quarta-feira, 9 de outubro de 2013

CRIANÇAS - COMO DAR REMÉDIOS

Como dar remédio para as crianças?

Sempre que é necessário dar algum remédio para seu filho você já se desespera? Toda vez é a mesma choradeira? Sim, a criança faz birra, chora, grita, esperneia e não quer tomar o remédio de jeito nenhum. Então, como agir? Mantenha a calma e aja o mais natural possível, afinal você está dando um remédio para fazê-la melhorar logo!
 
Esse momento não precisa ser um drama na sua vida. Ninguém quer ver o filho doente e ao mesmo tempo precisar encarar a complicada tarefa de pingar ou dar um remédio. Mas, tudo ficará pior se você se estressar. Seu filho rapidinho sentirá sua agitação e ficará ainda mais complicado lidar com a ansiedade dele.
 
 
Dar remédio para criança não é uma das tarefas mais fáceis, ainda mais para mamães e papais de primeira viagem. Em primeiro lugar é preciso ter muita paciência, ternura e convicção. Se seu filho confiar em você, provavelmente fará o que foi imposto, não por medo, mas por acreditar que aquilo é bom para ele, por mais amargo que seja. Vale explicar ao seu filho para que serve o remédio e porque as pessoas precisam tomá-lo. Diga também que ele não está bem e precisa daquela medicação para mandar o “bichinho” embora e melhorar. Deixe-o calmo e tranquilo.
 
A fase mais crítica fica entre as crianças de dois a cinco anos, pois é a fase em que elas ainda não conseguem entender muito bem o que está acontecendo, mas já têm energia suficiente para evitar os remédios e atrapalhar os pais. Depois dessa fase a tendência é ficar mais fácil, pois a criança passa a entender melhor a razão dos medicamentos.
 
Os pais devem passar aos filhos o conceito de que nem tudo na vida é agradável, mas muitas vezes é necessário.  Mentir e demonstrar que o medicamento é gostoso, caso ele não o seja, nem pensar. Uma vez que a criança perde a confiança nos pais, vai ser difícil medicá-la de novo. Se o médico liberar, uma ótima alternativa é os pais experimentarem o remédio, caso seja líquido, antes de dá-lo à criança, para dizer qual gosto que tem.
 
Outra atitude comum dos pais é tentar barganhar com o filho: “podemos ver aquele filme que você gosta se tomar este remedinho”. Porém, há controvérsias sobre as consequências deste tipo de atitude, embora ela seja frequente. De vez em quando até pode, o que não pode é isso virar um hábito, pois assim como os alimentos, os remédios são necessidades da vida e a criança deve saber e entender isso.
 
Agora, dar o remédio na base da ameaça, nem pensar. Nessas horas, a naturalidade é uma grande aliada. É preciso enfrentar a situação de maneira tranquila, pois a sua atitude é o verdadeiro espelho da criança. Não custa nada ter um copo de água ou suco por perto na hora do remédio, para poder tirar o gosto ruim da boca depois.
 
Além disso, é super indicado o uso da seringa para a medicação, principalmente quando a criança ainda é bem pequenininha. Outra tática é segurar a colherzinha com o remédio líquido no céu da boca da criança, até que ela o engula. Dessa maneira, não é possível cuspir o medicamento. Tem ainda uma dica inusitada: baixas temperaturas adormecem as papilas gustativas. Um pouco de gelo na língua antes de tomar, pode ser interessante. No caso da receita prescrever remédios em comprimidos, caso bem raro para medicamentos pediátricos, é indicado diluí-los em algum líquido.
 
Por isso, colha o maior número de informações sobre o remédio na hora da consulta: se ele pode ser dissolvido com algum líquido, se pode colocá-lo na seringa ou na colher, se pode desmanchar o comprimido. Se for dar na colher, fique atento para que a criança tome a dose inteira e deixe o talher limpo. Na seringa, posicione-a bem perto da bochecha da criança e libere o remédio devagar, aos poucos.
 
Desafios à parte, só quem prescreve um remédio é o seu médico. E, caso algo saia do comum – como o aparecimento de uma reação adversa ou inesperada, procurar o pediatra é essencial!
 
Fonte: Lillo
 
 

CRIANÇAS - OS GRITOS DOS PEQUENOS

Por que crianças pequenas gritam tanto?

 
É comum ir a supermercados, restaurantes, shoppings e outros lugares e se deparar com uma criança gritando loucamente com seus pais. Mas, e quando o filho nosso? Como se comportar frente a uma situação como essa e fazer a criança se acalmar?
 
O que você precisa se lembrar sempre é de que a criança não está gritando para te aborrecer. Na maioria das vezes, tudo o que ela precisa é extravasar a energia acumulada que tem.
 
 
O problema é: por que meu filho só resolve gritar em lugares públicos? A resposta pode parecer cômica, mas faz sentido. Segundo um estudo da Universidade New Southeastern, da Flórida, nos Estados Unidos, os pequenos percebem que em espaços grandes – como shoppings e mercados – há um efeito de eco e passam a “brincar” com isso. 
 
Saiba que gritar de volta não ajuda. Se vir que você também está gritando, seu filho vai passar a acreditar que entrou numa competição, onde quem levantar mais a voz ganha. Mas nem tudo está perdido. Existem algumas ações que podem acalmar a criança e fazê-la perceber que gritar não é o caminho para tudo. 
 
- Saia com seu filho quando ele estiver em boas condições. Isso é, antes de levá-lo a algum lugar, certifique-se de que ele está descansado, alimentado e de bexiga e intestino vazios. Serão motivos a menos para ele se irritas. 
 
- Prefira locais barulhentos. Sim, não leve seu filho a lugares quietos e intimidantes. Leve-o apenas, e se possível, onde você saiba que há barulho suficiente para que os gritos dele, caso ocorram, não sejam tão constrangedores. 
 
- Faça-o lhe ouvir. Pense que se você chamar a atenção dele com um tom de voz baixo, ele precisará parar de gritar para lhe ouvir. Por isso, use e abuse dessa tática. Sempre que seu filho estiver gritando, converse com ele e explique a situação em um tom de voz que ele precisará ficar quieto para ouvir. 
 
- Transforme o passeio em uma brincadeira. Se antecipe à gritaria dele e faça com que o passeio seja inteiramente prazeroso para o seu pequeno. Por exemplo, se o cenário for um supermercado, peça ajuda para pegar os ingredientes; invente músicas com os alimentos que ele pegar, etc. 
 
- Não ligue para o que os outros pensam. Há mães que nem levam seus filhos para onde vão por medo de que ele comece a gritar e a faça passar vergonha. Mas, você não deve levar isso em consideração. Se você estiver em um lugar quieto, apenas leve a criança para fora e espere ela se acalmar. Caso contrário, não há com o que se preocupar ou se constranger.
 
Fonte: Lillo

BEBÊ - QUANDO IR AO DENTISTA

Quando levar o bebê ao dentista pela primeira vez?

 
Uma dúvida muito comum entre os pais é sobre quando levar o bebê ao dentista pela primeira vez. “Levo quando os primeiros dentes nascerem?”; “levo quando o primeiro dentinho cair?” ou “levo antes de qualquer sinal dos dentes?” Os questionamentos são inúmeros. Mas, o mais indicado pelos dentistas é que o bebê seja introduzido ao odontopediatra entre os seis e os 12 meses de vida, quando os dentes de leite começam a aparecer.
 
 
A ida ao dentista nesse período tem finalidade preventiva, para que exista um constante acompanhamento da saúde bucal do bebê desde cedo. Assim, tanto a erupção dos dentes de leite quanto qualquer outra anormalidade do período será assistida por um profissional.
 
No período do nascimento dos primeiros dentinhos, o bebê sente muita coceira na gengiva. Então, as consultas preventivas também servirão para que os pais saibam a alimentação e técnicas adequadas para aliviar o problema.
 
Muito comum na infância, desde o nascimento dos primeiros dentes, as cáries também precisam ser tratadas assim que surgirem, já que elas podem levar à deterioração ou à perda dos dentes precocemente.
 
Segundo especialistas, a primeira visita ao dentista não deve ultrapassar os dois anos de idade, quando a dentição deve estar praticamente completa. Muitos pais não sabem, mas os dentes de leite são de extrema importância para o desenvolvimento bucal da criança. São eles que guiarão o dentista a respeito do posicionamento dos dentes permanentes. Além de terem papel fundamental no desenvolvimento da fala, da respiração e da mastigação do bebê. Ou seja, quanto mais cedo for descoberta qualquer anormalidade dentária, mais rápido ela poderá ser tratada.
 
A escova dental massageadora, aprovada pela ABO (Associação Brasileira de Odontologia), é ideal para massagear suavemente a delicada gengiva do bebê, inclusive durante o surgimento dos primeiros dentinhos. Seu uso regular facilita a introdução da higiene bucal na vida do bebê, garantindo um excelente resultado e a proteção da gengiva.
 
Uma dúvida muito comum entre os pais é sobre quando levar o bebê ao dentista pela primeira vez. “Levo quando os primeiros dentes nascerem?”; “levo quando o primeiro dentinho cair?” ou “levo antes de qualquer sinal dos dentes?” Os questionamentos são inúmeros. Mas, o mais indicado pelos dentistas é que o bebê seja introduzido ao odontopediatra entre os seis e os 12 meses de vida, quando os dentes de leite começam a aparecer.
 
A ida ao dentista nesse período tem finalidade preventiva, para que exista um constante acompanhamento da saúde bucal do bebê desde cedo. Assim, tanto a erupção dos dentes de leite quanto qualquer outra anormalidade do período será assistida por um profissional.
 
No período do nascimento dos primeiros dentinhos, o bebê sente muita coceira na gengiva. Então, as consultas preventivas também servirão para que os pais saibam a alimentação e técnicas adequadas para aliviar o problema.
 
Muito comum na infância, desde o nascimento dos primeiros dentes, as cáries também precisam ser tratadas assim que surgirem, já que elas podem levar à deterioração ou à perda dos dentes precocemente.
 
Segundo especialistas, a primeira visita ao dentista não deve ultrapassar os dois anos de idade, quando a dentição deve estar praticamente completa. Muitos pais não sabem, mas os dentes de leite são de extrema importância para o desenvolvimento bucal da criança. São eles que guiarão o dentista a respeito do posicionamento dos dentes permanentes. Além de terem papel fundamental no desenvolvimento da fala, da respiração e da mastigação do bebê. Ou seja, quanto mais cedo for descoberta qualquer anormalidade dentária, mais rápido ela poderá ser tratada.
 
 
OBS: É importante saber que mesmo com toda a informação disponível nos meios de comunicação, o dentista ainda é a pessoa mais adequada para orientar os pais sobre os cuidados com os dentinhos do bebê.
 
 
Fonte: Lillo
 
 
 
 

BEBÊS - TIPOS DE SLING

Os diferentes tipos de Sling

 
Presente no dia a dia de muitas mamães (e papais), o sling – carregador de pano – tem ganhado cada vez mais novas versões. O item tem benefícios comprovados: ele mantém o bebê próximo à mãe e permite que ele fique na posição vertical após a amamentação, facilitando o processo de arroto.
 
 
 
Escolha abaixo o modelo que mais lhe agrada e aproveite a companhia do seu pequeno.
 
Sling de argolas
De pano, com duas argolas grandes que ficam na altura dos ombros, esse tipo de sling é ajustável pode ser usado por um período longo. Nele, o bebê pode ser colocado em diferentes posições, de acordo com o momento e o tamanho do pequeno.
 
Pouch sling
Esse tipo de carregador é muito parecido com o de argolas, mas não tem opções de ajuste. Ele é leve, fácil de ser encaixado e seu tecido é bastante maleável. É preciso atenção na hora de comprar o Pouch Sling, porque o tamanho dele deve ser adequado para o bebê. Usado por homens e mulheres, ele tem um design moderno e é feito para ser apoiado em um só ombro.
 
Mei Tai
Esse é o sling preferido das europeias. Nele, o bebê fica, necessariamente, sentado com as pernas abertas. Sua base é larga, por isso a coluna do pequeno fica bem apoiada. Com duas alças, esse tipo de carregador distribui bem o peso do bebê nos dois ombros de quem o leva. Seu único ponto negativo é a amarração; a prática de vesti-lo exige tempo e habilidade.
 
Wrap
O carregador estilo Wrap também se apoia nos dois ombros de quem carrega o bebê. Mas, como o Mei Tai, ele exige mais tempo na hora de ser colocado, já que é enrolado no corpo da mãe ou do pai. Quem o utiliza não costuma tirá-lo no decorrer do dia; é um sling para ser usado por longos períodos.
 
 
Fonte: Bebê Abril

CRIANÇAS - COMO EVITAR A GULA

Como evitar que seu filho se torne uma criança gulosa. 



Uma das grandes dúvidas dos pais quanto à criação dos filhos é sobre a alimentação; “como educar meu filho a comer de forma saudável?”. O controle alimentar deve começar desde a introdução das primeiras comidas na vida do pequeno. Caso contrário, a criança pode criar hábitos gulosos, que, depois, dificilmente serão revertidos.
 
 
 
É importante saber que a alimentação da criança é reflexo da alimentação da família. Portanto, caso os alimentos que entram em sua casa não sejam saudáveis, o ideal é começar a mudança dos hábitos de todos durante a gestação e não esperar que o bebê chegue ou cresça, porque esse é um processo que requer tempo e força de vontade.
 
Outro fator indispensável para a melhoria da alimentação e uma reação corporal saudável são os horários. É imprescindível que a criança tenha horários bem definidos para comer. Isso fará com que ela não passe o dia beliscando petiscos descontroladamente e que seu metabolismo funcione de forma regular desde cedo.
 
Mas, lembre-se, criança precisa ser criança, então permita que seu filho coma doces de vez em quando, como sobremesa. Se depois de comer a guloseima do dia ele pedir mais, seja firme e explique que você guardará o restante do doce para outra ocasião ou outro dia. Em seguida, ofereça uma fruta para o caso de ele ainda estar com fome.
 
Não use doces como chantagem para fazer a criança comer a refeição principal (“se você comer todo o almoço, ganhará uma sobremesa gostosa no final”). Isso imprime importância aos alimentos açucarados, tornando-os ainda mais especiais para o seu filho. É preciso fazer com que ele encare a sobremesa como uma parte comum do dia ou da semana.
 
O lugar mais tentador para as crianças, depois das lojas de brinquedo, é, definitivamente, o supermercado. Por isso, evite levar a criança junto quando for fazer compras. Caso isso seja inevitável, alimente-a antes de saírem de casa para que durante as compras ela esteja saciada e, dessa forma, fique com menos vontade de colocar no carrinho tudo o que vir pela frente.
 
Nos supermercados, a disposição dos doces ficam bem ao alcance dos olhos dos pequenos nas prateleiras. Então, quando passar por esse setor com seu filho, diga que você é que escolherá os doces que vocês levarão para casa e que pegará uma pequena quantidade.
 
Aproveite a diversidade de produtos do supermercado e escolha opções nutritivas para o seu pequeno, como frutas, legumes, barrinhas de cereais, etc. Procure sempre olhar os rótulos dos produtos – as informações nutricionais e os ingredientes contidos nele.
 
 
OBS: Lembre-se que o pediatra do seu filho é sempre a pessoa mais indicada para lhe orientar sobre a educação alimentar da criança. Então, caso note alguma alteração na forma como ela aceita ou não a comida, procure o especialista.
 
Fonte: Lillo

CRIANÇAS - QUAIS DOCUMENTOS ELAS PRECISAM?

Saiba como e quais documentos providenciar para o bebê.

 
Assim que o bebê nasce, a primeira responsabilidade dos pais é providenciar os primeiros documentos do neném. Por isso, é importante saber onde ir e quais procedimentos devem ser tomados a princípio. Esclareça essas dúvidas no texto abaixo.
 
 
- Certidão de nascimento
Este é o primeiro documento que o bebê deve ter e é bastante fácil de ser tirado – só com ele os outros documentos poderão ser feitos.
 
Assim que a mãe dá à luz, é gerado para os pais uma via da Declaração de Nascido Vivo (DNV), que deve ser levada ao cartório mais próximo do local de nascimento ou da casa da família. Alguns hospitais e maternidades também contam com um cartório próprio.
 
Para o registro, no caso de os pais serem casados, basta que um deles compareça ao cartório com o RG próprio, a DNV e a certidão de casamento. Senão, os pais devem ir juntos ao local com seus RG’s e a DNV. Caso a criança nasça em casa, os pais precisam levar duas testemunhas maiores de 21 anos ao cartório.
 
O prazo para a retirada da certidão de nascimento é de 15 dias após o nascimento do bebê. Se só a mãe puder registrar a criança, o prazo é prorrogado para 45 dias e se os pais morarem a mais de 30km de um cartório, o registro pode ser feito em até três meses.
 
- Carteira de vacinação
A carteira de vacinação pode ser feita em qualquer local que ofereça serviço de imunização no país. Para os bebês que nascem em hospitais públicos, o cartão é gerado antes mesmo de a mãe e a criança saírem do local. Já os que nascem em hospitais particulares recebem a caderneta na primeira visita ao serviço de imunização.
 
O documento controla as vacinas que a criança tomou e as que ela precisa tomar. Geralmente, as vacinas possuem mais de uma dose a ser tomada, por isso, esse acompanhamento documentado é necessário e a carteira deve ser levada a cada ida ao serviço de imunização.
 
- RG
Para fazer o RG (Registro Geral) da criança, um dos responsáveis por ela deve comparecer a um posto de identificação civil portando um documento com foto para comprovar o parentesco, a certidão de nascimento original e uma foto 3×4 atual do bebê.
 
A carteira de identidade é um documento emitido para cidadãos nascidos e registrados no Brasil e muitos pais optam por tirá-la logo cedo para o bebê por ser mais prática e mais resistente do que a certidão de nascimento.
 
Para bebês que vão viajar com os pais pela América do Sul, o RG é imprescindível. Para tirar o documento, a primeira via é gratuita e a criança só precisará renová-lo 10 anos depois (que é o tempo mais indicado para a atualização da foto).
 
- CPF
Este é o documento que armazena todas as informações cadastrais do cidadão. Muitas mães optam por fazê-lo só quando a criança estiver maior. O que não é um problema.
 
Mas, para quem quer providenciar todos os documentos para o bebê o mais cedo possível, o procedimento pede que um responsável vá até uma das agências do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal ou Correios com seu RG e a certidão de nascimento (ou RG) da criança.
 
O CPF não tem prazo de validade, mas para a sua emissão é cobrada uma taxa de R$ 5,70.
 
- Passaporte
Para fazer o passaporte, é preciso que primeiro os pais acessem o site da Polícia Federal e realizem um agendamento e, em seguida, o pagamento da taxa de emissão. No dia marcado, é preciso levar o RG ou a certidão de nascimento da criança, junto com o CPF e a autorização expressa do responsável legal para a produção do passaporte. No caso de crianças menores de 3 anos, é necessário providenciar também uma foto de rosto em tamanho 5×7, colorida e em fundo branco.
 
A taxa de emissão do passaporte custa R$ 156,07 e seu prazo de validade depende da faixa etária da criança.
 
Para crianças maiores de 5 anos, o documento é válido por 5 anos. Já para as menores dessa idade, o prazo varia. Confira:
 
0 a 1 – 1 ano
1 a 2 – 2 anos
2 a 3 – 3 anos
3 a 4 – 4 anos
5 anos ou mais – 5 anos
 
 
Fonte: Revista Crescer

SÍNDROME DA ALIENAÇÃO PARENTAL - O QUE É?

Hoje em dia, quando a relação de um casal não vai bem a separação logo é cogitada. No entanto, quando há filhos envolvidos todo o cuidado com este processo é pouco. Nem todo mundo sabe, mas existe uma síndrome chamada Alienação Parental, que pode ser mais comum do que parece.
 
 
 
O termo traduz um comportamento negativo de pais que criam rivalidade durante a separação e acabam envolvendo as crianças no meio de suas diferenças. Em resumo, Síndrome da Alienação Parental nada mais é do que o ato de uma das partes jogar a criança contra a outra como forma de vingança pelo relacionamento malsucedido. Os casos mais graves envolvem a implantação de memórias falsas nas crianças, por exemplo. Isso faz com que elas cresçam com uma imagem distorcida do pai ou da mãe.
 
A ideia do pai ou mãe alienador é fazer com que o filho quebre os laços com a outra parte e perca o interesse familiar por ela.
 
Mas, o mais importante a saber é que o efeito de tudo isso pode causar danos graves à criança, como depressão crônica, incapacidade de adaptação e sentimento de culpa e isolamento.
 
Por isso, antes de desencadear uma separação atribulada é preciso levar em conta que os filhos são os principais atingidos com a mudança e fazer com que este processo ocorra da forma mais confortável possível para eles.
 
Fonte: Lillo