sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

ELEVADOR - O que fazer se ficar presa dentro de um

Sempre é bom saber destas dicas, pois pode acontecer com qualquer pessoa.

Ficar preso em um elevador é uma situação mais comum e menos perigosa do que muitos pensam. Dotados de poderosos mecanismos de segurança, os elevadores modernos oferecem pouquíssimos riscos aos usuários – desde que, é claro, estejam com a manutenção em dia. Mesmo assim, imprevistos como quedas de energia acontecem. Veja o que fazer caso você fique preso dentro do elevador:

O procedimento correto é o seguinte: Aguarde o bombeiro chegar!

NUNCA tente sair pelo buraco ou parte aberta de um elevador em pane! você pode morrer ou perder algum membro do corpo.


1. Aperte o botão do alarme ou o que indica que está avisando alguém.
2.  Sente-se num canto. Em caso de descontrole emocional, abaixe a cabeça e feche os olhos, aguarde, calmamente, que venha o socorro. É uma questão de tempo. Procure se lembrar de que você está trocando tempo por segurança. 


3.  Não aceite ajuda de estranhos e nem saia com o elevador aberto pela metade! Ele poderá subir ou descer repentinamente. 


4.  O BOMBEIRO, ASSIM QUE CHEGAR, VAI DESLIGAR A CHAVE GERAL DA CASA DE MÁQUINAS E TESTAR, COM UM APARELHO, SE O ELEVADOR ESTÁ PARADO MESMO E TOTALMENTE INOPERANTE. 

Então, ele avisará a outro bombeiro, via rádio, para que faça o procedimento junto à porta do elevador. E o elevador irá subir ou descer, completando o ciclo dele e parando no ponto seguro. 

5.  ANTES de entrar no elevador, sempre, verificar se ele está parado. ESPERAR que as pessoas saiam ANTES de você entrar e ficar atento no número de ocupantes, se está compatível com o peso que diz na placa! 

Quando estiver muito cheio, evite entrar nele, pois poderá haver problema!

Os bombeiros explicaram também que o elevador tem freios, suportes, ganchos, tudo que oferece proteção total e que jamais um elevador cai, sem mais nem menos. 

Portanto, a pessoa terá que se manter calma e sem pressa. Mesmo porque tem ar suficiente dentro dele
(circulação de ar) e um grupo de pessoas pode ficar ali por várias horas sem problemas!


Se ficar preso só saia com a ajuda dos bombeiros, e não com a do zelador do prédio, ou um outro profissional qualquer que diz que tudo já está sobcontrole.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

SAÚDE INFANTIL - Fique atento às histórias infantis!

Como as crianças imaginam muito, é preciso certos cuidados na forma de contar histórias para elas.
 
As histórias para crianças são recheadas de personagens fantásticos, com conteúdos pedagógicos e tramas simples, em que facilmente identificamos quem são os bandidos e os mocinhos, o bem e mal e o certo e errado. A literatura infantil é um convite a uma aventura para além da aparente narrativa criada pelo autor.
 
 
Uma criança formula imagens e cria um mundo de fantasias em que ela é capaz de se identificar com os personagens, principal ou coadjuvante e experimentar nas mais variadas situações e emoções possibilidades de construção de si para viver situações no mundo real. Isto é, ela busca elementos na narrativa capazes de compor sua identidade, traduzir suas emoções, exercitar sua inteligência e dizer sobre a sua sexualidade. A consequência disso é a própria constituição do pequenino que está em jogo. O que torna a tarefa do adulto digna de uma importância que merece alguns cuidados e atenção.
 
Um pai e uma mãe ou um cuidador costumam selecionar tipos de narrativas de acordo com suas crenças, valores, religião e cultura que julgam relevante transmitirem aos filhos. O que os tornam intermediários, capazes de se posicionar entre a narrativa e a criança.
 
Esse posicionamento requer certas habilidades, sensibilidade e sabedoria. É uma verdadeira arte. Pois, para além da narrativa podemos também transmitir nossos preconceitos, nossas raivas, frustrações ou algo extremamente desnecessário que prejudica o desenvolvimento infantil. Também não devemos ser imparciais ou neutros, pois assim nos tornamos meros espectadores, o que pode ser igualmente ou mais prejudicial à saúde mental do pequenino, principalmente quando existem conteúdos delicados de natureza sexual ou violenta.
 
Atualmente, vemos crianças, desde muito novinhas, que passam horas a fio na frente de uma televisão, cada vez mais sem a presença dos pais ou de um adulto. Nos EUA, por exemplo, uma criança chega a ficar cinco horas por dia na frente da telinha. Em muitas famílias, por diversas razões, a TV deixou de ser um momento de lazer da vida familiar para se tornar uma espécie de “babá”, com a função de entreter os filhos enquanto os pais estão ocupados.
 
É fascinante para uma criança o mundo de imagens e das narrativas que a televisão oferece. No entanto, a maioria dos programas exibidos contém conteúdos inapropriados para os pequenos aventureiros, em busca de referências para ler a realidade que os cercam.
 
Na ausência de um adulto, as imagens bombardeadas pela televisão ficam sem sentido. Mais ou menos assim: a criança bem novinha quando leva um pequeno tombo, não chora imediatamente. Ele aparece com o susto que o adulto leva. Não foi o tombo em si ou a pequena dor que o cair provoca que a fez chorar, mas sim a leitura que o pequeno fez da reação do adulto (tradutor) de que ele passou por uma situação perigosa. Existe um tempo entre o evento e o que significa. E esse significado foi dado pelo responsável. É nessa mesma lógica que funciona a apropriação da imagem e das narrativas. Se o pequeno se depara com cenas extremamente fortes de violência, sem a devida intervenção da leitura de um cuidador, ele não assimila. Apenas guarda, e em algum momento isso retornará para realidade e será vivenciado como uma atividade lúdica. Isso é bastante comum em crianças hiperativas e com Déficit de Atenção (DDA).
 
Estatísticas apontam que quanto mais cedo a criança fica exposta aos aparelhos de televisão, maior a probabilidade de desenvolver distúrbios, como obesidade, déficit de atenção, hiperatividade e depressão.
 
Por isso a importância de estarmos sempre presentes em cada momento da vida de nossos filhos, principalmente, nos primeiros anos de vida. Desde a escolha a quem delegar a responsabilidade e cuidados dos filhos: babá, escolas, clubes, rodas de amigos até limitar e orientar cada narrativa, imagem e eventos que os curiosos pequeninos adoram vislumbrar.
 
Um ambiente de confiança e afeto é a base para sentarmos ao lado de uma criança e exercermos uma das mais antigas formas de educação, transmissão de conhecimento e saber. A conversa e a leitura daquilo que queremos passar na constituição de sua identidade e personalidade até o que esperamos dele do que foi transmitida à geração seguinte.
 
Por Yan Pinheiro - Hospital Infantil Sabará

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

COMPORTAMENTO - O poder dos seus pensamentos

Como vai a sua vida? Se tudo está bem, ótimo. Você possui bom senso de realidade, tem tomado decisões acertadas quando percebe algo errado, é flexível o bastante para rever suas atitudes e mudar o que não foi bom.



Mas se não está feliz, se as coisas não dão certo, se não consegue prosperar, não adianta viver se queixando dos outros, responsabilizando-os por seus problemas quando, na verdade, você é a responsável pelo que lhe acontece.

Você acha que não? Que seu parceiro não lhe dá o carinho que deseja, seu chefe não reconhece seu trabalho, que as pessoas à sua volta desejam seu mal? 

Nesse caso, é melhor sentar-se em um lugar tranqüilo e prestar atenção aos pensamentos que povoam sua cabeça. Eles lhe darão a chave para perceber de onde vêm os infelizes resultados obtidos em sua vida.

Talvez tenha o hábito de ficar pensando nos perigos da vida, nas dificuldades do futuro, julgando estar se prevenindo de coisas ruins. Mas essa é a forma de atrair exatamente o que teme. Você pode achar justo cobrar os outros por não verem a vida da mesma forma que você, sem perceber que os está invadindo, intrometendo-se em coisas que não são de sua responsabilidade, assumindo os problemas deles, ligando-se ao mal. O mal é muito mais abrangente do que pode parecer-lhe à primeira vista. Vá mais fundo na observação de suas atitudes. Quem pensa no mal, na falta, cuidando mais do que se passa na vida alheia do que em sua própria, está deixando a maldade entrar em seu coração.

Suas energias tornam-se desagradáveis para quem se aproxima. Muitas portas se fecharão por causa disso. Um bom emprego, uma vida familiar equilibrada, um relacionamento afetivo, uma amizade sincera… Tudo será prejudicado pela qualidade das suas energias. Se não acredita, faça um teste. Tente ficar positiva, feliz, jogue fora todas as preocupações durante um dia todo e observe o resultado. Mas precisa fazer isso com sinceridade. Para facilitar, ouça uma música alegre, cante, dance, conte piadas. Tente como lhe for mais fácil, mas faça.

Ninguém gosta de ficar perto de alguém que só se queixa, que vê maldade em tudo, que está sempre em guarda como se o mundo todo estivesse interessado em prejudicá-la. Você não é tão importante assim para os outros. Eles estão mais interessados em cuidar de suas vidas, não se importam com seus problemas. Você só é o centro do universo para si mesma, dentro do seu mundo interior. É de sua responsabilidade tornar esse mundo melhor, entender as conquistas que já fez e os pontos fracos que precisa melhorar. Comece gerenciando seus pensamentos.

Quando eles a depreciarem, provocarem temor pelo seu desempenho, fixarem-se só no que lhe falta, reaja. Não os alimente, procure ignorá-los, busque alguma coisa positiva que lhe dê prazer e que lhe devolva a paz. É um esforço que leva algum tempo para que saia desse hábito pernicioso. Haverá algumas recaídas, mas, se perseverar, transformará sua vida. Assim, se tornará uma pessoa mais alegre, terá sucesso em seus projetos. 

Lembre-se: só você tem o poder de fazer isso!

Fonte: Zíbia Gasparetto - escritora

COMPORTAMENTO - Faça dos seus medos uma vitória

Ao reencarnar, o espírito esquece o passado. Porém, os fatos que vivenciou ficam armazenados no inconsciente. Assim, uma fobia sem causa atual pode, sim, ter origem em vidas passadas. Contudo há outras possibilidades que podem levar ao pânico. Por exemplo, os muitos acidentes de trânsito que estão todos os dias na mídia, exaustivamente repetidos com detalhes.


Eles impressionam os que começam a dirigir e ainda não dominam a máquina, ocasionando muito medo. A insegurança toma conta e, nesse caso, é aconselhável, pelo menos nos primeiros tempos, contratar um professor de autoescola para ficar ao seu lado. Treine uma hora por dia até conseguir um melhor desempenho.

Esse treinamento restituirá sua confiança, dando calma para dirigir sem risco. Se você tem acompanhado os estudos a respeito da causa maior dos acidentes de carro sabe que quase todos acontecem pela imprudência dos motoristas ou pelo abuso dos que não respeitam as leis de trânsito.

Todos os dias observamos pessoas que dirigem sem responsabilidade, pondo em risco a própria vida e a dos outros. Em países nos quais as pessoas são mais responsáveis, tais acidentes ocorrem numa escala bem menor.

Seja qual for o seu problema, o mais importante é enfrentar o medo. Fique atento aos pensamentos que costuma ter e perceba quais são determinantes em seu processo. Você costuma pensar que vai bater o carro e sofrer um acidente? Chega a se ver estendido na rua, ferido, pedindo socorro ou até morto? Saia do drama! Pense que está fantasiando e que, se continuar pensando assim, acabará atraindo o que teme.

Por isso, experimente o treinamento extra que sugeri e habitue-se a respeitar as leis de trânsito. Será fácil jogar fora todo pensamento ruim e acreditar em sua própria capacidade… Agora, se apesarde ter feito tudo isso você ainda sentir esse pânico injustificado, vale procurar ajuda espiritual. Seria o caso de conversar com um especialista para fazer regressão, ou seja, terapia de vidas passadas.

Mas atenção: remexer fatos de outras vidas precisa ser feito por pessoas capacitadas, capazes de desenvolver o processo sem ocasionar problemas. Na Associação dos Médicos Espíritas há os que trabalham nessa área com competência.

A hipnose também pode dar resultado, mas, de novo: só deve ser feita por especialista. Vá em frente, não desista. Conquiste o prazer de dirigir. Você se sentirá livre, podendo ir e vir com facilidade. Vai se tornar independente, mais forte e autosuficiente.

O autodomínio proporciona um prazer muito grande. Cada vitória que conquistamos, por menor que seja, vai aumentando nosso otimismo, nossa confiança em nossa capacidade, fazendo com que nos tornemos vencedores também em outras áreas da vida.

Por isso, persista. Você pode, o poder está em suas mãos! Acredite e jogue fora seus medos, não só de dirigir, mas de enfrentar outros desafios que certamente a vida lhe trará. É assim que você vai aprender. Eis a chave que abrirá a porta do seu progresso.

Fonte: Zíbia Gasparetto - escritora

COMPORTAMENTO - Seja você mesmo e mude sua vida

Como vai a sua vida? Você tem se tratado bem, dando espaço para que sua alma se expresse? Procura atender a todas as suas necessidades, estabelecendo seu bem-estar? Se a resposta for sim, você está ótima. É feliz, positiva, próspera e tudo ao seu redor dá certo.

Mas se não for assim e você se sente infeliz, é hora de parar e descobrir porque obteve tal resultado. Talvez esteja tentando ser uma pessoa “normal”, podando sua própria natureza na tentativa de ser aceita socialmente; submetendo-se às regras do que a sociedade convencionou como “certo”; tolhendo a manifestação do seu espírito, que tem características próprias e intransferíveis.



Compreensível: somos um ser social. Sentimo-nos bem quando inseridos no meio em que vivemos. Por esse motivo, muitas vezes nos iludimos, acreditando que isso só acontecerá se nos submetermos ao convencional o que não é verdade e sempre nos faz pagar um preço muito caro.

Afinal, cada ser é único. Não existe ninguém igual a você. A vida é rica, exuberante e criativa. Embora estejamos todos sujeitos a leis cósmicas que dirigem o universo, cada um de nós possui múltiplas capacidades, distintos potenciais. E, como somos dotados de arbítrio, escolhendo de que forma desejamos viver, criamos nosso processo particular de desenvolvimento e progresso. Isso nos torna responsáveis pelas escolhas que fazemos ao longo da nossa trajetória, sempre voltada ao amadurecimento do nosso espírito e ao desenvolvimento dos nossos potenciais. Sendo assim, sua vida é resultado do que você fez dela.

Respeitar as leis da sociedade é bom e necessário. Mas daí a negar sua natureza, tentando parecer o que não é… Ao agir assim, você estará passando uma imagem contrária ao que deseja, uma vez que, dissimulando, provocará desconfiança.

Fazendo o que sente, sua insegurança aumentará. Não confiará em si e pode acabar dando seu poder aos outros, acreditando que eles sabem e podem mais do que você. Essa é uma grande ilusão, pois foi em você que a vida colocou o poder de escolha. Ele está dentro de você, esperando ser usado a seu favor.

Faça uma pausa. Deixe a razão de lado, entre em seu coração e sinta o que a deixa feliz. Quais atitudes lhe causam alegria e bem-estar? Conheça seus desejos íntimos, sentindo o que cada um deles lhe proporciona. Reconheça suas qualidades, sua bondade, a vontade de uma vida digna, útil, fazendo o melhor. Valorize-se. Não para os outros, mas para si mesma. Seja carinhosa consigo, mas sem ignorar suas fraquezas. Tenha paciência. Dê-se um tempo para tentar melhorar. Esses sentimentos harmonizam sua postura no cotidiano.

Também ajuda muito fazer tudo com capricho. Onde você estiver, colabore com a arrumação, mantenha a ordem mesmo que essa não seja sua obrigação. As coisas públicas nos pertencem, todos temos de cooperar para mantêlas em bom estado. Embeleze a sua rua, plante árvores, flores, contribua para a beleza. Ela inspira coisas boas e traz bem-estar.

Cultive alguma arte, a boa leitura, uma música gostosa, uma revista bonita, uma pintura inspiradora. Se puder, faça um curso, aprenda a fazer uma obra de arte. Alimente seu espírito. Seja você mesma. Use todo o seu poder, amplie seus conhecimentos, expresse seus sentimentos, cuide bem de você.

Agindo dessa forma, emitirá energias boas, atrairá o bem. É hora de aprender a fazer-se feliz!

Fonte: Zíbia Gasparetto - escritora

COMPORTAMENTO - Dia de faxina na alma

Quando nos dispomos a higienizar e colocar ordem na casa, quase sempre nos surpreendemos com a quantidade de coisas desnecessárias que colecionamos. 

É aquele vestido que gostamos – mas que está fora de moda há tempos -, a blusa de festa descosturada que nos desperta a lembrança de momentos felizes ou a bolsa de boa qualidade que está desgastada demais. O que dizer, então, da caixa de bijuterias (algumas quebradas) que não temos coragem de jogar fora? Por que será que nos apegamos tanto a coisas inúteis? Talvez seja a vontade de segurar a vida como se ela estivesse em nossas mãos.



Uma das leis da prosperidade é a de mandar embora tudo que não serve mais para abrir espaço e atrair coisas novas. Buscar o progresso e a atualização. A vida, afinal, sempre responde de forma positiva quando nos desapegamos das coisas velhas.

Além disso, viver em um lugar bonito, com as coisas no lugar certo, é muito mais prazeroso. Depois de uma boa faxina, o ambiente fica leve e agradável. Não é preciso dinheiro para isso, mas carinho, capricho e amor – pela casa, pela família, por seu bem-estar.

A valorização da oportunidade de viver neste planeta maravilhoso, da bênção de estar em um corpo perfeito desenvolvendo seu potencial de espírito eterno, precisa ser apreciada.

Sempre se lembre de que nem tudo são flores e que temos, sim, desafios, muitos deles difíceis de enfrentar, mas é preciso notar que fomos preparados para vencer cada um deles. O resultado depende de como olhamos os fatos e da maneira como escolhemos nossas atitudes.

Acreditar em nosso próprio poder nos torna fortes o bastante para vencermos qualquer situação, enquanto que julgarmonos fracos nos torna impotentes e limitados. Olhar as coisas como elas são, sem exagero ou drama, facilita a aceitação do inevitável e favorece a solução de qualquer problema.

Na verdade, todos precisamos fazer uma faxina permanente em nossos pensamentos. Necessitamos jogar fora as crenças que não servem mais e, assim, abrir nossa mente para o melhor.

Você pode dizer que tomar essas atitudes está longe de ser fácil, já que somos rodeados pela violência, pela maldade e pela incompreensão. Dar força a essas dificuldades dentro de você, no entanto, não impedirá que as coisas sejam exatamente como são.

O importante é não se contaminar com a maldade dos outros. Alivie a pressão que esses fatos fazem. Há muitas coisas boas acontecendo. E focar nelas faz com que você melhore sua maneira de ver a vida, encontre mais paz e recupere a alegria de estar aqui. É preciso insistir bastante, pois durante muitos anos apenas cultivamos a insegurança e os medos.

Embora você tente desviar, esses sentimentos vão reaparecer muitas vezes em sua mente. Mas… quem manda em sua cabeça é você! Nessa hora, faça o que puder para expulsá-los e ficar bem. Pratique exercícios, ouça música, cante, dance, brinque com o cachorro ou com as crianças.

Ligar-se com o espiritual – rezando, acendendo uma vela para seu anjo da guarda ou pedindo a Deus inspiração para o momento – pode ajudar. Faça como quiser, mas faça!

Assim como a faxina da casa, a faxina mental também lhe trará bem estar e momentos de elevação que renovarão suas energias. Isso atrairá para você e para sua família todo bem que desejam e a vida quer lhes dar.

A escolha é sua, o mérito é seu, mas você terá de fazer sua parte. Esse é o preço que terá de pagar. Experimente e descobrirá que vale a pena!

Fonte: Zíbia Gasparetto - escritora

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

HIPNOSE - Técnica aliada a saúde

Esqueça os ilusionistas circenses com cartolas e gestos exagerados. Esse clichê, reforçado no último século graças ao cinema e aos programas de auditório, só deteriora a credibilidade da hipnose, ferramenta que hoje auxilia não apenas psicólogos e psiquiatras, como também diferentes especialistas em clínicas e grandes hospitais do país.
 
 
“A técnica já foi regulamentada pelos conselhos de odontologia,  fisioterapia, psicologia e medicina”, diz Clystine Abram, presidente do Instituto Brasileiro de Hipnose Aplicada (IBH-RJ).
 
Ênfase na palavra “técnica”, pois a prática não consiste em um tratamento que por si só combate quadros clínicos. De acordo com Luiz Guilherme Velloso, cardiologista e hipnólogo do Hospital São Camilo (SP), trata-se de um estado alterado de consciência que fica entre o sono e a vigília.
 
“Nessa situação, o indivíduo permanece consciente, porém apresenta alterações na percepção e fica altamente receptivo a sugestões”, afirma. A reação cerebral durante o processo ainda é discutida entre os cientistas.
 
Experimentos mostram que o sistema límbico (responsável por referências de medo, dor, prazer, autopreservação, timidez, etc.) deixa de enviar informações para o neocórtex, porção relacionada à consciência humana. É por isso que a pessoa torna-se sugestionável: ela “perde” as noções que são específicas desse sistema.

Os seres humanos experimentam isso diariamente sem tomar conhecimento. “Ir ao cinema é se submeter a uma espécie de estado hipnótico.
 
Você fica focado no filme, curte, se envolve, torce pelos personagens, dá vazão às emoções. Mas não percebe que três horas se passaram. E, muitas vezes, come pipoca sem estar com fome.”
 
Por uma razão desconhecida pela medicina, algumas pessoas são mais suscetíveis à abordagem do que outras. Entretanto, mesmo as mais vulneráveis não aceitam todos os comandos do especialista — seja durante ou após o transe. Se a pessoa é íntegra e honesta, ela não pode ser sugestionada a roubar um supermercado”, exemplifica.
 
O que um profissional habilitado faz é a indução hipnótica, de modo a favorecer outra terapia. Por exemplo: se por acaso o paciente apresenta uma doença psicossomática, ele é submetido à técnica para que, estando concentrado, possa comunicar-se melhor com seu inconsciente.
 
Isso ajuda o especialista (que, no caso, será um psicólogo ou psiquiatra) a descobrir as possíveis causas do problema. “O enfermo também poderá acessar com mais facilidade suas qualidades e recursos internos para combater o quadro”, acrescenta a especialista Clystine.

A hipnose é efetiva nos seguintes quadros:Não há como estimar um número médio de sessões necessárias para tratar cada doença, pois tudo depende da gravidade do problema e das particularidades de cada indivíduo. Sendo assim, os tratamentos podem levar de poucas semanas a meses.
-Obesidade e transtornos alimentares
-Fobia social
-Fobias específicas (medo de aranhas, escuro, altura, palhaços, etc.)
-Náuseas relacionadas à gestação ou a tratamentos quimioterápicos
-Doenças psicossomáticas em geral
-Tabagismo
-Transtorno de Estresse Pós-traumático-Ansiedade-Hipertensão-Distúrbios do sono
 
 
Fonte: Dr. Leonard Verea, psiquiatra especializado em medicina psicossomática e hipnose clínica, Dr. Luiz Guilherme Velloso, cardiologista e hipnólogo do Hospital São Camilo e Clystine Abram, presidente do Instituto Brasileiro de Hipnose Aplicada (IBH-RJ).