sexta-feira, 11 de outubro de 2013

BEBÊS - A FASCINAÇÃO PELOS ESPELHOS

A IMPORTÂNCIA DOS ESPELHOS PARA APRENDIZAGEM DO BEBÊ

 A atração que eles sentem pela imagem no espelho reflete o desejo de se comunicar com o mundo.
Você sabia que os espelhos podem ajudar na aprendizagem do seu bebê?
A partir do 5º mês de idade, o bebê se interessa pela própria imagem quando se olha em espelhos, começa a brincar com os pés e tenta trocar os objetos de mão. Normalmente, com essa idade, o bebê já tem consciência de que ele e a mãe são seres diferentes, ou seja, separados um do outro.
É uma fase em que o bebê já segura os objetos com as mãos, levando-os à boca com mais segurança e consegue se virar na cama, ficando na posição de bruços ou de barriga para cima. Neste período, a criança passa mais tempo acordada e é muito importante aproveitar uma pequena parte deste tempo estimulando-a com brincadeiras que desenvolvem o aprendizado.
A dica desta semana é a brincadeira de imagem. Coloque um espelho na frente do bebê para que ele possa identificar a própria imagem e, logo em seguida, fique atrás dele para que você também apareça. Depois de tê-lo estimulado com essas imagens, esconda-se atrás do berço, ou de um móvel perto dele, deixando um braço ou perna de fora para que ele possa encontrar você. Esta é uma brincadeira que envolve o reconhecimento. Depois você pode variar com objetos.
Por: Educadora Física Esp.Harumi Falanga
CREF: 062561-G/SP

BEBÊS - ADIANTA DAR BRONCA NELES?

Ele tem apenas alguns meses de vida e, por isso, o seu trabalho é manter o bebê seguro, acolhido e estimulado, deixando para o futuro os ensinamentos de disciplina. Mesmo que o seu bebê já engatinhe e faça algumas coisas erradas, ele não é maduro para diferenciar o certo do errado.
 
 
 
Claro que isso não quer dizer que você não deva fazer nada. Comece, desde cedo, a orientá-lo. Quando ele puxar o fio do aparelho de TV ou tentar lamber o seu sapato, olhe firme para ele e diga para não fazer isso, redirecionando-o para outra atividade, sem gritar e muito menos bater. A atenção das crianças dessa idade é muito curta, e logo ele esquece o que estava fazendo antes.
Gritar, bater, só servirá para assustá-lo e pode até machucá-lo. Chacoalhar um bebê pode causar danos cerebrais permanentes até a morte. Se na hora você estiver muita nervosa, coloque o pequeno em algum lugar seguro e se permita um tempo longe dele para acalmar.
Para evitar maiores problemas, sua casa deve ser um ambiente seguro para crianças. E se você não quer que o seu filho mexa em determinado objeto, tire do alcance dele. Verifique se as tomadas estão cobertas com protetores, tire objetos perigosos do meio do caminho, veja se móveis pesados não podem cair se forem puxados e se a fiação elétrica está devidamente protegida. Assim você economiza muitos “nãos”, e substitui as broncas por momentos de pura diversão.
Fonte: Baby Center

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

BEBÊ - SOLUÇO É NORMAL?

Soluço em bebês é normal?

 
Uma dúvida que aflige as mamães, principalmente as de primeira viagem, é se os soluços constantes são normais em seus bebês. Sim, é normal bebês bem novinhos soluçarem bastante. No primeiro mês de vida, o bebê tem soluço todo dia, e mais de uma vez por dia, assim como tinha dentro da barriga da mãe. Você provavelmente deve ter sentido seu filho soluçar antes mesmo dele nascer. No útero o soluço aparece como resultado de um treino que o bebê faz para respirar.
 
 
Mas, aqui fora, os soluços não têm nada a ver com a respiração. Não passa de uma contração involuntária do diafragma, uma espécie de cãibra desse músculo, que ainda é imaturo. Fique tranquila: seu filho não sente dor, nem incômodos. Se o soluço estiver interferindo nas atividades do dia-a-dia, como mamar ou dormir, se o bebê regurgitar muito, tossir demais e tiver crises de choro, procure o médico para demais esclarecimentos. Também comente com o pediatra caso os soluços estejam acontecendo com frequência depois de a criança ter 1 ano de idade, ou se forem incontroláveis.
 
Mas, não esqueça que eles são tão comuns que atingem cerca de 80% dos bebês e, de tão inofensivos, desaparecem tão repentinamente como chegaram sem precisar de qualquer tratamento. A tendência é que eles melhorem até os seis meses de idade.
 
Muitas vezes a posição da amamentação faz com que o bebê engula muito ar, possivelmente desencadeando soluços, por isso procure sempre posicioná-lo com a cabeça mais elevada. Após amamentar, espere que ele arrote. Isso não acontecerá obrigatoriamente, mas é importante deixar a criança na posição inclinada por us 10 ou 15 minutos. Dessa forma, evita-se também o refluxo. Aliás, bebês que têm refluxo gastroesofágico podem soluçar mais que os outros.
 
O desconforto pode ser causado quando o bebê está de barriguinha cheia, pela ingestão excessiva ou muito rápida dos alimentos, ou por mudanças de temperatura, principalmente quando o bebê tira a roupa para tomar banho ou trocá-la e o ambiente fica mais frio. Uma dica é trocar seu filho sempre em ambiente com temperatura agradável e sem correntes de ar.
 
No caso de crianças maiores, a dica é promover as refeições em ambiente tranquilo, para que elas não tenham pressa em comer. Ingerir líquidos durante as refeições pode distender o abdômen e causar o soluço, portanto, evite.
 
Para acabar com o soluço algumas mamães partem até para superstições, como colocar fitinhas vermelhas de lã na testa do bebê; outras dão água ou agasalham os filhos, sempre com a boa intenção de solucionar o problema. Mas, atenção: existem algumas soluções que podem ser aplicadas somente em adultos e crianças mais velhas, não com bebês. Ficar algum tempo sem respirar, tomar água com o nariz tampado, tomar um susto ou respirar num saco de papel são alguns exemplos do que não se deve fazer.
 
Por isso, sempre consulte o pediatra do seu filho, que é a pessoa mais indicada para te dar uma solução.
Fonte: Lillo

CRIANÇAS - COMO DAR REMÉDIOS

Como dar remédio para as crianças?

Sempre que é necessário dar algum remédio para seu filho você já se desespera? Toda vez é a mesma choradeira? Sim, a criança faz birra, chora, grita, esperneia e não quer tomar o remédio de jeito nenhum. Então, como agir? Mantenha a calma e aja o mais natural possível, afinal você está dando um remédio para fazê-la melhorar logo!
 
Esse momento não precisa ser um drama na sua vida. Ninguém quer ver o filho doente e ao mesmo tempo precisar encarar a complicada tarefa de pingar ou dar um remédio. Mas, tudo ficará pior se você se estressar. Seu filho rapidinho sentirá sua agitação e ficará ainda mais complicado lidar com a ansiedade dele.
 
 
Dar remédio para criança não é uma das tarefas mais fáceis, ainda mais para mamães e papais de primeira viagem. Em primeiro lugar é preciso ter muita paciência, ternura e convicção. Se seu filho confiar em você, provavelmente fará o que foi imposto, não por medo, mas por acreditar que aquilo é bom para ele, por mais amargo que seja. Vale explicar ao seu filho para que serve o remédio e porque as pessoas precisam tomá-lo. Diga também que ele não está bem e precisa daquela medicação para mandar o “bichinho” embora e melhorar. Deixe-o calmo e tranquilo.
 
A fase mais crítica fica entre as crianças de dois a cinco anos, pois é a fase em que elas ainda não conseguem entender muito bem o que está acontecendo, mas já têm energia suficiente para evitar os remédios e atrapalhar os pais. Depois dessa fase a tendência é ficar mais fácil, pois a criança passa a entender melhor a razão dos medicamentos.
 
Os pais devem passar aos filhos o conceito de que nem tudo na vida é agradável, mas muitas vezes é necessário.  Mentir e demonstrar que o medicamento é gostoso, caso ele não o seja, nem pensar. Uma vez que a criança perde a confiança nos pais, vai ser difícil medicá-la de novo. Se o médico liberar, uma ótima alternativa é os pais experimentarem o remédio, caso seja líquido, antes de dá-lo à criança, para dizer qual gosto que tem.
 
Outra atitude comum dos pais é tentar barganhar com o filho: “podemos ver aquele filme que você gosta se tomar este remedinho”. Porém, há controvérsias sobre as consequências deste tipo de atitude, embora ela seja frequente. De vez em quando até pode, o que não pode é isso virar um hábito, pois assim como os alimentos, os remédios são necessidades da vida e a criança deve saber e entender isso.
 
Agora, dar o remédio na base da ameaça, nem pensar. Nessas horas, a naturalidade é uma grande aliada. É preciso enfrentar a situação de maneira tranquila, pois a sua atitude é o verdadeiro espelho da criança. Não custa nada ter um copo de água ou suco por perto na hora do remédio, para poder tirar o gosto ruim da boca depois.
 
Além disso, é super indicado o uso da seringa para a medicação, principalmente quando a criança ainda é bem pequenininha. Outra tática é segurar a colherzinha com o remédio líquido no céu da boca da criança, até que ela o engula. Dessa maneira, não é possível cuspir o medicamento. Tem ainda uma dica inusitada: baixas temperaturas adormecem as papilas gustativas. Um pouco de gelo na língua antes de tomar, pode ser interessante. No caso da receita prescrever remédios em comprimidos, caso bem raro para medicamentos pediátricos, é indicado diluí-los em algum líquido.
 
Por isso, colha o maior número de informações sobre o remédio na hora da consulta: se ele pode ser dissolvido com algum líquido, se pode colocá-lo na seringa ou na colher, se pode desmanchar o comprimido. Se for dar na colher, fique atento para que a criança tome a dose inteira e deixe o talher limpo. Na seringa, posicione-a bem perto da bochecha da criança e libere o remédio devagar, aos poucos.
 
Desafios à parte, só quem prescreve um remédio é o seu médico. E, caso algo saia do comum – como o aparecimento de uma reação adversa ou inesperada, procurar o pediatra é essencial!
 
Fonte: Lillo
 
 

CRIANÇAS - OS GRITOS DOS PEQUENOS

Por que crianças pequenas gritam tanto?

 
É comum ir a supermercados, restaurantes, shoppings e outros lugares e se deparar com uma criança gritando loucamente com seus pais. Mas, e quando o filho nosso? Como se comportar frente a uma situação como essa e fazer a criança se acalmar?
 
O que você precisa se lembrar sempre é de que a criança não está gritando para te aborrecer. Na maioria das vezes, tudo o que ela precisa é extravasar a energia acumulada que tem.
 
 
O problema é: por que meu filho só resolve gritar em lugares públicos? A resposta pode parecer cômica, mas faz sentido. Segundo um estudo da Universidade New Southeastern, da Flórida, nos Estados Unidos, os pequenos percebem que em espaços grandes – como shoppings e mercados – há um efeito de eco e passam a “brincar” com isso. 
 
Saiba que gritar de volta não ajuda. Se vir que você também está gritando, seu filho vai passar a acreditar que entrou numa competição, onde quem levantar mais a voz ganha. Mas nem tudo está perdido. Existem algumas ações que podem acalmar a criança e fazê-la perceber que gritar não é o caminho para tudo. 
 
- Saia com seu filho quando ele estiver em boas condições. Isso é, antes de levá-lo a algum lugar, certifique-se de que ele está descansado, alimentado e de bexiga e intestino vazios. Serão motivos a menos para ele se irritas. 
 
- Prefira locais barulhentos. Sim, não leve seu filho a lugares quietos e intimidantes. Leve-o apenas, e se possível, onde você saiba que há barulho suficiente para que os gritos dele, caso ocorram, não sejam tão constrangedores. 
 
- Faça-o lhe ouvir. Pense que se você chamar a atenção dele com um tom de voz baixo, ele precisará parar de gritar para lhe ouvir. Por isso, use e abuse dessa tática. Sempre que seu filho estiver gritando, converse com ele e explique a situação em um tom de voz que ele precisará ficar quieto para ouvir. 
 
- Transforme o passeio em uma brincadeira. Se antecipe à gritaria dele e faça com que o passeio seja inteiramente prazeroso para o seu pequeno. Por exemplo, se o cenário for um supermercado, peça ajuda para pegar os ingredientes; invente músicas com os alimentos que ele pegar, etc. 
 
- Não ligue para o que os outros pensam. Há mães que nem levam seus filhos para onde vão por medo de que ele comece a gritar e a faça passar vergonha. Mas, você não deve levar isso em consideração. Se você estiver em um lugar quieto, apenas leve a criança para fora e espere ela se acalmar. Caso contrário, não há com o que se preocupar ou se constranger.
 
Fonte: Lillo

BEBÊ - QUANDO IR AO DENTISTA

Quando levar o bebê ao dentista pela primeira vez?

 
Uma dúvida muito comum entre os pais é sobre quando levar o bebê ao dentista pela primeira vez. “Levo quando os primeiros dentes nascerem?”; “levo quando o primeiro dentinho cair?” ou “levo antes de qualquer sinal dos dentes?” Os questionamentos são inúmeros. Mas, o mais indicado pelos dentistas é que o bebê seja introduzido ao odontopediatra entre os seis e os 12 meses de vida, quando os dentes de leite começam a aparecer.
 
 
A ida ao dentista nesse período tem finalidade preventiva, para que exista um constante acompanhamento da saúde bucal do bebê desde cedo. Assim, tanto a erupção dos dentes de leite quanto qualquer outra anormalidade do período será assistida por um profissional.
 
No período do nascimento dos primeiros dentinhos, o bebê sente muita coceira na gengiva. Então, as consultas preventivas também servirão para que os pais saibam a alimentação e técnicas adequadas para aliviar o problema.
 
Muito comum na infância, desde o nascimento dos primeiros dentes, as cáries também precisam ser tratadas assim que surgirem, já que elas podem levar à deterioração ou à perda dos dentes precocemente.
 
Segundo especialistas, a primeira visita ao dentista não deve ultrapassar os dois anos de idade, quando a dentição deve estar praticamente completa. Muitos pais não sabem, mas os dentes de leite são de extrema importância para o desenvolvimento bucal da criança. São eles que guiarão o dentista a respeito do posicionamento dos dentes permanentes. Além de terem papel fundamental no desenvolvimento da fala, da respiração e da mastigação do bebê. Ou seja, quanto mais cedo for descoberta qualquer anormalidade dentária, mais rápido ela poderá ser tratada.
 
A escova dental massageadora, aprovada pela ABO (Associação Brasileira de Odontologia), é ideal para massagear suavemente a delicada gengiva do bebê, inclusive durante o surgimento dos primeiros dentinhos. Seu uso regular facilita a introdução da higiene bucal na vida do bebê, garantindo um excelente resultado e a proteção da gengiva.
 
Uma dúvida muito comum entre os pais é sobre quando levar o bebê ao dentista pela primeira vez. “Levo quando os primeiros dentes nascerem?”; “levo quando o primeiro dentinho cair?” ou “levo antes de qualquer sinal dos dentes?” Os questionamentos são inúmeros. Mas, o mais indicado pelos dentistas é que o bebê seja introduzido ao odontopediatra entre os seis e os 12 meses de vida, quando os dentes de leite começam a aparecer.
 
A ida ao dentista nesse período tem finalidade preventiva, para que exista um constante acompanhamento da saúde bucal do bebê desde cedo. Assim, tanto a erupção dos dentes de leite quanto qualquer outra anormalidade do período será assistida por um profissional.
 
No período do nascimento dos primeiros dentinhos, o bebê sente muita coceira na gengiva. Então, as consultas preventivas também servirão para que os pais saibam a alimentação e técnicas adequadas para aliviar o problema.
 
Muito comum na infância, desde o nascimento dos primeiros dentes, as cáries também precisam ser tratadas assim que surgirem, já que elas podem levar à deterioração ou à perda dos dentes precocemente.
 
Segundo especialistas, a primeira visita ao dentista não deve ultrapassar os dois anos de idade, quando a dentição deve estar praticamente completa. Muitos pais não sabem, mas os dentes de leite são de extrema importância para o desenvolvimento bucal da criança. São eles que guiarão o dentista a respeito do posicionamento dos dentes permanentes. Além de terem papel fundamental no desenvolvimento da fala, da respiração e da mastigação do bebê. Ou seja, quanto mais cedo for descoberta qualquer anormalidade dentária, mais rápido ela poderá ser tratada.
 
 
OBS: É importante saber que mesmo com toda a informação disponível nos meios de comunicação, o dentista ainda é a pessoa mais adequada para orientar os pais sobre os cuidados com os dentinhos do bebê.
 
 
Fonte: Lillo
 
 
 
 

BEBÊS - TIPOS DE SLING

Os diferentes tipos de Sling

 
Presente no dia a dia de muitas mamães (e papais), o sling – carregador de pano – tem ganhado cada vez mais novas versões. O item tem benefícios comprovados: ele mantém o bebê próximo à mãe e permite que ele fique na posição vertical após a amamentação, facilitando o processo de arroto.
 
 
 
Escolha abaixo o modelo que mais lhe agrada e aproveite a companhia do seu pequeno.
 
Sling de argolas
De pano, com duas argolas grandes que ficam na altura dos ombros, esse tipo de sling é ajustável pode ser usado por um período longo. Nele, o bebê pode ser colocado em diferentes posições, de acordo com o momento e o tamanho do pequeno.
 
Pouch sling
Esse tipo de carregador é muito parecido com o de argolas, mas não tem opções de ajuste. Ele é leve, fácil de ser encaixado e seu tecido é bastante maleável. É preciso atenção na hora de comprar o Pouch Sling, porque o tamanho dele deve ser adequado para o bebê. Usado por homens e mulheres, ele tem um design moderno e é feito para ser apoiado em um só ombro.
 
Mei Tai
Esse é o sling preferido das europeias. Nele, o bebê fica, necessariamente, sentado com as pernas abertas. Sua base é larga, por isso a coluna do pequeno fica bem apoiada. Com duas alças, esse tipo de carregador distribui bem o peso do bebê nos dois ombros de quem o leva. Seu único ponto negativo é a amarração; a prática de vesti-lo exige tempo e habilidade.
 
Wrap
O carregador estilo Wrap também se apoia nos dois ombros de quem carrega o bebê. Mas, como o Mei Tai, ele exige mais tempo na hora de ser colocado, já que é enrolado no corpo da mãe ou do pai. Quem o utiliza não costuma tirá-lo no decorrer do dia; é um sling para ser usado por longos períodos.
 
 
Fonte: Bebê Abril