar as crianças a comerem mais.


COLOQUE VERDURAS EM PREPARAÇÕES QUE SEU FILHO GOSTE

Pique cenouras no macarrão, prepare bolinhos de espinafre ou acrescente o espinafre em vitaminas de fruta.


RELAXE

Lembre-se de encorajar uma experiência positiva na hora da refeição do seu filho. Se ele associar estresse ou emoções negativas a experimentar novos alimentos, ele pode ficar menos aberto a prová-los. Mantenha uma atitude neutra e otimista e seu filho poderá surpreendê-la.


Fonte: Lab. Abbott

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Estresse diário é um fator de risco para adoecer?

Não tenho tempo. É muita pressão. Tenho muitos compromissos. Se eu não fizer, ninguém fará. Sem a minha supervisão, o trabalho não sai correto. Quando chego em casa, ainda cuido de tudo sozinho.



Você, com certeza, já falou alguma dessas frases ou convive próximo a alguém que frequentemente fala. Seja em casa, ou no trabalho, a maioria da população atualmente gostaria que o dia durasse mais de 24 horas para cumprir todas as atividades ou responsabilidades.

Se você, que não é exceção, se viu na situação acima, tire um tempo para ler esse texto até o final e depois relaxe. Apesar de não ser uma doença em si, o estresse pode colaborar para o surgimento delas, sendo prejudicial à saúde.

O termo estresse, originalmente empregado na física, refere-se à tensão sofrida por um objeto. Aplicado à nossa realidade, pode ser entendido como reações naturais do organismo em resposta a situações de tensão e desgaste físico ou psicológico.

Com a rotina cada vez mais agitada, as pessoas estão naturalmente mais estressadas sem perceber. Porém, de acordo com Dr. Martin Alvarez Mateos, Coordenador do Ambulatório de Psico-Oncologia e Interconsulta do A.C.Camargo, "o estresse existe desde a época das cavernas, quando o homem primitivo se deparava com situações de tensão, como ficar diante de um predador ou caçar".

No entanto, diferentemente de nossos antepassados, o padrão de estresse a que estamos submetidos não é mais agudo e esporádico. Lidamos com situações estressantes e demandas excessivas o tempo todo durante nosso dia. A falta de tempo, quantidades excessivas de responsabilidades, jornadas de trabalho muito longas, o trânsito e a violência são freqüentes "estressores" em nossa vida cotidiana. 

Este tipo de estresse, contínuo e crônico, que vem se instituindo como uma característica típica da nossa sociedade, exige esforços constantes do organismo para lidar com essas pressões e gera desgastes excessivos ao corpo e à mente da maioria das pessoas.

É importante ressaltar que isso não quer dizer que todas as pessoas que passam pelo estresse da vida cotidiana vão ficar doentes. "Cada pessoa lida de uma maneira diferente com a tensão do dia a dia e o modo como fazemos isso pode ajudar muito a  nos manter saudáveis", afirma o psiquiatra.

Fique atento aos sinais do seu corpo. Ele é o primeiro a nos alertar para um nível de estresse acima dos limites. Cansaço extremo, exaustão, descontrole do humor e reações excedidas são alguns sinais importantes. "Não tem como fugir das demandas da rotina, o jeito é aprender a lidar com isso e separar um parêntese para relaxar e se cuidar", complementa.

Conhecendo os fatores de risco a que todos estamos submetidos, mais importante do que tratar um caso de estresse é poder evitá-lo. Pratique exercícios físicos, mantenha uma alimentação saudável, converse com seu médico com regularidade e reserve um tempo para o lazer.

Faça o teste e descubra se você é estressado:
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Fonte: Martin Antonio Borges Alvarez Mateos - CRM 128948
Coordenador do Ambulatório de Psico-Oncologia e Interconsulta do A.C.Camargo

Boa digestão começa pela boca

É o aparelho digestivo que prepara todos os alimentos que consumimos a fim de que possam ser absorvidos por nosso organismo. Esse processo tem início no momento em que levamos a comida à boca e começamos a mastigá-la. Depois, o processo de digestão continua com o "bolo alimentar", que é lançado pela faringe até o esôfago. A partir daí, entra em cena o estômago e, na sequência, o intestino até o reto. Também participam desse processo, a vesícula biliar, o fígado e o pâncreas.


Segundo Dr. Felipe, o perfeito funcionamento de toda essa engrenagem está baseado, principalmente, na adoção de alimentação e hábitos saudáveis, que contribuem para prevenir doenças no aparelho digestivo. Nesse contexto, o médico alerta para a questão do tabagismo. "Não é somente o pulmão que sofre com o cigarro. A maioria dos tumores do aparelho digestivo também está ligada ao hábito de fumar", alerta.

Entre as doenças passíveis de prevenção estão as de origem orgânica - gastrite, úlcera, esofagite, inflamação intestinal e câncer - e as funcionais, como, por exemplo, síndrome do intestino irritável e a constipação crônica. "É preciso ficar alerta a alguns sinais dados pelo seu aparelho digestivo quando alguma coisa não está bem e procurar um médico para uma investigação mais apurada", orienta o Dr. Felipe.

Entre os sinais estão:
  • alteração no hábito intestinal;
  • anemia;
  • diabetes de início súbito ou piora repentina de um quadro já existente;
  • dificuldade ou dor ao engolir;
  • dor abdominal;
  • emagrecimento não explicado;
  • sangue nas fezes;
  • queimação, azia e refluxo;
  • vômito com sangue etc.
Além disso, pessoas com histórico de câncer em parentes de primeiro grau devem ficar mais atentas. Nesse caso, os exames de prevenção devem ser realizados, no mínimo, 10 anos antes em relação à idade da pessoa da família que apresentou qualquer doença oncológica. Para os que não apresentam antecedentes familiares de câncer, a colonoscopia deve ser feita a partir dos 50 anos. "Outros exames podem ser solicitados pelo médico a partir da avaliação individual de cada paciente", diz o especialista.

Dicas de alimentação e hábitos saudáveis:

  • Mastigue bem os alimentos;
  • Evite jejum prolongado. Faça de três a cinco refeições diárias;
  • Beba de dois a três litros de água por dia, com intervalo de uma hora entre as refeições;
  • Coma frutas, verduras, legumes e carnes brancas. Evite frituras, gorduras, alimentos embutidos e defumados e excesso de bebidas alcoólicas;
  • Não exagere no sal;
  • Alimentos como café, chá preto e mate, refrigerantes, chocolate, molho de tomate e pimenta são irritativos para seu aparelho digestivo;
  • Não fume e pratique atividade física, com orientação médica.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Cinco alimentos que podem ajudar a prevenir artrite

Sardinha – Este peixe é rico em omega-3, o que o faz ser um excelente antiinflamatório. O ideal é sempre escolher comidas ricas em omega-3 ao invés de suprir a necessidade desta com suplementos.
A quantidade perfeita a ser consumida fica em torno de duas porções de sardinha por semana. Aqueles que almejam o controle da dieta não devem consumir esta frita ou enlatada em óleo. Uma opção saborosa é fazer uma pasta de sardinha que pode ser consumida com torradas ou mesmo como sanduíche no pão. A receita é misturá-la com azeite, mostarda, suco de limão, cebolinha e sal.


Azeite de oliva – O azeite de oliva extra virgem pode ser considerado um medicamento natural, pois ele contém muito oleocanthal, que faz com que nosso organismo bloqueie as enzimas que fazem espalhar as infalamções, ou seja, trabalha da mesma forma que muitos dos medicamentos antiinflamatórios. Troque os outros tipos de gordura como manteiga por azeite de oliva extra virgem. Este também é bom para temperar saladas.
Açafrão – Este tempero é muito conhecido por aliviar dores, inflamações e amenizar a rigidez causada pela artrite. Coloque este tempero na frente dos outros e use-o para incrementar o sabor de
sopas, ensopados e até mesmo alimentos fritos.

Brócolis – O brócolis contém muito sulforafano, que ajuda a eliminar as inflamações, além de alto nível de vitamina k, que faz tornar mais lento o progresso da artrite. A melhor forma de consumo deste é cru ou no vapor, mantendo seus nutrientes integrais para absorção.
Alimentos integrais – Os alimentos integrais só trazem benefícios a sua dieta, até mesmo para perda de peso. Coma mais produtos integrais como arroz, cereais e biscoitos. Aqueles que comem cereais pela manhã devem adicionar maçã picadinha – esta fruta além de doce contém antioxidantes que ajudam a eliminar inflamações.
Os alimentos são uma fonte de ajuda ao tratamento e prevenção de muitas doenças como a artrite, osteoporose, gota, entre outras. Eles podem ajudar e complementar uma orientação global, que passa pelo correto diagnóstico e pode necessitar também de medicamentos, orientação e reabilitação física para o completo tratamento.

Fonte Creb

terça-feira, 14 de julho de 2015

Síndrome de Burnout: a doença dos profissionais estressados


A Síndrome de Burnout é um estado de exaustão profissional e sua principal característica é uma série de sentimentos percebidos no dia a dia de trabalho, como a apatia, perda de entusiasmo, desmotivação, frustração, intolerância, insatisfação, impaciência e sensação de fracasso.

Ela é conhecida como a doença do profissional estressado e atinge colaboradores que lidam com grande pressão emocional e com situações estressantes por longos períodos.


Em geral, a síndrome pode se manifestar em qualquer área, mas ela normalmente atinge profissionais que lidam com grande pressão emocional e com situações estressantes por longos períodos, como é o caso dos professores, médicos, enfermeiros e policiais.

Sintomas

Os sintomas são os mesmos do stress, sendo o diferencial que, no Burnout, a causa é intimamente relacionada à vida profissional da pessoa. “Os principais sintomas são: alterações do sono, do apetite, da digestão, da concentração, do humor, além de sintomas como, taquicardia, sudorese, dor muscular e baixa da imunidade que também são muito frequentes”, complementa.

Tratamento

O tratamento envolve um cuidado especial com o corpo e com a mente, ou seja, além do tratamento dos sintomas junto de um médico, é importante que seja feito também um acompanhamento com um psicólogo que vai tratar o comportamento do paciente e suas relações no trabalho.

Dependendo da avaliação médica, da análise dos sintomas - e o quanto comprometem a saúde do trabalhador -, bem como da resposta ao tratamento, o profissional diagnosticado com a Síndrome de Burnout pode ter suas atividades profissionais suspensas, ou seja, ser afastado do trabalho.

Dicas

Para evitar o esgotamento profissional, a coordenadora psicossocial dá algumas dicas:

- Escolha um trabalho que tenha algum significado pessoal além de ganhar dinheiro, pois somente este motivo não será o suficiente para mantê-lo motivado nas fases difíceis e inevitáveis de qualquer atividade;

- Fortaleça os seus vínculos de coleguismo no ambiente de trabalho – são seus colegas que poderão te apoiar nos momentos difíceis e ajudá-lo a superar as crises com menos sofrimento e solidão;

- Não se deve "fugir" das dificuldades. Aprenda a lidar com elas, encarando-as como um amadurecimento das suas habilidades;

- Avalie se você esta contribuindo para seu sofrimento profissional: seu perfil é centralizador? Você sabe trabalhar em grupo? E dividir as responsabilidades? Da mesma forma, discuta com seus pares e superiores caso perceba que eles têm dificuldades em relação a estas questões, pois elas influenciam na qualidade do trabalho de todos os envolvidos;

- Observe se você sofre “pressão interna” de si mesmo devido ao senso de competitividade, de ser sempre o melhor, nunca falhar e necessitar ser reconhecido profissionalmente como acima da média para estar feliz profissionalmente;

- Não deixe de fazer cursos e participar de atividades, pois além de ser estimulante, pode ser útil quando for buscar por novas oportunidades;

- Você não é o seu trabalho. Você é mais que isso, saiba dar ao seu trabalho a dimensão que ele tem;

- Às vezes você precisará se doar mais no trabalho, ficará até mais tarde ou assumirá funções não planejadas, mas são exceções. Se elas virarem rotina, pare, discuta com seu superior e avalie;

- Boa parte do sofrimento no ambiente de trabalho vem de problemas nas relações com clientes e superiores e envolvem assédio ou algum tipo de deslize moral. Notifique seu superior sempre!

- Ninguém é obrigado a permanecer num local de trabalho. Se está infeliz e acredita que os recursos de mudança foram esgotados, planeje sua saída, diminua as dívidas, ajuste o orçamento doméstico, peça ajuda da família, aperfeiçoe-se e tenha coragem para mudar;

- Se o local de trabalho não está de acordo com sua expectativa, especialmente por motivos éticos e morais, busque outras oportunidades;

- Aprenda que sua qualidade de vida não é responsabilidade apenas da empresa. Readeque sua jornada, diminua as expectativas e trabalhe com mais qualidade.

- Férias e folgas são para descansar. Use-as com sabedoria e dentro do prazo estipulado;

- Chega exausto para trabalhar na segunda-feira? Talvez o domingo deva ser aproveitado com atividades menos exaustivas.  

Para finalizar, Rita recomenda que seja feita uma autoanálise para verificar se o profissional está contribuindo com uma boa vida profissional: “É importante que o próprio colaborador faça uma autocrítica, pois o Burnout envolve outras questões que vão além do ambiente corporativo e que, obviamente, incluem a avaliação do comportamento e da administração do próprio tempo”.

Fontes: Rita De Cassia Calegari, coordenadora Psicossocial na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo

Comunicação

Como limpar os ouvidos

Usar hastes flexíveis pode provocar lesões no ouvido e rompimento do tímpano

Limpar os ouvidos com as famosas hastes flexíveis é uma ação comum para muitas pessoas, mas o que elas não sabem é que os especialistas condenam essa prática.

Pessoas que não sofrem com o excesso de cerume, também conhecido como cera de ouvido, precisam de limpeza apenas na parte externa, já que essa cera funciona como uma proteção aos ouvidos: “O cerume é produzido por glândulas da pele do conduto auditivo externo e é um protetor natural para esta região”.


Ainda segundo o especialista, a pele do canal do ouvido é muito fina e desidrata com muita facilidade e o cerume, que é uma cera amarelada e gordurosa, evita que as barreiras de proteção do ouvido se quebrem, impedindo a invasão de micro-organismos.

Além disso, as hastes podem provocar lesões agudas ou crônicas que ocorrem quando há uma inserção profunda e inadvertida das hastes na hora da limpeza. “No trauma agudo pode haver laceração da pele do conduto, perfuração da membrana timpânica e até uma ruptura da cadeia ossicular com trauma à orelha interna, gerando vertigem e surdez. Já quem usa diariamente pode sofrer micro lacerações, levando a uma maior sensibilidade para otites externas, eczemas e coceira”, completa o otorrino.

Para esses casos, Bogaz recomenda que sempre seja feito acompanhamento com um especialista para que ele avalie o melhor tratamento, mas que o método mais comum adotado é o uso de remédios tópicos com antimicrobianos e aspirações para limpeza do conduto. Já nos casos mais graves, que são os que apresentam trauma agudo com rompimento de membrana e da cadeia ossicular, pode se fazer necessário o tratamento cirúrgico. 

Para Eduardo, a melhor forma de limpar os ouvidos no dia a dia é durante o banho: “A limpeza deve ser feita apenas na parte externa e a pessoa pode, durante o banho, por exemplo, limpar o ouvido friccionando os dedos e depois enxugar com a toalha”.

Ainda assim, mesmo com a limpeza diária, a cera pode se acumular no conduto auditivo e comprometer a audição de forma significativa, mas segundo Bogaz, o tratamento para esta condição é simples e a remoção pode ser feita com a realização de lavagem, aspiração ou instrumentação, dependendo da condição do paciente.

“Apesar da remoção parecer um procedimento muito simples, ela deve ser feita por um otorrino, já que não é recomendado a realização desse procedimento por um profissional que não seja qualificado, pois a partir do procedimento podem surgir infecções e outras complicações”, finaliza. 

Fonte: Dr. Eduardo Bogaz, otorrinolaringologista na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo e Comunicação