sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Daltonismo

Daltonismo: sem cura, doença é quase sempre diagnosticada durante idade escolar
É comum que as pessoas se refiram aos portadores de daltonismo como aqueles que não conseguem diferenciar as cores. A afirmação é parcialmente correta: O daltonismo é uma denominação genérica para as pessoas que têm alterações nas visões das cores. O nome certo é discromatopsia, que é uma doença hereditária, genética e está ligada pela transmissão do cromossoma x, ou seja, a mulher transmite, mas raramente tem.
É comum que as pessoas se refiram aos portadores de daltonismo como aqueles que não conseguem diferenciar as cores. Você sabe dizer quais são os números na arte abaixo? 
Existem vários tipos de discromatopsias, que estão ligadas às três cores básicas, vermelho, verde e azul. O daltônico clássico é aquele que tem o problema nos três pigmentos e atinge uma parte muito pequena da população, o daltonismo varia de 0,5% em mulheres e 5% em homens.
O daltonismo não tem cura nem tratamento e é geralmente descoberto quando na idade escolar. A criança vai ao oftalmologista e serão feitos alguns testes para comprovar a disfunção. O cidadão nasce e morre daltônico. É preciso cuidado com quem tem problemas com verde e vermelho. Ele vai ter uma grande dificuldade para distinguir os sinais de trânsito.
É importante ressaltar que o daltonismo não tem nenhuma relação com outras doenças oftalmológicas e não evolui.
Fonte: Ministério da Saúde

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

A dieta do seu filho

Proporcionar a melhor nutrição para o seu filho começa com a escolha de alimentos saudáveis.

Quando você cria hábitos alimentares saudáveis para seus filhos desde pequenos, isso pode reforçar escolhas nutricionais inteligentes quando crescerem. Por isso, é importante começar cedo. Crianças com uma dieta balanceada são mais atentas na escola, têm mais facilidade nas atividades físicas e, em geral, têm mais energia. O primeiro passo é examinar os rótulos com dados nutricionais para determinar a qualidade dos alimentos  que você compra.

View of a mother's hands as she offers fruit from a bowl of sliced bananas and red grapes to a small Indian boy.

Selecionar alimentos frescos e saudáveis e ler os rótulos irá ajudá-la a fazer escolhas saudáveis e com mais nutrientes. Veja a seguir um pequeno guia com alguns nutrientes que seu filho precisa, em que alimentos podem ser encontrados e por que são parte essencial de uma vida saudável:

Fonte: Lab. Abbott

Fibras para as crianças

Um dos principais meios para garantir que o organismo da criança esteja funcionando da melhor forma é a incorporação de fibras naturais na dieta.

A fibra desempenha um papel importante no apoio a um sistema digestivo saudável, e acredita-se que consumi-la em quantidades adequadas reduz o risco de doenças digestivas, certos tipos de câncer, diabetes, doenças cardíacas e obesidade na idade adulta. Alimentos com um alto teor de fibras devem conter pelo menos cinco gramas de fibra por porção, de acordo com a Organização Mundial da Saúde.

Colorful fiber-rich potatoes, beans, carrots and radishes in a market stall.

Seguem algumas simples substituições que você pode fazer para aumentar a quantidade de fibra na dieta de seu filho:

PÃO INTEGRAL
Se seus filhos preferem pães mais macios, tente fazer seu próprio pão. Use farinha de trigo integral e acrescente semente de linhaça moída ou sementes de chia para uma dose extra de fibra.

MACARRÃO INTEGRAL
Substitua macarrão branco por macarrão integral em suas receitas favoritas. Se seus filhos preferem o sabor de macarrão brancos, acrescente legumes, como ervilha ou cenoura ao macarrão para um reforço extra de fibra.

CEREAL
Procure palavras como farelo, trigo integral ou granola. Evite cereais brancos processados, acrescente frutas para dar sabor e fibras extras.

FRUTAS FRESCAS E VERDURAS
Escolha frutas frescas, como melão, banana, abacaxi e laranja. Ervilha, brócolis e batatas (com a casca) são alguns dos vegetais mais ricos em fibra.

FEIJÃO 
Use feijão como uma alternativa rica em proteína à carne nos pratos favoritos do seu filho.


Fonte: Lab. Abbott

Estratégias na hora da refeição

Crianças que não comem bem ou têm dificuldade alimentar precisam de pais que utilizem suas habilidades para introduzir novos alimentos e hábitos alimentares saudáveis.


A young girl grimaces when offered a piece of food.


O impulso de selecionar a comida normalmente ocorre quando a criança começa a comer sozinha – quando ela sente que tem controle sobre o que coloca em sua boca. Pode parecer uma batalha sem fim, mas não se estresse. Há formas de fazer seu filho seletivo experimentar novos alimentos.


DICAS PARA GERENCIAR CRIANÇAS QUE NÃO COMEM BEM OU COM DIFICULDADE ALIMENTAR.


FAÇA SER DIVERTIDO

Utilize um cortador de biscoitos para fazer formas divertidas em maçãs e pepinos, sirva no almoço e no jantar. Outra ideia é oferecer alimentos em uma variedade de cores diferentes.


TENTE UMA NOVA TEXTURA

Quando as crianças não querem comer certos alimentos, normalmente é porque não gostam da textura. Se seu filho se recusa a comer alimentos macios, tente fatias de maçã em vez de geleia de maçã ou batata assada em vez de purê de batata.


OFEREÇA OPÇÕES

Introduza sempre novos alimentos, mesmo que seu filho já os tenha recusado anteriormente. Normalmente é preciso oferecer às crianças novos alimentos várias vezes até que queiram experimentá-los.


PERSONALIZE OS UTENSÍLIOS

Se seu filho ficar mais contente comendo em um prato colorido ou utilizando uma colher especial, é possível que esteja mais aberto a comer o que está na sua frente.


SIRVA COM DIVERSÃO

Utilize formas divertidas para encorajar as crianças a comer frutas e verduras.


MUDE O CENÁRIO

Planeje um piquenique no quintal ou faça uma festinha na hora do lanche da tarde. Tornar a hora da refeição divertida pode encorajar as crianças a comerem mais.


COLOQUE VERDURAS EM PREPARAÇÕES QUE SEU FILHO GOSTE

Pique cenouras no macarrão, prepare bolinhos de espinafre ou acrescente o espinafre em vitaminas de fruta.


RELAXE

Lembre-se de encorajar uma experiência positiva na hora da refeição do seu filho. Se ele associar estresse ou emoções negativas a experimentar novos alimentos, ele pode ficar menos aberto a prová-los. Mantenha uma atitude neutra e otimista e seu filho poderá surpreendê-la.


Fonte: Lab. Abbott

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Estresse diário é um fator de risco para adoecer?

Não tenho tempo. É muita pressão. Tenho muitos compromissos. Se eu não fizer, ninguém fará. Sem a minha supervisão, o trabalho não sai correto. Quando chego em casa, ainda cuido de tudo sozinho.



Você, com certeza, já falou alguma dessas frases ou convive próximo a alguém que frequentemente fala. Seja em casa, ou no trabalho, a maioria da população atualmente gostaria que o dia durasse mais de 24 horas para cumprir todas as atividades ou responsabilidades.

Se você, que não é exceção, se viu na situação acima, tire um tempo para ler esse texto até o final e depois relaxe. Apesar de não ser uma doença em si, o estresse pode colaborar para o surgimento delas, sendo prejudicial à saúde.

O termo estresse, originalmente empregado na física, refere-se à tensão sofrida por um objeto. Aplicado à nossa realidade, pode ser entendido como reações naturais do organismo em resposta a situações de tensão e desgaste físico ou psicológico.

Com a rotina cada vez mais agitada, as pessoas estão naturalmente mais estressadas sem perceber. Porém, de acordo com Dr. Martin Alvarez Mateos, Coordenador do Ambulatório de Psico-Oncologia e Interconsulta do A.C.Camargo, "o estresse existe desde a época das cavernas, quando o homem primitivo se deparava com situações de tensão, como ficar diante de um predador ou caçar".

No entanto, diferentemente de nossos antepassados, o padrão de estresse a que estamos submetidos não é mais agudo e esporádico. Lidamos com situações estressantes e demandas excessivas o tempo todo durante nosso dia. A falta de tempo, quantidades excessivas de responsabilidades, jornadas de trabalho muito longas, o trânsito e a violência são freqüentes "estressores" em nossa vida cotidiana. 

Este tipo de estresse, contínuo e crônico, que vem se instituindo como uma característica típica da nossa sociedade, exige esforços constantes do organismo para lidar com essas pressões e gera desgastes excessivos ao corpo e à mente da maioria das pessoas.

É importante ressaltar que isso não quer dizer que todas as pessoas que passam pelo estresse da vida cotidiana vão ficar doentes. "Cada pessoa lida de uma maneira diferente com a tensão do dia a dia e o modo como fazemos isso pode ajudar muito a  nos manter saudáveis", afirma o psiquiatra.

Fique atento aos sinais do seu corpo. Ele é o primeiro a nos alertar para um nível de estresse acima dos limites. Cansaço extremo, exaustão, descontrole do humor e reações excedidas são alguns sinais importantes. "Não tem como fugir das demandas da rotina, o jeito é aprender a lidar com isso e separar um parêntese para relaxar e se cuidar", complementa.

Conhecendo os fatores de risco a que todos estamos submetidos, mais importante do que tratar um caso de estresse é poder evitá-lo. Pratique exercícios físicos, mantenha uma alimentação saudável, converse com seu médico com regularidade e reserve um tempo para o lazer.

Faça o teste e descubra se você é estressado:
www.ismabrasil.com.br

Fonte: Martin Antonio Borges Alvarez Mateos - CRM 128948
Coordenador do Ambulatório de Psico-Oncologia e Interconsulta do A.C.Camargo

Boa digestão começa pela boca

É o aparelho digestivo que prepara todos os alimentos que consumimos a fim de que possam ser absorvidos por nosso organismo. Esse processo tem início no momento em que levamos a comida à boca e começamos a mastigá-la. Depois, o processo de digestão continua com o "bolo alimentar", que é lançado pela faringe até o esôfago. A partir daí, entra em cena o estômago e, na sequência, o intestino até o reto. Também participam desse processo, a vesícula biliar, o fígado e o pâncreas.


Segundo Dr. Felipe, o perfeito funcionamento de toda essa engrenagem está baseado, principalmente, na adoção de alimentação e hábitos saudáveis, que contribuem para prevenir doenças no aparelho digestivo. Nesse contexto, o médico alerta para a questão do tabagismo. "Não é somente o pulmão que sofre com o cigarro. A maioria dos tumores do aparelho digestivo também está ligada ao hábito de fumar", alerta.

Entre as doenças passíveis de prevenção estão as de origem orgânica - gastrite, úlcera, esofagite, inflamação intestinal e câncer - e as funcionais, como, por exemplo, síndrome do intestino irritável e a constipação crônica. "É preciso ficar alerta a alguns sinais dados pelo seu aparelho digestivo quando alguma coisa não está bem e procurar um médico para uma investigação mais apurada", orienta o Dr. Felipe.

Entre os sinais estão:
  • alteração no hábito intestinal;
  • anemia;
  • diabetes de início súbito ou piora repentina de um quadro já existente;
  • dificuldade ou dor ao engolir;
  • dor abdominal;
  • emagrecimento não explicado;
  • sangue nas fezes;
  • queimação, azia e refluxo;
  • vômito com sangue etc.
Além disso, pessoas com histórico de câncer em parentes de primeiro grau devem ficar mais atentas. Nesse caso, os exames de prevenção devem ser realizados, no mínimo, 10 anos antes em relação à idade da pessoa da família que apresentou qualquer doença oncológica. Para os que não apresentam antecedentes familiares de câncer, a colonoscopia deve ser feita a partir dos 50 anos. "Outros exames podem ser solicitados pelo médico a partir da avaliação individual de cada paciente", diz o especialista.

Dicas de alimentação e hábitos saudáveis:

  • Mastigue bem os alimentos;
  • Evite jejum prolongado. Faça de três a cinco refeições diárias;
  • Beba de dois a três litros de água por dia, com intervalo de uma hora entre as refeições;
  • Coma frutas, verduras, legumes e carnes brancas. Evite frituras, gorduras, alimentos embutidos e defumados e excesso de bebidas alcoólicas;
  • Não exagere no sal;
  • Alimentos como café, chá preto e mate, refrigerantes, chocolate, molho de tomate e pimenta são irritativos para seu aparelho digestivo;
  • Não fume e pratique atividade física, com orientação médica.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Cinco alimentos que podem ajudar a prevenir artrite

Sardinha – Este peixe é rico em omega-3, o que o faz ser um excelente antiinflamatório. O ideal é sempre escolher comidas ricas em omega-3 ao invés de suprir a necessidade desta com suplementos.
A quantidade perfeita a ser consumida fica em torno de duas porções de sardinha por semana. Aqueles que almejam o controle da dieta não devem consumir esta frita ou enlatada em óleo. Uma opção saborosa é fazer uma pasta de sardinha que pode ser consumida com torradas ou mesmo como sanduíche no pão. A receita é misturá-la com azeite, mostarda, suco de limão, cebolinha e sal.


Azeite de oliva – O azeite de oliva extra virgem pode ser considerado um medicamento natural, pois ele contém muito oleocanthal, que faz com que nosso organismo bloqueie as enzimas que fazem espalhar as infalamções, ou seja, trabalha da mesma forma que muitos dos medicamentos antiinflamatórios. Troque os outros tipos de gordura como manteiga por azeite de oliva extra virgem. Este também é bom para temperar saladas.
Açafrão – Este tempero é muito conhecido por aliviar dores, inflamações e amenizar a rigidez causada pela artrite. Coloque este tempero na frente dos outros e use-o para incrementar o sabor de
sopas, ensopados e até mesmo alimentos fritos.

Brócolis – O brócolis contém muito sulforafano, que ajuda a eliminar as inflamações, além de alto nível de vitamina k, que faz tornar mais lento o progresso da artrite. A melhor forma de consumo deste é cru ou no vapor, mantendo seus nutrientes integrais para absorção.
Alimentos integrais – Os alimentos integrais só trazem benefícios a sua dieta, até mesmo para perda de peso. Coma mais produtos integrais como arroz, cereais e biscoitos. Aqueles que comem cereais pela manhã devem adicionar maçã picadinha – esta fruta além de doce contém antioxidantes que ajudam a eliminar inflamações.
Os alimentos são uma fonte de ajuda ao tratamento e prevenção de muitas doenças como a artrite, osteoporose, gota, entre outras. Eles podem ajudar e complementar uma orientação global, que passa pelo correto diagnóstico e pode necessitar também de medicamentos, orientação e reabilitação física para o completo tratamento.

Fonte Creb