domingo, 6 de outubro de 2013

SAUDE MASCULINA - O BARBEAR PERFEITO

Como se barbear sem deixar a pele irritada

Há quem diga que a barba se tornou um acessório indispensável para os homens, mas nem todos da ala masculina concordam com isso e optam por eliminar os pelos. O processo feito para barbear é algo incômodo, por deixar a pele sensível e irritada, mas é possível deixar o rosto lisinho sem danificar a pele.
A irritação provocada pelo ato de barbear é mais frequente em peles sensíveis. Sim, os homens têm pele sensível, por mais que achem que isso é “coisa de mulher”, os homens precisam saber o seu tipo de pele, para utilizar o produto certo e fazer a barba de forma correta e evitar a irritação.
Barbear 1
Para se barbear sem irritar a pele é necessário que duas etapas sejam cumpridas. A primeira é preparar a pele para que os pelos sejam retirados e a segunda é cuidar da pele após se barbear.
Preparar a pele é a parte mais importante para evitar a irritação, é fundamental que ela esteja hidratada e amaciada, antes de aplicar a espuma, o gel ou passar o sabonete. Você pode fazer isso, umedecendo uma toalha com água quente e aplicar no rosto ou usar a água quente da torneira.
Muitos homens preferem fazer a barba no chuveiro, a água quente e o vapor são bons para deixar a pele macia e hidratada. Uma dica para deixar a pele mais macia e não irritar é, antes de aplicar o gel ou espuma, use um esfoliante para deixar a pele bem limpa e mais macia, assim o pelo sairá com mais facilidade. Evite usar o sabonete, pois ele deixa a pele ressecada.
Ao usar o aparelho de barbear ou a navalha, passe a lâmina no sentido em que o pelo cresce no rosto e na parte superior do pescoço deslize o aparelho para baixo e, na parte inferior do pescoço, deslize para cima.
Os pelos já foram retirados, agora é a segunda etapa para evitar que a pele fique irritada. Após se barbear, lave o rosto com água fria pra fechar os poros. Para finalizar, utilize produtos pós-barba com propriedades calmantes, que hidratem a pele e que auxiliem também na cicatrização de possíveis ferimentos.
Mesmo seguindo esses processos, caso perceba que sua pele ainda está muito sensível ou que os pelos encravam com facilidade, procure a ajuda de um médico dermatologista, pois ele irá avaliar sua pele e indicar a melhor maneira de deixar o seu barbear mais tranquilo.
Fonte: Onofre
 
 
 

FUMANTE PASSIVO

Os perigos de ser um fumante passivo

Mesmo sabendo todos os perigos que há em ser um fumante, existem pessoas que continuam praticando este hábito que pode causar doenças graves e, em alguns casos, levar à morte. Fumar se tornou um vício para muitas pessoas e essas enfrentam muitas dificuldades quando decidem parar de fumar, pois os efeitos que a abstinência causa no organismo são fortes, porém existem aqueles que não têm esse hábito, mas que por convivência, ou por coincidência, são fumantes passivos, pessoas que não fumam diretamente, mas inalam a fumaça e os gases que saem do cigarro através de outras pessoas.
 Fumante Passivo
 O fumante passivo é aquele que não fuma, mas está exposto à fumaça do cigarro, seja dentro de casa, em um ambiente comum no trabalho, na reunião dos amigos ou em demais ocasiões. Ao se tornar um fumante passivo a pessoa fica exposta a todas as doenças que podem acometer um fumante, mesmo pessoas extremamente sadias podem ser afetadas por esse hábito. O cigarro, quando libera seus gases e fumaça, contém substâncias consideradas irritativas e cancerígenas, como nicotina, alcatrão, benzina, monóxido de carbono e amônia. Quando está perto de um fumante, o fumante passivo não só inala a fumaça que o fumante “solta”, mas também inala a fumaça que sai do cigarro, há mais de 4 mil componentes químicos na fumaça.
Os sintomas surgem rapidamente, como efeitos irritativos em pessoas alérgicas e sintomas respiratórios em pessoas saudáveis, além disso as consequências podem ser ainda piores:
  • Risco de câncer de boca, pulmão, colo do útero, mama, laringe, esôfago e etc;
  • Falta de ar severa;
  • Desenvolvimento de asma e demais doenças respiratórias.
Atualmente, os fumantes passivos apresentam um risco 30% maior de desenvolver câncer no pulmão e 24% maior de ter um infarto, se comparado a quem não tem contato com as substâncias químicas. Um estudo mostrou que um fumante passivo pode chegar a consumir o equivalente a 10 cigarros por dia, se tornando uma das maiores causas de morte que poderia ter sido evitada.
No Brasil, as crianças somam 40% entre os fumantes passivos, o maior contato delas com o cigarro é dentro de casa, na convivência com os pais, muitos são vítimas do fumo passivo quando estão dentro da barriga da mãe, podendo sofrer consequências ainda piores.
Muitas mulheres conhecem os perigos de fumar durante a gravidez, porém muitas gestantes não conseguem abandonar o hábito, mesmo durante a gestação. Esse ato traz muitos males ao bebê durante os 9 meses e pode causar consequências terríveis pós-parto. Se a mulher está grávida e fuma nos primeiros 3 meses de gestação ela corre o risco de ter um aborto natural, sangramento, descolamento da placenta, parto prematuro e risco de o bebê nascer com problemas de saúde congênitos.
Quando está dentro da barriga da mãe, o bebê absorve tudo que está no sangue dela, consequentemente absorve as substâncias químicas do cigarro. Estudos mostraram que a nicotina afeta os vasos sanguíneos, fazendo com que chegue menos nutrientes ao bebê, com isso ele corre o risco de nascer com o peso abaixo do normal. Além desse risco, a nicotina pode alterar a placenta, causando trombose que podem evoluir e causar a insuficiência placentária, quando a placenta não consegue levar oxigênio e nutrientes para o bebê.
Após o nascimento o bebê tem o contato direto com a fumaça do cigarro e, mesmo que os pais não fumem perto dele, o leite materno possui 3x mais nicotina que o sangue da mãe, e quando o bebê é amamentado todas essas substâncias entram em contato com o organismo dele. O fumo passivo tem se tornado um dos principais motivos do desenvolvimento da morte-súbita em bebês.
O risco de ser um fumante passivo é muito grande, porém há lugares em que dá para evitar, como dentro de casa, por exemplo. O cigarro traz consequências não somente a quem fuma, mas também para quem convive com fumantes, por isso o ideal é sempre preservar o bem-estar seja das crianças, adolescentes, adultos e idosos.
Para quem não quer se tornar vítima do cigarro.
Fonte: Onofre
 
 
 

BEBÊ - AQUELA SONEQUINHA

Conheça a importância da soneca do seu pequeno

Para que o bebê se desenvolva de maneira correta são necessários vários fatores, como a amamentação exclusiva até os 6 meses e, após essa idade, uma alimentação saudável rica em nutrientes, além de um fator muito importante: o sono. O cochilo durante o dia é fundamental para o desenvolvimento das crianças.
Após o nascimento, a rotina do bebê costuma ser mamar e dormir, isso ocorre até mais ou menos os 3 meses, quando ele começa a ficar mais tempo acordado e tirar as sonecas duas vezes por dia, de manhã e à tarde. Aos 2 anos a soneca passa a acontecer apenas uma vez por dia, essa condição vai até por volta dos 3 anos. Essa soneca é fundamental, pois revitaliza, relaxa e aumenta a disposição.
 Soneca
Estudos mostram que, quando a criança não tira essa soneca durante o dia, pode ter alguns distúrbios, como de comportamento, ansiedade, irritação, menor nível de interesse e de habilidade para resolver problemas.
Os benefícios da soneca são vários, mas os principais são a ampliação dos processos cognitivos além da confirmação que as crianças que dormem à tarde são mais inteligentes e têm uma memória melhor.
As crianças que estão entre os 2 e 3 anos e tiram o cochilo à tarde, não podem dormir mais que uma hora e isso deve se manter até que ele não sinta mais a necessidade do descanso durante o dia, que pode acontecer por volta dos 4 anos, mas não é uma regra, cada criança tem o seu ritmo, por isso pode variar.
O descanso durante o dia não precisa ser feito onde a criança dorme durante a noite, nem precisa ter muito silêncio, pode ser com meia-luz e, caso ela não acorde em 1 hora, comece a fazer com que ela acorde de forma agradável, abrindo as cortinas aos poucos e colocando uma música calma, assim ela acordará de bom humor e não ficará irritada. Evite que a soneca leve a tarde toda para que o sono da noite não seja prejudicado e, evite também, que ela durma após às 16h00.
Antes de matricular a criança na escola, verifique se há espaço e tempo para que ela durma durante o dia, isso é fundamental para que o desenvolvimento dela não sofra prejuízos. Procure manter os mesmos horários todos os dias para as sonecas, pois o organismo da criança precisa manter os hábitos diariamente.
Muitos pais ficam em dúvida sobre quantas horas as crianças devem dormir por dia, alguns acham que está dormindo demais ou de menos, mas em cada fase ela dormirá o suficiente para se desenvolver.
  • De 0 a 4 meses: de 16 a 20 horas por dia, ela acorda apenas para alimentar-se.
  • De 4 a 6 meses: de 13 a 16 horas: ela dormirá de 9 a 11 horas à noite acordando      algumas vezes para se alimentar e duas sonecas por dia, que duram em torno      de 2 horas.
  • De 6 meses a 1 ano: de 12 a 14 horas, também com duas sonecas por dia.
  • De 1 a 2 anos: de 12 a 14 horas, nessa fase a soneca da manhã será dispensada,      permanecerá somente a da tarde.
  • De 3 a 5 anos: de 11 a 12 horas, a soneca da tarde começa a diminuir aos poucos.
Se perceber que a criança está com problemas para dormir, procure a ajuda do pediatra que a acompanha, assim ele avaliará melhor o que está provocando esse distúrbio.
Para as mamães que adoram olhar o seu bebê dormindo.
Fonte: Onofre
 

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

SAÚDE MASCULINA - ANDROPAUSA

O hormônio masculino tem uma grande influencia na vida sexual do homem e esse hormônio é a testosterona,  que é responsável pelas características relativas ao homem como, por exemplo, o grave da voz e o crescimento de pelos pelo corpo e, a Andropausa está também diretamente relacionada a esse tipo de hormônio.
 

Entenda o que é a Andropausa

Recentemente, a medicina descobriu que alguns homens após, os 45 anos de idade, sofrem uma queda brusca de testosterona, que é o que caracteriza a andropausa, entretanto, um fato curioso acerca da descoberta é que nem todos os homens passam por essa situação. Estima-se que apenas 25% da população masculina sofram com esse mal, algo diferente do que ocorre às mulheres, visto que todas elas, em determinado momento da vida, tendem a conviver com os sintomas da Menopausa.

o-que-e-andropausa

Os sintomas da Andropausa
 
A Andropausa vai ocorrendo aos poucos, à medida que a redução de testosterona vai se tornando mais acentuada, tornando, assim, também mais difícil o diagnóstico, entretanto, de modo geral, os sintomas passam por mudança de humor, fadiga, perda de energia e perda de libido.
 
Existem ainda estudos que mostram que esta perda gradativa de hormônios pode acarretar outros tipos de patologias como doenças cardíacas e ossos frágeis, o que eleva o nível de necessidade de realizar um diagnostico o quanto antes a fim de proceder o tratamento para amenizar os sintomas.
 

Como é feito o diagnóstico da Andropausa

Para diagnosticar a andropausa é necessário um exame de sangue para medir o índice de testosterona e o nível de prolactina que, se estiverem em um nível alto, reduz a testosterona, além de avaliar os relatos do próprio paciente em relação aos sintomas adquiridos.
 

Tratamento para Andropausa

O tratamento é feito à base de reposição hormonal, que só é realizado quando o nível de testosterona está muito baixo, a fim de evitar efeitos colaterais como problemas cardiovasculares.
 
Com a reposição hormonal, o paciente pode voltar a ter força muscular e estrutura corporal revigorada, ao passo que também voltar a ter desejo e um bom desempenho sexual.
 
Para evitar as chances de sofrer com a Andropausa, é aconselhável manter uma vida sexual ativa, alimentação balanceada rica em fibras, exercícios de aeróbica diariamente e evitar consumir muita gordura e carboidrato.
 

SAÚDE FEMININA - FITOHORMÔNIOS

Muito se fala sobre fitohormônios atualmente, mas é possível perceber que ainda existe bastante desinformação, seja no meio médico ou leigo. Vale, portanto, fazer uma pequena retrospectiva sobre o assunto. 


            
A primeira evidência que elementos da alimentação poderiam ter alguma ação hormonal foi feita num estudo epidemiológico realizado no Japão, quando evidenciou-se que um grupo de mulheres que tinham hábitos de vida tradicionais, possuíam uma incidência muito baixa de síndrome da menopausa. A primeira reação dos pesquisadores foi atribuir esse resultado a fatores raciais.
 
Entretanto, numa segunda pesquisa feita com mulheres japonesas com hábitos de vida ocidentais, revelou uma incidência de sintomas da menopausa semelhante aos observados no ocidente. Ou seja, a baixa incidência dos sintomas da menopausa deveria estar associada a algum hábito de vida.
 
"Estudos epidemiológicos mostram que as populações que ingerem grandes quantidade de soja e produtos da soja, possuem uma baixa incidência de câncer de mama e de próstata"Análises regressivas feitas com os dados da pesquisa mostraram que um dos aspectos mais diferenciados das mulheres que não tinham sintomas da menopausa, era ingerir quantidades significativas de soja em produtos de soja (em geral mais de 100g) diariamente. Esse resultado fez vários pesquisadores buscarem na soja uma substância que pudesse ter efeito hormonal.

 
Assim foram isoladas substâncias chamadas isoflavonas, que hoje em dia, têm sido propostas no tratamento da menopausa. Essas substâncias têm capacidade de se ligar a receptores estrogênicos, estimulando-os, o que explicaria seu efeito
 
Entretanto, com o avanço das pesquisas com plantas medicinais, foi sendo descoberto que a soja não era a única fonte de substâncias com capacidade de atividade hormonal. Um inhame, nativo da América do Norte, usado pelos índios no tratamento de problemas femininos, revelou conter uma saponina chamada diogenina que exibe efeito semelhante à progesterona. Durante muito tempo esse inhame foi usado como base para a síntese de hormônios convencionais pela industria farmacêutica.
 
 
Linhaça
Da linhaça isolou-se outro grupo de substâncias chamadas de lignanas com o mesmo tipo e ação. Foi igualmente pesquisada uma planta, conhecida nos Estados Unidos como “black cohosh” (cimicífuga), que os índios usavam no tratamento de problemas femininos. Essa planta se revelou efetiva em combater especificamente as ondas de calor que ocorrem na menopausa. Existem indícios de que muitas outras plantas medicinais ou mesmo vegetais usados na alimentação possuam substâncias com essas características.
 
A existência de substâncias com atividade hormonal em tantas plantas deu origem ao termo “fitohormônios” (que significa hormônios de plantas) e têm sido usadas como um tratamento alternativo para síndrome da menopausa. Contudo, na minha experiência, para obter-se resultados efetivos, é preciso associar várias plantas com atividade hormonal de uma forma inteligente. O uso das isoflavonas da soja isoladamente não resolve a maioria dos casos.
 
As isoflavonas da soja, e em particular a genisteína, têm sido intensamente estudadas e não existem mais quaisquer dúvidas sobre seu potencial de atuar como fitohormônio. Por conta disso, vejo muitos colegas médicos contra-indicando a ingestão de soja e derivados em mulheres que apresentaram câncer de mama. Entretanto, o que os estudos epidemiológicos mostram é que as populações que ingerem grandes quantidade de soja e produtos da soja, possuem uma baixa incidência de câncer de mama e de próstata.

Além disso, as pesquisas com as isoflavonas mostrataram que elas estimulam os receptores estrogênicos de forma assimétrica, funcionando como bloqueadores no tipo de receptor que induz a multiplicação celular – justamente o que pode ser perigoso para o câncer. Ao bloquear esses receptores as isoflavonas da soja atuam protegendo o organismo do câncer, o que está coerente com os resultados dos estudos epidemiológicos.
 
Alguns ginecologistas já têm prescrito fitohormônios como primeira opção para mulheres com síndrome da menopausa, por entender que esse tipo de tratamento oferece menor risco futuro da câncer ginecológico. Esse grupo de ginecologistas ainda é minoritário, mas vem aumentando a cada dia. Os fitohormônios ainda tem aplicação no tratamento de tensão pré-menstrual e outros problemas ginecológicos, porém, há necessidade de mais pesquisa para validar o seu uso nesses problemas de saúde.

Fonte: Alexis Botsaris

 
      

SAÚDE FEMININA - DIETA NA MENOPAUSA

Como se não bastasse passar uma vida toda menstruando, as mulheres ainda têm que enfrentar a temida e inconveniente menopausa, que afeta milhões de mulheres no mundo todo a partir dos 50 anos de idade. Muitas já começam a sentir os calorões e os sintomas antes, mais ou menos aos 45 anos de idade e esses sintomas costumam variar o tempo  de duração de uma mulher para outra.
A pre-menopausa ou climatério é o período de transição que ocorre de 2 a 4 anos antes da última menstruação, geralmente entre 40-51 anos, e caracteriza-se pela irregularidade nos ciclos menstruais, diminuição nos níveis dos hormônios sexuais (estrógeno e progesterona).
 
 
 

A menopausa é o processo biológico natural em que a menstruação cessa por 12 meses consecutivos, geralmente entre 45-57 anos. É o estágio na vida da mulher, que se caracteriza pelo fim do período fértil e falência dos ovários.

A menor produção hormonal desse período faz com que aparecem vários sintomas que variam de mulher para mulher e que podem durar até um ano após a última menstruação:


DIETA IDEAL NA MENOPAUSA:

·      Diminuir o consumo de sal e alimentos industrializados. Lembre-se que o excesso de sódio promove perda de cálcio ósseo.
·      Utilizar temperos naturais no preparo da comida: sálvia, alecrim, tomilho, manjericão, cúrcuma (açafrão da terra).
·      Evitar alimentos gordurosos (carnes gordas e frituras)
·      Reduzir consumo de carne vermelha para 1 a 2x na semana. Dê preferência para a proteína de soja e peixes.
·      Substituir leite de vaca e derivados por produtos à base de soja como leite e sucos de soja em caixinhas, leite de soja em pó (extrato), queijo de soja (tofu) e iogurte de soja.
·      Cuidar da hidratação bebendo água e chás de ervas (cidreira, erva-doce, hortelã).
·      Evitar cafeína diminuindo o consumo de café, evitar chá preto, chá mate, guaraná e refrigerantes. Excesso de cafeína também promove perda de cálcio dos ossos.
·      Evitar ingestão de carboidratos refinados (açúcar e farinhas brancas)
·      Preferir alimentos ricos em fibras solúveis e carboidratos complexos (cereais integrais, leguminosas, vegetais em geral e raízes).
·      Prestar atenção ao consumo de pimenta que pode piorar o “calorão”
·      Consumir alimentos fonte de VITAMINA E que é antioxidante e protege as células.
Fontes alimentares: gérmen de trigo, castanhas, nozes, avelãs, abacate, amêndoas, óleos vegetais, azeite de oliva, aveia, leguminosas (grão de bico, ervilha, lentilha, feijões).
·      Consumir alimentos fonte de MAGNÉSIO, mineral que atua como moderador e restabelece o equilíbrio do corpo. Importante para a saúde óssea e para o funcionamento correto da insulina além de ser essencial para a formação da serotonina.
Fontes alimentares: folhas verdes escuras, damascos e quinoa.

OUTROS CUIDADOS:
·      Fazer várias refeições com menor volume.
 

·      Praticar atividade física regular que auxilia na manutenção do peso corporal ideal, reduz a pressão arterial, fortalece os ossos prevenindo a osteoporose e as doenças cardiovasculares.
 
·      Tomar sol – 15 minutos diariamente (até 10 horas da manhã ou após 16 horas) para ativar a vitamina D que ajuda a absorver cálcio.
 
·      Parar de fumar e não ingerir de álcool
 
Tentar unir todos esses alimentos em uma só dieta pode ajudar e muito a diminuir todos os sintomas e efeitos da menopausa e claro, ir ao medico regularmente, ingerir os hormônios receitados por ele de maneira também regular, praticar exercícios físicos sejam eles leves como caminhadas o pesados como a musculação e ter um estilo de vida saudável  em um contexto geral são dicas importantes para você que quer ter uma vida normal após entrar no estado da menopausa.

Muitas mulheres que saem do período menstrual e entram na menopausa dão meio que uma surtada, pois os hormônios vão se transformando e o corpo a mulher também vai mudando de forma gradativa, por isso, em casos extremos, procurar uma ajuda psicológica também pode ser um bom auxilio caso os efeitos da menopausa estejam afetando de uma maneira grande e complicada a sua vida, e lembre-se que você não é a única a estar passando por isso.
 
 
Fonte: Danusa Yanes - Nutricionista Graduada pela UTP/ Especialização Latu Sensu em Nutrição Clínica Funcional/ Capacitada pelo Programa RAFCAL (Reeducação Afeto Cognitivo do Comportamento Alimentar)/ Integrante do Corpo Clínico do Centro de Qualidade de Vida CLINIPAM



terça-feira, 1 de outubro de 2013

OLHOS - SAIBA EVITAR O CANSAÇO OCULAR

Com a devida indicação médica, os exercícios podem melhorar a circulação na região dos olhos.

Para usar o computador e o videogame por mais de duas horas ininterruptas, aplicar colírios sem prescrição médica, lentes de óculos que não filtram 100% da radiação UVA e UVB e deixar de proteger os olhos da radiação nos meses mais frios são as causas mais frequentes de danos à saúde ocular.
 

 
Como são hábitos que fazem parte do universo adulto e infantil, o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, do Instituto Penido Burnier faz algumas recomendações eroftálmicas para que sejam incorporadas à rotina. São elas: o monitor deve ficar 10 a 20 graus abaixo do nível dos olhos; a distância entre a tela do monitor e os olhos deve ser de 60 centímetros; o monitor não deve ficar de frente para a janela, pois a luminosidade causa ofuscamento; também não deve ficar de costas, pois forma sombras e reflexos que causam desconforto; é indicado evitar excesso de luminosidade das lâmpadas e luz natural, pois as pupilas se contraem e geram cansaço visual. 
 
O cansaço ocular também pode ser evitado ao se ficar atento e regular sempre a tela com o máximo de contraste e não de luminosidade; manter a tela do computador sempre limpa; a cada hora, descansar de 5 a 10 minutos (saindo de frente do monitor); e piscar os olhos voluntariamente sempre que estiver usando o computador.

Dor de cabeça, olho seco e visão turva estão entre os principais sintomas de cansaço ocular. Nas crianças, este cansaço pode repercutir na saúde ocular com o surgimento da miopia acomodativa e na dificuldade temporária de enxergar à distância.

Tal condição acontece, explica o oftalmologista Leôncio Queiroz, "porque na infância a visão está em desenvolvimento e o esforço concentrado para enxergar de perto quando operam computadores e videogames, induz a uma menor acomodação, ou seja, capacidade do cristalino de focar em várias distâncias. Nos adultos, o estresse da musculatura ciliar pode reduzir a produtividade em até 20%".
 

Fluxo sanguíneo

Para prevenir o cansaço ocular, o médico ressalta a importância de relaxar a musculatura na região e estimular a circulação ao redor dos olhos. Para tanto, indica optar por massagens visando evitar a ptose palpebral, ou seja, a pálpebra caída. Além de comprometer a aparência pode prejudicar a visão nos casos mais avançados.

Como em todas as demais partes do corpo, "o bom fluxo sanguíneo é essencial para a saúde dos olhos, especialmente na retina (membrana ocular posterior que capta as imagens e as transforma em impulsos nervosos enviados ao cérebro pelo nervo óptico)", informa o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, em Campinas.

Quando há insuficiência de irrigação sanguínea (ou isquemia) cresce o risco de provocar a morte de células da retina, comprometendo definitivamente a visão. "Esta isquemia, explica o médico, pode ser causada por tabagismo, má alimentação ou doenças que causam o acúmulo de colesterol nas paredes das artérias retinianas". Em função desse possível dano, Dr. Leôncio Queiroz destaca a necessidade, a partir dos 40 anos, do indivíduo ser submetido a um check-up ocular anual.

Sobre a possibilidade da indicação de massagens ser incluída ou sugerida em consultas de rotina, Dr. Leôncio Queiroz Neto justifica que isso não ocorre "porque podem ser praticadas de forma errada". Ressalta também que ao se esfregar vigorosamente as pálpebras, há riscos de provocar blefarite (inflamação das pálpebras), além de prejudicar a saúde da córnea (membrana transparente que fica na frente da íris - parte colorida do olho.

Segundo pesquisa realizada com 1,2 mil pacientes do Instituto Penido Burnier (Transitions), cerca de 65% dos pacientes que utilizam o computador por mais de duas horas ininterruptas apresentaram fadiga visual. Assim, para evitar a queda da produtividade em adultos e a miopia acomodativa entre crianças, Dr. Leôncio Queiroz lembra que a recomendação médica mais usual é a de que o paciente descanse a visão a cada hora de atividade ao olhar de 5 a 10 minutos para o horizonte.

Massagens

Realizar exercícios e massagear os olhos com técnicas recomendadas pelo médico (veja quadro acima) fornece oxigênio e nutrientes vitais. Mas antes de iniciar os exercícios é importante certificar-se que está com as mãos devidamente higienizadas e sem resíduos.

Importante: para massagear, use sempre o dedo anular (4º dedo, naturalmente o mais fraco e suave) para passar o creme ocular. Quando aplicado de manhã, refresca e hidrata a pele, enquanto à noite suaviza realmente o contorno da região dos olhos.   

Fonte: Dr. Leôncio Queiroz Neto, oftalmologista do Instituto Penido Burnier